Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

julho 2023

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Policiais Civis do Acre realizam homenagem emocionante a jovem com síndrome de Down que sonha ser policial civil

Assessoria/ PCAC Nesta semana, um acontecimento especial e tocante marcou a rotina da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Cruzeiro do Sul. Os Policiais Civis que atuam na unidade prepararam uma homenagem surpreendente para a jovem Jacilene, que possui síndrome de Down e sempre sonhou em se tornar uma policial civil. Comovidos pelo carinho e dedicação que Jacilene demonstrava pela profissão, os policiais decidiram tornar o seu sonho uma realidade, pelo menos por um dia. Com planejamento cuidadoso e segredo absoluto, a homenagem foi organizada com a colaboração de toda a equipe. O Delegado responsável pela Deam de Cruzeiro do Sul, Renan Santana, destacou a importância de realizar esse tipo de iniciativa, que não só faz a diferença na vida da jovem homenageada, mas também fortalece os laços entre a polícia e a comunidade. “Foi uma experiência enriquecedora para todos nós. Jacilene nos ensinou lições valiosas sobre empatia, superação e a importância de realizarmos sonhos”, afirmou. A comovente homenagem prestada pelos Policiais Civis do Acre à jovem a mulher é um belo exemplo de altruísmo, cidadania e civismo, mostrando que ações simples podem ter um impacto profundo na vida das pessoas e fortalecer os laços de confiança entre a polícia e a comunidade que serve.

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Policiais Civis doam cadeira de rodas à vítima de arma de fogo que ficou paraplégica

Assessoria/ PCAC Na manhã da última sexta-feira, 14, policiais civis da Delegacia da Segunda Regional de Rio Branco realizaram um ato de solidariedade, ao doarem uma cadeira de rodas a uma jovem, vítima de disparo de arma de fogo, que ficou paraplégica. A iniciativa partiu da equipe que estava acompanhando o caso, que ficou sensibilizada com a grave situação enfrentada pela vítima. Ao vivenciar in loco as dificuldades enfrentadas por ela e sua família, os policiais mobilizaram esforços para conseguir doações que pudessem contribuir para amenizar o sofrimento da jovem. Foto: Cedida. A mulher, de apenas 26 anos, mãe de três crianças, perdeu completamente os movimentos dos braços e pernas após ser vítima de um disparo de arma de fogo. Devido a sua mobilidade física limitada, ela depende integralmente dos cuidados de sua mãe. A situação chamou a atenção dos policiais, que decidiram agir para proporcionar melhorias na qualidade de vida da vítima. Desde o início da investigação, a equipe da Delegacia da Segunda Regional demonstrou empatia e dedicação ao caso, realizando diversas visitas à residência da vítima, uma vez que sua locomoção estava seriamente comprometida. Ao vivenciar in loco as dificuldades enfrentadas por ela e sua família, os policiais mobilizaram esforços para conseguir doações que pudessem contribuir para amenizar o sofrimento da jovem. Ações como essa fortalecem a relação de confiança entre a polícia e a comunidade, mostrando que a busca pela justiça está aliada ao respeito e à solidariedade aos cidadãos. Foto: Cedida. A equipe foi a procura de parceiros para arrecadar recursos visando a compra da cadeira de rodas, e felizmente, com a mobilização de toda equipe foi possível a aquisição do equipamento especialmente adaptado às necessidades da mulher. Essa doação representa um grande alívio para a vítima, que agora terá maior autonomia e mobilidade. O Delegado Samuel Mendes, responsável pelo caso na Delegacia da Segunda Regional, destacou a importância de prestar um atendimento humanizado e integral às vítimas de crimes, visando não apenas a apuração dos fatos, mas também ao cuidado com o bem-estar daqueles que sofrem com as consequências dessas ações violentas. “Essa atitude solidária dos policiais demonstra que a polícia também pode atuar como um agente de transformação social, buscando ajudar aqueles que enfrentam situações de vulnerabilidade após serem afetados por crimes. Ações como essa fortalecem a relação de confiança entre a polícia e a comunidade, mostrando que a busca pela justiça está aliada ao respeito e à solidariedade aos cidadãos”, declarou o delegado Samuel Mendes O caso continua sendo apurado pela Delegacia da Segunda Regional, que permanece atenta às necessidades da vítima e de sua família, oferecendo o suporte necessário para que eles possam superar as dificuldades enfrentadas. Essa história de solidariedade serve como exemplo de como a união da sociedade pode fazer a diferença na vida daqueles que mais precisam de auxílio e compaixão.

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Governo do Acre conclui reforma da delegacia de Manoel Urbano

Assessoria/ PCAC Cúpula da Segurança Pública prestigia a entrega da delegacia de Manoel Urbano revitalizada. Foto: Assessoria/ PCAC Na manhã desta sexta-feira, 14, o governo do Acre e a cúpula da Segurança Pública realizaram a entrega da reforma da delegacia de Manoel Urbano, que passa a contar com melhorias significativas em sua estrutura. O objetivo principal da reforma foi proporcionar condições de trabalho mais adequadas aos servidores da pasta, além de oferecer um ambiente acolhedor e humanizado para as vítimas de violência. Dentre as melhorias realizadas, destaca-se a criação de uma sala de identificação e uma sala para registro de Boletim de Ocorrência (BO) visando agilizar e facilitar o atendimento à população. O cartório também foi reformado, e as celas passaram por reestruturação, garantindo um espaço mais seguro e adequado para acomodar os detidos. Além das mudanças físicas, o governo do Acre também investiu em novos mobiliários e computadores, modernizando os equipamentos utilizados pelos delegados e agentes. Essa atualização tecnológica contribui para um trabalho mais eficiente e ágil no combate à criminalidade. A reforma da unidade visa melhorar os serviços da polícia e o atendimento à população. Foto: Assessoria/ PCAC. O governador Gladson Cameli elogiou o trabalho da Polícia Civil e garantiu reforçar ainda mais a instituição. “Desde a gestão anterior, contratamos mais de 3.000 novos servidores efetivos para todas as áreas. Isso mostra o nosso comprometimento com o serviço público. A nossa Polícia Civil muito nos honra com o seu serviço de excelência. Ainda temos muito a fazer por essa instituição nos próximos anos”, frisou o chefe do Executivo. Um destaque importante é o programa Bem-Me-Quer, que já estava em funcionamento na unidade de Manoel Urbano e ganhou uma sala aconchegante para atender, de forma humanizada, vítimas de violência, incluindo crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Essa iniciativa visa oferecer um suporte adequado e acolhedor às vítimas, garantindo que se sintam seguras ao procurar ajuda na delegacia. A sala Bem-Me-Quer vai atender às vítimas de assédio e violência com mais humanidade. Foto: Marcos Vicentti/Secom O delegado-geral de Polícia Civil, José Henrique Maciel, ressaltou a importância da reforma, afirmando que a estrutura da delegacia foi praticamente reconstruída, uma vez que o prédio não passava por reformas há bastante tempo. “Essa é uma demonstração de compromisso do governo em cuidar dos servidores e da população, investindo mais de R$ 800 mil de recursos próprios nessa obra. Com a reforma, o efetivo de policiais civis em Manoel Urbano aumentou de nove para treze, proporcionando uma melhoria significativa na segurança da região”, enfatizou. O chefe de polícia também ressaltou que a entrega da unidade reformada é uma forma de levar dignidade aos profissionais da Polícia Civil do Acre que trabalham diariamente no município, além de oferecer um ambiente acolhedor para a população que necessita dos serviços da segurança pública. Com a conclusão dessa reforma, o governo do Acre reafirma seu compromisso em promover a estruturação e o aparelhamento das forças de segurança do estado, visando oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e, consequentemente, atuar de forma mais produtiva no combate à criminalidade e na proteção da população. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Polícia Civil Acre (@policiacivil_ac)

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Polícia Civil do Acre prende suspeito que matou adolescente com tiro na cabeça a caminho da escola

Assessoria/ PCAC Foto: Cedida. Na tarde desta sexta-feira, 14, a Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu o executor do adolescente Adriano Barros Cataiana, de 15 anos, que estava dentro de um ônibus, a caminho da escola. O Crime ocorreu na última quarta-feira (12), causando comoção à sociedade pela maneira como o assassino agiu. A prisão e a apreensão da arma utilizada no crime foram realizadas pelos policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na região do Ramal do Cacau, na rodovia AC-40. O autor das iniciais, N.S.O., de 28 anos, já tem passagens pela polícia pelo crime de roubo. Assim que a Polícia Civil tomou conhecimento do fato, de imediato, deu início às investigações e de forma ininterrupta empreendeu diligências para prender o autor em flagrante. “São quase 48 horas na busca do autor desse crime, que chocou a sociedade. A Polícia Civil investiga todos os crimes contra a vida, mas este era um caso que tinha a necessidade de fazer a captura imediata. O choro daquela mãe comoveu todos os acreanos e demos a resposta, prendendo esse assassino, que agora será entregue à Justiça”, destacou o delegado Alcino Júnior, que coordenou a prisão. As investigações preliminares apontam que haviam divergência familiares entre a vítima e o autor, todavia, as informações serão carreadas ao inquérito e destinadas ao Poder Judiciário, a quem compete aplicar a Lei. Foto: Cedida.

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Condenado por homicídio em Cruzeiro do Sul é preso pela Polícia Civil

Assessoria PCAC Foto: Cedida. A equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que atua na cidade de Cruzeiro do Sul, prendeu na última quarta-feira, 12, o nacional E.B.A, condenado por crime qualificado ocorrido em 2012, quando o recluso matou um senhor que lhe devia dinheiro com um tiro de espingarda. Há alguns meses, a polícia civil vinha investigando e realizando buscas até chegar ao condenado, pois diligências foram realizadas até a Vila Santa Luzia com o intuito de cumprir um mandado de prisão em desfavor de E.B.A. “Tínhamos a informação de que o homicida estava na vila, passamos a fazer rondas pela comunidade e o avistamos em uma rua asfaltada próximo a uma oficina de motos, o abordamos, identificamos e o prendemos. Há alguns meses atrás quando chegou ao nosso conhecimento de tal mandado passamos a investiga-lo e hoje logramos êxito em sua prisão”, explicou a autoridade policial. O preso foi conduzido até a delegacia geral de Cruzeiro do Sul para que sejam tomadas as medidas cabíveis e posteriormente encaminhado a unidade prisional.

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PROJETO “BEM-ME-QUER” DA POLÍCIA CIVIL

Por Delegada Mariana Gomes “Muito longe do ideal, mas muito mais perto do que a realidade poderia sonhar.” Introdução No tocante aos crimes cometidos com violência, a unidade de Polícia Judiciária constitui-se como a principal porta de entrada das denúncias. Não por outra razão e pela natureza da infração penal merecem os casos apresentados, desde o atendimento à proteção, especial atenção. É de conhecimento que a legislação protetiva das mulheres, crianças e adolescentes é ampla e não somente em âmbito nacional. Inúmeras também são as regras externas. Contudo, a prática diverge da teoria e aqui reside a importância de se reconhecer que o “Bem-me-quer” constitui um avanço da polícia judiciária na observância de direitos das vítimas durante atendimento em sede policial, em especial a não revitimização. O objetivo da presente escrita é o de, em síntese, jogar luzes sobre a realidade do atendimento inadequado às vítimas em sede policial em delegacias não especializadas, conduzir a reflexões sobre o problema, em sua magnitude, sobretudo demonstrar a importância de um olhar da polícia judiciária para as vítimas e realçar o avanço da polícia civil diante do relevante papel do projeto na prática. Como “nasceu” o Bem-Me-Quer? Diante da indignação durante atuação como Autoridade Policial em Delegacia no interior do Acre. Desde que assumi, relatei inúmeros casos de estupro de vulneráveis, inclusive, na primeira semana em Sena Madureira, peguei cinco casos com sete vítimas no total. Comecei a estudar sobre o tema, sobre essa cultura do estupro, e foi exatamente esse estudo que construiu a base para eu ter inscrito o Projeto Bem-Me-Quer, que é da Polícia Civil, destacou. G1 Inicialmente, quando se fala em violência, especialmente a praticada nos “interiores”, o termo está emaranhado na temática “cultura” que, em sua concepção, pode-se definir como naturalização de comportamentos. Isso porque eles – comportamentos naturalizados – são condicionados pela cultura. É exatamente o que Denys explica: “(…) A noção de cultura se revela então o instrumento adequado para acabar com as explicações naturalizantes dos comportamentos humanos. A natureza, no homem, é inteiramente interpretada pela cultura.” (CUCHE, 1999, p. 10) Fato é que a Unidade de Polícia Judiciária é a porta de entrada para as vítimas que enfrentam inúmeros desafios até criar coragem para conseguir denunciar de forma que o atendimento por policial capacitado e em ambiente adequado em sede policial é imprescindível para o correto acolhimento dessa vítima visando, ainda, evitar ao máximo a revitimização. Os danos emocionais que a infração violenta por si só causa são incalculáveis de forma que são reforçados se o atendimento não for prestado com humanidade e, aqui, inclui-se o atendimento em ambiente minimamente reservado. Ademais, em se tratando de violência sexual, a atenção deve ser ainda mais especial exigindo uma postura ativa para se evitar ao máximo a vitimização secundária (violência institucional) em todas as fases da persecução penal. Diante da inobservância de tratamento mínimo às vítimas atendidas no interior, restou o questionamento: a capital possui Delegacia Especializada que consiste em profissionais capacitados e ambiente minimamente adequado, o que fazer para adequar o atendimento às vítimas de violência nas delegacias dos interiores? Assim surgiu na prática (bem longe ainda do ideal, pontua-se) o Projeto “Bem-Me-Quer”. Implementação do Projeto A primeira sala de atendimento foi inaugurada em janeiro de 2021 na cidade de Sena Madureira, distante da capital Acreana 144. Posteriormente, a sua implementação foi estendida para Manoel Urbano, Senador Guiomard e até na cidade isolada e de difícil acesso Santa Rosa do Purus (limitada ao sul com o Peru, e tendo como ponto de entrada o rio Purus). O trabalho da delegada foi o pontapé inicial para que o estado estabelecesse uma padronização de estrutura para atendimento a vítimas de violência doméstica e familiar, seja mulheres ou crianças, nas delegacias do interior do Acre, com a criação de sala específica. Contudo, oficialmente, o projeto somente foi reconhecido com a portaria institucionalmente regulamentada em maio de 2022 (Portaria Regulamentar Nº 02 De 17 De Maio De 2022) que institui a padronização da estrutura do ambiente, recepção, acolhimento e atendimento às vítimas de violência no âmbito de Polícia Civil do Estado do Acre, nas Delegacias de Polícia do interior do Estado, por meio da implementação do Projeto “Bem-me-Quer”. Dentre os “considerandos”, há estima de que a Polícia Civil do Estado do Acre está comprometida com o atendimento adequado das pessoas vítimas de violência que procuram a sede da polícia civil buscando registrar as mais diversas ocorrências diariamente. Destaca-se que a instituição possui importante papel no combate aos mais diversos tipos de violação de direitos praticados em desfavor de crianças e adolescentes e de violência doméstica e familiar contra mulher, uma vez que, nas atribuições constitucionalmente definidas, cabe a ela realizar investigações criminais. Ademais, a Polícia Civil deve estar atenta, por mister constitucional, aos direitos inerentes ao ser humano e ao resguardo da proteção de vítimas crianças e adolescentes de violência, inclusive sexuais, bem como de violência doméstica e familiar contra a mulher, da necessidade um atendimento diferenciado no sentido de minimizar ao máximo os danos e traumas já sofridos pela prática, por si só, que a infração penal já causa. Aqui entra a questão da revitimização que é uma das principais preocupações do projeto. Dentre outros fundamentos, ainda, destaca-se: CONSIDERANDO a necessidade de se adequar o ambiente, acolhimento, recepção e os atendimentos, em âmbito de polícia judiciária nas delegacias do interior, as quais não dispõem de delegacias especializadas, das vítimas de violência física, psicológica, moral, patrimonial, sexual que envolvem mulheres, adolescentes e crianças às normas infraconstitucionais existentes, quais sejam: 1. vítimas mulheres de violência doméstica e familiar contra a mulher – Lei n 11.340/2006 (Lei Maria da Penha); 2. vítimas de violência Crianças e Adolescentes – Lei 13.431/2017. Note, portanto, que o projeto, em sua essência, é voltado para a necessidade de se adequar o ambiente, acolhimento, recepção e os atendimentos das vítimas de violência física, psicológica, moral, patrimonial, sexual que envolvem mulheres, adolescentes e crianças. Por fim, cabe enaltecer que, muito antes da Lei n°. 14.451/2023[5], o “Bem-Me-Quer”

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Quarto envolvido em homicídio ocorrido em Cruzeiro do Sul é capturado pela Policia Civil

Por Assessoria PCAC Foto: Cedida. A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio dos agentes da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que atuam na cidade de Cruzeiro do Sul, prendeu um dos envolvidos no homicídio de Weslei Linek de Jesus (conhecido por FARIA), assassinado em novembro do ano passado. Trata-se de J.N.S, que foi capturado no fim da tarde de segunda-feira, 10. O homicídio ocorreu em 11 de novembro de 2022, no bairro Saboeiro, em Cruzeiro do Sul. O crime teve como motivação determinações da Organização Criminosa, e essas ordens foram executadas pelos suspeitos. Com base em tudo isso, foram expedidos mandados que culminaram na prisão dos suspeitos de mais quatro suspeitos da morte de Weslei Linek, e agora no nacional J.N.S foi capturado pela PCAC. O inquérito já se encontra na sua fase final, e apto a ser remetido para a Justiça.

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Homem condenado a mais de 12 anos de prisão pelo crime de roubo é preso pela Polícia Civil

Em mais uma ação exitosa dos agentes da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões – DCORE, um foragido da Justiça foi preso e colocado atrás das grades. A captura ocorreu na manhã da última segunda-feira, 10, em Rio Branco. O nacional M. S. do N., 34 anos de idade, é suspeito da prática de crimes de roubo na Capital e se encontrava foragido do sistema de justiça criminal desde o primeiro semestre de 2022. De acordo com a equipe de investigação, o preso que já foi condenado a mais 12 anos de prisão pela prática de roubo, estaria cometendo novos crimes, sendo devidamente identificado é reconhecido pelas vítimas. Após ser localizado, foi detido e ouvido pela autoridade policial. Fora de circulação, o infrator encontra-se à disposição da Justiça.

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Operação da Polícia Civil do Acre resulta em prisões e apreensões em Rio Branco

No último fim de semana, a Polícia Civil do Acre realizou uma operação em Rio Branco, com o objetivo de combater o crime organizado. Coordenada pela delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), a ação contou com o apoio das delegacias de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore). Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Durante a operação, que visava desarticular grupos criminosos atuantes na capital acreana, as equipes policiais conseguiram realizar quatro prisões. As pessoas detidas são suspeitas de envolvimento em crimes como posse ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e integração em uma organização criminosa. Além das prisões, foram feitas diversas apreensões, que incluíram dinheiro em espécie, munições, entorpecentes, balanças de precisão, telefones, relógios e uma arma de fogo. Essas apreensões são indícios do envolvimento dos suspeitos com atividades criminosas. De acordo com o delegado titular da Draco, José Adonias, a ação conjunta entre as delegacias especializadas demonstra o empenho da Polícia Civil do Acre em combater a criminalidade e desarticular grupos que atuam de forma organizada. “O trabalho integrado entre as diferentes áreas de investigação foi fundamental para o sucesso da operação, que busca trazer mais segurança para a população de Rio Branco e região”, enfatizou. As quatro pessoas presas durante a operação serão encaminhadas ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça. A Polícia Civil continuará investigando o caso, a fim de identificar outros possíveis envolvidos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Polícia Civil Acre (@policiacivil_ac)

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