Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

Author name: Marcelo Torres

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Polícia Civil abre as portas para estudantes em Cruzeiro do Sul e fortalece laços com a comunidade escolar

Em uma iniciativa que rompe as barreiras da rotina policial tradicional, a Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou uma atividade atípica e de grande impacto social em Cruzeiro do Sul. Na manhã da última quarta-feira, 10, a sede da Delegacia-Geral do município transformou-se em um espaço de aprendizado e cidadania ao receber os alunos do Ensino Fundamental Integral da Escola Maria Lima de Souza. A visita faz parte do projeto “Patrulha do Futuro”, idealizado e coordenado pelo professor Mardson Tavares. O objetivo central da ação é proporcionar aos estudantes um contato direto com a estrutura, o funcionamento e a missão institucional da PCAC, além de apresentar as possibilidades de carreira nas forças de segurança pública. Durante toda a manhã, os discentes participaram de uma programação dinâmica. Longe do ambiente formal de investigações, a equipe da Polícia Civil preparou palestras educativas que abordaram temas cruciais para o cotidiano dos jovens, tais como: o papel da PCAC, em que consiste em explicações didáticas sobre a função da polícia judiciária na elucidação de crimes e na proteção da sociedade, o combate ao Bullying, com orientações sobre respeito mútuo, as consequências do bullying no ambiente escolar e a importância de denunciar abusos. As atividades abordaram a carreira e vocação, com Informações detalhadas sobre o ingresso nas forças de segurança por meio de concurso público. A visita foi desenhada para contribuir significativamente com a formação cidadã, profissional e vocacional dos alunos que integram essa disciplina eletiva, despertando o interesse por carreiras públicas e reforçando valores éticos. Os estudantes e professores foram recepcionados calorosamente pelo Delegado Dr. Jadson Santos, e por sua equipe de oficiais investigadores. Os policiais guiaram as turmas pelas instalações da delegacia, desmistificando o trabalho policial e mostrando o lado humano da instituição. “Para nós, receber esses jovens hoje é plantar uma semente de confiança no futuro. Muitas vezes, a polícia é vista apenas sob a ótica do combate ao crime, mas o nosso papel preventivo e educacional é igualmente valioso. Mostrar a esses meninos e meninas como a estrutura funciona, debater temas sérios como o bullying e apresentar a carreira policial como um horizonte possível é fortalecer a cidadania” destacou o Delegado Jadson Santos. A autoridade policial ressalta que a ideia é que os alunos enxerguem a Polícia Civil como uma aliada, um porto seguro, e quem sabe, no futuro, alguns desses estudantes da ‘Patrulha do Futuro’ não estarão aqui sentados nesta mesa, servindo e protegendo a nossa comunidade. Ao final da visita, o sentimento de proximidade ficou evidente. Iniciativas como o projeto do professor Mardson Tavares, apoiadas pela PCAC, demonstram que a segurança pública se constrói de forma integrada, unindo polícia, escola e comunidade na base da educação.

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Foragido da Justiça condenado por organização criminosa é capturado pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Manoel Urbano, cumpriu na última terça-feira, 9, um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem identificado pelas iniciais I.B.S., de 29 anos. A captura foi realizada após trabalho de investigação e monitoramento da equipe policial, que localizou o foragido no município. Contra o suspeito havia um mandado de prisão em aberto decorrente de sentença condenatória transitada em julgado. Ele foi condenado a 11 anos de reclusão pelo crime de integrar organização criminosa, tendo a Justiça determinado o imediato cumprimento da pena em regime fechado. Após a prisão, I.B.S. foi conduzido à unidade policial para os procedimentos de praxe e, em seguida, colocado à disposição do Poder Judiciário. A ação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre no combate à criminalidade e no cumprimento de decisões judiciais, garantindo que condenados pela Justiça respondam pelos crimes praticados.

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Polícia Civil inicia capacitação de policiais para aperfeiçoar acolhimento às mulheres vítimas de violência

Com o objetivo central de humanizar e aprimorar o atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade, a Polícia Civil do Acre (PCAC) abriu, nesta quarta-feira, 10, um curso de capacitação voltado para os profissionais que atuam diretamente no núcleo Bem-Me-Quer. O treinamento, que se estende até o dia 11 de junho, acontece no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps) e reúne 30 policiais civis vindos de 18 municípios do estado. A iniciativa integra o cronograma da Operação Mulher Segura 2026, uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). No Acre, a ação atende às diretrizes governamentais de tolerância zero à criminalidade de gênero. “Essa capacitação vem de encontro com as políticas públicas do estado de proteção às nossas mulheres”, destacou o delegado-geral da PCAC, Pedro Buzolin, reforçando o compromisso da gestão estadual no combate incisivo a esses crimes. Mais do que uma atualização técnica, o curso propõe uma transformação na abordagem policial dentro das delegacias. O foco está em garantir que a vítima encontre um ambiente de acolhimento seguro e empático desde o primeiro momento em que decide denunciar o agressor. Segundo a delegada Juliana De Angelis, coordenadora de Proteção aos Grupos Vulnerabilizados e do Programa Bem-Me-Quer, o impacto do treinamento visa ir além dos procedimentos internos. “A Polícia Civil busca não apenas combater de forma individual cada caso, mas mudar a cultura machista de violência contra a mulher em todo país. Esse curso é uma mudança de paradigma para trazer um melhor acolhimento às mulheres vítimas de violência que procuram uma delegacia para denunciar”, pontuou a coordenadora. Com a interiorização desse conhecimento, a PCAC espera consolidar uma rede de proteção mais robusta e preparada para acolher as cidadãs acreanas, unindo o rigor da investigação policial ao respeito e cuidado necessários para romper os ciclos de violência doméstica.

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Mutirão Identidade para Dignidade atinge 100% da meta e emite 4 mil novas carteiras de identidade no interior do Acre

Em uma mobilização histórica para garantir a cidadania em áreas de difícil acesso, o Governo do Acre alcançou a marca de 4 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN) emitidas em quatro dos municípios de mais difícil acesso do estado. A ação, realizada em tempo recorde de aproximadamente 30 dias, faz parte do plano de metas dos 100 Dias do Governo do Estado. O mutirão, denominado “Identidade para Dignidade”, foi executado pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Instituto de Identificação, em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). O projeto atendeu as populações de Santa Rosa do Purus, Jordão, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter. Atualmente, 3.970 documentos já foram entregues, restando apenas 30 atendimentos complementares em Porto Walter para consolidar a meta de 100% da operação. As atividades contaram com uma força-tarefa composta por papiloscopistas, atendentes e supervisores do Instituto de Identificação. As equipes observaram rigorosamente os protocolos técnicos de identificação civil, que incluíram coleta biométrica, validação documental e individualização humana, assegurando a confiabilidade do novo documento unificado. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Pedro Buzolin, destacou o impacto social da iniciativa e a importância de fazer o Estado presente nas regiões mais isoladas. “Nosso principal objetivo foi garantir o acesso à documentação civil básica por meio da emissão da Carteira de Identidade Nacional. Com isso, promovemos a inclusão social e a verdadeira cidadania, fortalecendo a presença institucional do Estado em regiões de difícil acesso da Amazônia acreana. É dignidade convertida em documento para quem mais precisa”, afirmou Pedro Buzolin. A operação representou um dos maiores desafios de logística do ano para as forças de segurança e identificação do estado, devido ao isolamento geográfico das cidades contempladas. O diretor do Instituto de Identificação da PCAC, Júnior César da Silva, detalhou os obstáculos superados pelos servidores durante os 30 dias de mutirão. “A execução da operação exigiu um planejamento logístico altamente diferenciado em razão das características geográficas dos municípios atendidos. Nossas equipes enfrentaram deslocamentos complexos por vias aérea e fluvial para alcançar comunidades situadas em áreas extremamente remotas da Amazônia. Lidamos diariamente com limitações severas de conectividade e comunicação, além de condições climáticas adversas. Mesmo assim, o empenho foi total para garantir o atendimento em aldeias indígenas e localidades de difícil acesso”, ressaltou o diretor Júnior César.

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Polícia Civil do Acre inicia capacitação para prevenção e resposta à violência extrema em ambiente escolar

Na manhã desta segunda-feira, 8, o Governo do Acre, por meio da Polícia Civil do Acre (PCAC), deu início aos cursos “Prevenção e Contramedidas à Violência Extrema Escolar” e “Intervenção Emergencial Contra Agressores Ativos em Ambiente Escolar”, realizados no âmbito do Programa de Prevenção e Intervenção em Ambiente Escolar. A capacitação segue até o próximo dia 12 de junho e reúne profissionais da educação e da segurança pública com o objetivo de fortalecer a prevenção e a resposta a situações de violência nas escolas. Participam do treinamento professores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares, policiais civis, policiais militares e demais profissionais ligados à proteção da comunidade escolar. A iniciativa busca preparar os participantes para identificar sinais de risco, adotar medidas preventivas e atuar de forma adequada diante de possíveis ocorrências de violência extrema em instituições de ensino. A capacitação está sendo realizada nas dependências da Faculdade do Estado do Acre (FEAC), localizada no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco. A organização do evento ficou sob a responsabilidade da Academia de Polícia Civil do Acre (Acadepol), que coordenou toda a logística necessária para a execução dos cursos, proporcionando um ambiente adequado para o desenvolvimento das atividades teóricas e práticas previstas na programação. A solenidade de abertura contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaya, o delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, a comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marta Renata da Silva, o coordenador de Combate ao Crime Organizado da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DIOP), delegado Getúlio Monteiro, o deputado federal Coronel Ulysses e o secretário de Estado de Educação, Reginaldo Luís Pereira. Durante a abertura do evento, o delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, destacou que a capacitação é uma resposta concreta às medidas adotadas após o incidente ocorrido no Instituto São José. “Logo após o incidente ocorrido no Instituto São José, dentre as medidas de segurança adotadas, a Polícia Civil buscou em Brasília essa capacitação, visando evitar que uma tragédia como aquela volte a acontecer. E, caso ocorra uma situação semelhante, queremos que os profissionais da educação e da segurança pública estejam preparados para agir da maneira correta, preservando vidas e minimizando riscos”, afirmou Buzolin. O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaya, ressaltou a importância da qualificação contínua dos profissionais que atuam na proteção da população. “Essa capacitação agrega conhecimento e valores aos profissionais da segurança pública, fortalecendo a capacidade de prevenção e resposta diante de situações críticas. É um investimento que reflete diretamente na segurança das nossas escolas e na proteção de alunos, professores e servidores”, destacou o secretário. Responsável pela coordenação da capacitação, o delegado Getúlio Monteiro explicou que os participantes terão acesso a conteúdos teóricos e práticos ao longo dos cinco dias de treinamento. “Durante esses cinco dias, os participantes conhecerão protocolos de prevenção, identificação de ameaças, gerenciamento de crises e técnicas de intervenção emergencial em casos de agressores ativos. O curso foi estruturado para proporcionar uma formação completa, alinhando conhecimento técnico e experiências práticas que poderão ser aplicadas na realidade das instituições de ensino do nosso estado”, explicou. A iniciativa integra os esforços do Governo do Acre para fortalecer a cultura de prevenção e ampliar a segurança no ambiente escolar, promovendo a integração entre os setores da educação e da segurança pública em benefício da comunidade acreana.

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Condenado por organização criminosa é preso pela Polícia Civil em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu na última quinta-feira, 4, em Rio Branco, um mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado contra um homem condenado pelo crime de organização criminosa. A prisão foi realizada após trabalho integrado entre as unidades da Polícia Civil, sendo a investigação conduzida pela Delegacia-Geral de Feijó, responsável pela apuração dos fatos que resultaram na condenação judicial. A ordem judicial foi expedida pela Vara Criminal da Comarca de Feijó após o encerramento de todos os recursos processuais, tornando definitiva a sentença condenatória. O homem foi condenado a 8 anos de reclusão com base no artigo 2º da Lei nº 12.850/2013, que define e dispõe sobre as infrações penais relacionadas às organizações criminosas. A ação foi realizada por oficiais investigadores de polícia da DHPP, que localizaram e prenderam o condenado, garantindo o cumprimento da decisão judicial. Após a realização dos procedimentos legais de praxe, o preso foi colocado à disposição do Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena em regime determinado pela Justiça.

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Polícias Civil e Militar prendem homem investigado por estupro de vulnerável em Rodrigues Alves

Uma ação conjunta entre as  Polícias Civil e Militar resultou na prisão em flagrante de um homem de 50 anos, investigado pelo crime de estupro de vulnerável, na noite da última quarta-feira, 3, em Rodrigues Alves. Uma jovem de 18 anos procurou a Delegacia de Rodrigues Alves relatando ter sido vítima de violência sexual momentos antes. Segundo seu depoimento, o suspeito, identificado como um líder religioso conhecido na região, teria a convidado para entrar em uma residência localizada ao lado do terreiro que ela frequentava. Ainda conforme o relato prestado à autoridade policial, o homem teria lançado uma substância oleosa sobre sua cabeça, fazendo com que ela se sentisse tonta e sem condições de reagir. A vítima afirmou que, aproveitando-se dessa condição, o investigado teria praticado atos sexuais contra sua vontade. Após tomar conhecimento dos fatos, o oficial investigador de polícia que estava de plantão comunicou imediatamente a ocorrência ao delegado Marcílio Laurentino, que determinou diligências e solicitou apoio da Polícia Militar. As equipes realizaram buscas e conseguiram localizar e prender o suspeito poucas horas após a denúncia. A vítima foi encaminhada à Maternidade de Cruzeiro do Sul, onde recebeu atendimento médico especializado e passou pelos procedimentos de profilaxia previstos para casos de violência sexual. Em seguida, foi submetida ao exame de corpo de delito e prestou depoimento formal na unidade policial. O homem foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável. Conforme a autoridade policial, o enquadramento jurídico considera a alegação de que a vítima se encontrava sem condições de oferecer resistência no momento dos fatos. Durante o interrogatório, o investigado afirmou que a relação sexual teria ocorrido de forma consensual. No entanto, a Polícia Civil informou que a versão apresentada será confrontada com os demais elementos de prova reunidos durante a investigação. O homem possui antecedente criminal por crime da mesma natureza, tendo sido condenado anteriormente e cumprido pena privativa de liberdade. Diante da gravidade do caso, o delegado responsável representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. A audiência de custódia está prevista para ocorrer nesta sexta-feira, em Cruzeiro do Sul.

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Ação integrada da Polícia Civil resulta na prisão de três suspeitos e apreensão de armas e drogas em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Inteligência da, da Equipe de Pronto Emprego (EPE) e da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), realizou uma ação integrada nesta quinta-feira, 4, que resultou na prisão de três suspeitos e na apreensão de armas de fogo, munições, drogas e aparelhos celulares no bairro Alberto Sampaio, no Segundo Distrito de Rio Branco. A operação foi resultado de um trabalho investigativo desenvolvido pelas equipes especializadas, que identificaram a atuação dos suspeitos na região. Durante a ação, os policiais abordaram G.C.S., menor que estava portando na cintura um revólver calibre .38 municiado. Na sequência das diligências, os agentes localizaram H.E.S.C., conhecido pelo apelido de “Capetinha”, escondido no interior de uma residência. Com ele, foi apreendida uma arma de fogo. Também foi preso E.S.N., que estava no local da ocorrência. Ao todo, os policiais apreenderam um revólver calibre .38 com cinco munições, dois revólveres calibre .32 com quatro munições, porções de maconha e três aparelhos celulares. Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à unidade policial para os procedimentos cabíveis. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para apurar possíveis conexões dos envolvidos com organizações criminosas e outros delitos registrados na capital.

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Polícia Civil apreende adolescente após ameaças a professores e diretor em Rodrigues Alves

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Rodrigues Alves, realizou a apreensão em flagrante de um adolescente na última quarta-feira, 3, após a descoberta de graves ameaças direcionadas ao corpo docente da Escola Cunha Vasconcellos. A investigação teve início após a denúncia de um aluno, que encontrou um bilhete no banheiro masculino da instituição. O papel continha ameaças explícitas contra dois professores e um diretor da escola. Diante da gravidade dos fatos, a equipe policial foi imediatamente até o local e, com o apoio da direção escolar, conseguiu identificar o adolescente infrator. O jovem identificado já é conhecido pelas autoridades locais, no início deste ano, ele havia sido apreendido por envolvimento com o tráfico de drogas, ocasião em que foi flagrado com mais de 4 quilos de entorpecentes. Além do bilhete, a polícia recebeu denúncias de que o menor estava circulando armado pelas dependências da escola. Foram realizadas investigações e diligências imediatas, mas a suposta arma não foi localizada. Ao ser questionado, o adolescente negou ter escrito as ameaças, mas admitiu que a folha de papel foi arrancada de seu próprio caderno. O menor foi autuado em flagrante por prática de ato infracional. O caso foi encaminhado ao Ministério Público do Acre (MPAC), que representou pela sua internação. Ainda na noite de ontem, o jovem foi transferido para o Instituto Socioeducativo (ISE) em Cruzeiro do Sul. A Polícia Civil também revelou que, na semana passada, uma denúncia semelhante foi registrada na Escola Francisco Braga, também em Rodrigues Alves. Na ocasião, outro adolescente teria feito o comentário de que “não podia mais matar ninguém na escola”. A equipe de investigação apurou o caso e lavrou um Boletim de Ocorrência Circunstanciado por incitação ao crime. O procedimento também foi encaminhado ao Ministério Público para as devidas providências. A Polícia Civil reforça que está em constante alerta contra condutas ilícitas praticadas no ambiente escolar. Os adolescentes são orientados a evitar “brincadeiras” dessa natureza, que geram pânico e podem resultar em severas consequências legais e na perda da liberdade.

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