Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

21 de maio de 2026

interior, Notícias

Polícia Civil cumpre ordens judiciais contra dupla envolvida em assalto a motorista de aplicativo

A Polícia Civil do Acre (PCAC) por meio da equipe de oficiais investigadores da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE) deu cumprimento a dois mandados de prisão, nesta quinta-feira, 21, contra suspeitos de envolvimento em um assalto contra um motorista de aplicativo na capital. Um dos alvos, um homem que já se encontrava detido no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde (FOC), teve a nova ordem judicial notificada dentro da unidade prisional. Já a segunda suspeita foi capturada pelos oficiais investigadores de polícia, restando agora apenas um integrante do grupo foragido. O crime ocorreu na tarde do dia 14 de dezembro, quando a vítima aceitou uma corrida que partiu do Conjunto Carandá com destino ao Bairro Ouricuri. Ao chegarem ao local de desembarque, os passageiros e um comparsa anunciaram o assalto. Armados, os criminosos encostaram revólveres no pescoço e na cintura do trabalhador, ameaçando disparar contra a cabeça dele caso houvesse qualquer tipo de reação. O motorista teve as mãos amarradas com um fio de energia elétrica e foi jogado no banco traseiro de seu próprio veículo. Um dos assaltantes assumiu a direção do automóvel e o grupo seguiu até uma residência na Rua 25 de Dezembro, no Bairro Tancredo Neves. No local, a vítima foi mantida em cárcere privado dentro de um cativeiro, vigiada por um adolescente, enquanto o restante do bando fugiu levando o carro e dois celulares (um iPhone 8 Plus e um Poco M3). A reviravolta no caso aconteceu ainda dentro do cativeiro, localizado no Bairro Caladinho. Ao perceber que o menor de idade encarregado de vigiá-lo não estava armado, o motorista conseguiu desamarrar as próprias mãos e avançou contra o infrator. Após uma intensa luta corporal, a vítima conseguiu tomar o telefone celular do próprio assaltante e fugiu correndo pelas ruas da região, onde foi socorrida por um motociclista que passava pelo local e ajudou a acionar as autoridades.

Notícias

Polícia Civil localiza e prende mulher foragida da Justiça em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), cumpriu um mandado de prisão definitiva na última quarta-feira, 20, contra uma mulher de 58 anos, identificada pelas iniciais A.C.R. Ela foi condenada a 3 anos e 1 mês de reclusão pelo crime de porte ilegal de arma de fogo. A captura aconteceu no Beco Mendes, localizado no Bairro Preventório, na capital acreana. De acordo com a polícia, a prisão foi resultado de um intenso trabalho investigativo realizado pelos agentes da delegacia especializada, que conseguiram rastrear e identificar o paradeiro exato da foragida. O mandado de prisão foi expedido pela Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas de Rio Branco. A condenação da capturada baseou-se na legislação vigente do desarmamento. A presa foi encaminhada à delegacia para os procedimentos cabíveis e, posteriormente, será transferida ao sistema prisional do estado, onde dará início ao cumprimento de sua pena.

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Operação Caminhos Seguros sufoca crimes contra crianças e adolescentes no Acre, mais de 900 pessoas foram alcançadas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) apresentou o balanço final da Operação Caminhos Seguros 2026, realizada entre os dias 4 e 18 de maio. A ofensiva, que faz parte de uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teve como foco absoluto o enfrentamento de todas as formas de violência e exploração contra crianças e adolescentes. Durante os 15 dias de mobilização, a PCAC atuou de forma intensificada em todo o território acreano, com atenção especial e reforço de equipes nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Para cobrir a vasta extensão do estado, o planejamento estratégico mobilizou um expressivo efetivo policial, apoiado por 33 viaturas empregadas. A estratégia dividiu-se em três frentes principais: prevenção educativa, diligências de apuração e repressão qualificada. Acreditando que a informação é a primeira barreira de defesa, a operação realizou 14 ações educativas, visitando 6 escolas e alcançando diretamente 905 pessoas, entre estudantes, pais e educadores. Além disso, 7 locais foram rigorosamente fiscalizados para coibir a presença ou exploração de menores em ambientes inadequados. No campo das diligências, o disque-denúncia foi um forte aliado. A Polícia Civil recebeu 56 denúncias, das quais 47 já foram totalmente apuradas, resultando na identificação de 49 suspeitos e no mapeamento de 7 locais críticos. Ao todo, 230 vítimas receberam atendimento e acolhimento especializado. A resposta repressiva foi contundente, com 12 prisões efetuadas (5 em flagrante delito e 7 em cumprimento de mandados de prisão), 2 Mandados de Busca e Apreensão (MBA) cumpridos, 1 apreensão de material pornográfico infantojuvenil. Para garantir que os criminosos permaneçam atrás das grades e que a justiça seja feita, a atividade cartorária trabalhou em ritmo de plantão e alcançou números robustos de produtividade: Boletins de Ocorrência (BO) registrados 148 Inquéritos Policiais (IPL) instaurados 99 IPLs concluídos 94 Medidas cautelares representadas11 Medidas protetivas de urgência solicitadas13 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO)1 “O balanço da Operação Caminhos Seguros demonstra o compromisso inabalável da nossa instituição em proteger o futuro do Acre. Unir forças com o Ministério da Justiça nos permitiu sufocar a atuação de criminosos que cruzaram a linha da integridade das nossas crianças. Conseguimos dar uma resposta rápida tanto na capital quanto nos municípios mais isolados, mostrando que a Polícia Civil está presente em cada canto do estado. Esse esforço investigativo e o volume de inquéritos concluídos são a prova de que não daremos trégua para quem violenta nossos menores”, destacou o Delegado-Geral da PCAC, Dr. Pedro Buzolin. De acordo com a Coordenadora de Proteção aos Grupos Vulnerabilizados e do Programa Bem-Me-Quer, Dra. Juliana De Angelis a Polícia Civil reforça que o fim da operação nacional não cessa os trabalhos no estado. As investigações, o monitoramento de áreas de risco e o atendimento especializado às vítimas seguem de forma contínua em todas as delegacias do Acre. Denúncias podem ser feitas de forma anônima através do Disque 100 ou diretamente às unidades policiais. “Mais do que os números de prisões, o que nos move nesta operação é o alcance social e o acolhimento. Conseguimos atender mais de 230 vítimas e levar palestras preventivas para quase mil pessoas dentro das escolas. O combate à violência infantojuvenil começa na quebra do silêncio. Quando a população denuncia e nós conseguimos tirar o agressor de circulação e solicitar medidas protetivas, nós salvamos vidas. O Programa Bem-Me-Quer e toda a coordenação seguem firmes para garantir que esses caminhos continuem seguros e que as nossas crianças possam crescer protegidas”, disse De Angelis.

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