Em uma ação conjunta entre as Polícia Civil do Acre e de Rondônia, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Acrelândia, cumpriu um mandado de prisão preventiva na manhã desta terça-feira, 26, contra um homem acusado de estupro de vulnerável.

O investigado, identificado pelas iniciais J. M. S., foi capturado no município de Guajará-Mirim, em Rondônia, após um trabalho de inteligência que contou com o apoio crucial da Polícia Civil de Rondônia (PCRO).
De acordo com as investigações lideradas pela delegacia de Acrelândia, o suspeito se aproveitava do fluxo de pessoas e da distração em festas públicas da cidade para se aproximar de meninos menores de idade. Utilizando-se de uma falsa proximidade, ele atraía as vítimas para cometer os abusos. Pelo menos um caso grave envolvendo uma vítima residente em Acrelândia foi detalhadamente documentado pela equipe de investigação.
A Polícia Civil reuniu provas robustas, finalizou o inquérito policial e representou pela prisão preventiva do acusado, que foi deferida pelo Poder Judiciário. Como o homem havia fugido para o estado vizinho, a cooperação interestadual foi acionada para localizá-lo.
A delegada Jade Dene, que coordena a Delegacia de Acrelândia e esteve à frente de toda a operação, destacou a importância da prisão para a proteção da comunidade e o rigor da resposta policial.
“A elucidação deste caso e a consequente prisão do investigado demonstram o compromisso incansável da nossa delegacia em proteger os mais vulneráveis. Esse indivíduo utilizava momentos de lazer da comunidade para caçar suas vítimas, mas a Polícia Civil agiu com rapidez na coleta de provas e na conclusão do inquérito. Agradecemos o apoio fundamental da PCRO, que viabilizou a captura em Rondônia. O recado é claro: crimes dessa natureza não ficarão impunes, independentemente de onde o autor tente se esconder”, destacou a delegada Jade Dene, que coordena a Delegacia de Acrelândia.
O preso agora se encontra à disposição da Justiça e passará pelos trâmites legais para ser transferido ao sistema prisional, onde aguardará o julgamento. As investigações continuam para identificar se houve outras vítimas do suspeito na região.