Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

agosto 2025

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Polícia Civil do Acre participa da XIX Jornada da Lei Maria da Penha em Recife

A Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC) esteve presente na XIX Jornada da Lei Maria da Penha, evento nacional realizado em Recife (PE) nos dias 7 e 8 de agosto, que reuniu especialistas e autoridades para discutir estratégias e avanços no combate à violência doméstica. O evento, de abrangência nacional, reuniu autoridades, operadores do direito, representantes de órgãos públicos e organizações da sociedade civil para debater avanços, desafios e novas estratégias no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com base na Lei nº 11.340/2006. Representando a PCAC estiveram presentes as delegadas Juliana De Angelis e Michelle Boscaro. Durante a jornada, as representantes acreanas participaram de painéis e rodas de diálogo, apresentando experiências e resultados obtidos no estado, com destaque para o acolhimento humanizado às vítimas, a investigação especializada e as ações preventivas desenvolvidas pela Polícia Civil do Acre. De acordo com a delegada Juliana De Angelis, a participação no evento fortalece a rede de proteção e reafirma a importância da atualização constante. “Participar de um evento como este é fortalecer nossa rede de proteção e reafirmar que o combate à violência contra a mulher exige união, compromisso e constante atualização”, ressaltou. A delegada Michelle Boscaro enfatizou a relevância da troca de experiências com outros estados. “A troca de experiências nos motiva a aprimorar nossas práticas e reforça que a proteção à mulher é uma prioridade inegociável”, afirmou. A presença da Polícia Civil do Acre na XIX Jornada reforça o compromisso institucional com a defesa dos direitos das mulheres e com a promoção de políticas públicas eficazes, alinhadas à construção de uma sociedade mais justa, igualitária e segura para todas.

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Operação integrada da Polícia Civil e Militar prende foragido de Rondônia acusado de homicídio

Na manhã desta segunda-feira, 11, uma operação integrada entre a Polícias Civil e Militar do Acre, em Marechal Thaumaturgo resultou na prisão de um foragido da Justiça de Porto Velho (RO), acusado de homicídio, trata-se de um homem com as iniciais T.S.B., de 36 anos. A ação foi desencadeada após informações apontarem que o indivíduo estaria escondido em uma residência e em posse de uma motocicleta com suspeita de furto. As equipes se deslocaram até o local indicado e confirmaram as informações. O homem foi identificado como foragido e recebeu voz de prisão. A motocicleta encontrada será alvo de investigação para confirmar sua origem ilícita. O delegado José Obetânio, responsável pela ocorrência, fez contato com a Polícia Civil de Rondônia para comunicar a captura. Durante a troca de informações, foi confirmado que o indivíduo é considerado de alta periculosidade, reforçando a importância da prisão. “O trabalho conjunto das polícias demonstra a efetividade das ações integradas no combate à criminalidade, garantindo que criminosos não encontrem refúgio, mesmo em áreas de difícil acesso”, destacou a autoridade policial. O preso foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e, nos próximos dias, será encaminhado à Justiça de Rondônia para responder pelos crimes que lhe são imputados.

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Polícia Civil prende homem suspeito de abusar sexualmente da própria sobrinha

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigadores da Delegacia-Geral de Xapuri, sob comando do delegado Luccas Vianna, prendeu nesta sexta-feira, 8, um homem de 40 anos suspeito de ter abusado sexualmente da própria sobrinha. A ação ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça após o recebimento de uma denúncia anônima encaminhada ao Conselho Tutelar do município. Segundo as autoridades, a informação indicava que a vítima estaria sendo violentada pelo próprio tio. A partir do relato, o Conselho acionou imediatamente a Polícia Civil, que iniciou os procedimentos investigativos. Com base nas evidências reunidas durante a apuração dos fatos, o delegado Luccas Vianna representou pela prisão do suspeito, que foi localizada e executada com êxito pela equipe da delegacia local. “A denúncia foi recebida com a seriedade que o caso exige. Atuamos com agilidade para preservar a integridade da vítima e garantir que o suspeito fosse responsabilizado. Casos de abuso sexual, especialmente contra crianças e adolescentes, são tratados com máxima prioridade”, afirmou o delegado. O homem foi conduzido à unidade policial e será encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. A vítima está sendo acompanhada por órgãos de proteção e assistência social.

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DEIC recebe novos veículos e equipamentos para reforçar investigações especializadas

Nesta sexta-feira, 8, a Direção-Geral da Polícia Civil do Acre realizou a distribuição de cinco veículos que irão reforçar o trabalho da Divisão Especializada de Investigação Criminal (DEIC), em Rio Branco. Os automóveis foram entregues recentemente pelo governador Gladson Camelí como parte dos investimentos contínuos do governo do Estado na segurança pública. Os veículos serão utilizados pelas unidades especializadas da DEIC, que atuam diretamente no combate a crimes como homicídios, tráfico de entorpecentes, roubo de veículos e organizações criminosas. O reforço da frota garante melhores condições de mobilidade, agilidade nas diligências e mais segurança às equipes policiais durante as operações. Além dos veículos, também foram entregues computadores de alta performance, que vão ampliar a capacidade dos investigadores da Polícia Civil nas ações de inteligência e análise de dados, elementos fundamentais no enfrentamento ao crime organizado e à criminalidade violenta. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da entrega para a atuação das delegacias especializadas. “Esses veículos e equipamentos representam mais do que uma simples entrega de patrimônio: são ferramentas essenciais para que nossas equipes possam trabalhar com mais eficiência, agilidade e segurança. Agradecemos ao governador Gladson Cameli pelo compromisso contínuo com a segurança pública e reforçamos que a Polícia Civil seguirá firme na missão de proteger a sociedade e combater o crime com inteligência e responsabilidade”, afirmou Maciel. A ação integra um conjunto de iniciativas estratégicas da atual gestão voltadas ao fortalecimento das forças de segurança, promovendo melhores condições de trabalho aos policiais e garantindo uma resposta mais eficaz às demandas da população.

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Polícia Civil age com rapidez e prende suspeito de estupro logo após denúncia em Senador Guiomard

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, realizou na última quinta-feira, 7, a prisão em flagrante de um homem de 32 anos, identificado pelas iniciais H. B. da S., suspeito de cometer um estupro contra uma adolescente. A ação rápida foi desencadeada logo após a vítima comparecer à delegacia, acompanhada de familiares, para relatar o ocorrido. O crime teria acontecido em um ramal próximo à zona urbana do município, logo após a adolescente sair da escola. Com base nas informações prestadas pela vítima, os investigadores deram início imediato às diligências e conseguiram localizar e prender o suspeito em flagrante. Durante a abordagem, foi apreendida com o homem uma arma de airsoft, que teria sido utilizada para intimidar a vítima durante a prática do crime. O delegado Rômulo Barros, responsável pelo caso, destacou a eficiência da equipe e o compromisso da Polícia Civil em dar respostas rápidas em casos que envolvem violência sexual. “Nosso dever é agir com celeridade e responsabilidade, especialmente em situações que envolvem vítimas vulneráveis. A prisão foi resultado de um trabalho técnico, sério e comprometido”, afirmou. O suspeito permanece à disposição da Justiça e foi apresentado na manhã desta sexta-feira, 8, em audiência de custódia para os procedimentos legais.

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Polícia Civil conclui investigação sobre morte de advogada Juliana Chaar e prende segundo envolvido

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu na tarde desta quinta-feira, 7, o mandado de prisão preventiva em desfavor de K.M.S., no desdobramento das investigações sobre a morte da advogada Juliana Chaar, ocorrida por atropelamento doloso. A medida cautelar foi solicitada pela autoridade policial ao final da apuração dos fatos, que indicou a existência de dois momentos distintos no crime. Segundo o delegado coordenador da DHPP, Alcino Sousa Júnior, antes do homicídio da advogada, o investigado, de posse de uma arma de fogo de uso restrito, tentou contra a vida de pessoas envolvidas no início da ocorrência. “O trabalho minucioso das equipes de investigação, da perícia criminal e a análise detalhada de imagens e depoimentos de testemunhas foram fundamentais para o completo esclarecimento dos fatos”, destacou o delegado Alcino. Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil indiciou o motorista da caminhonete que atropelou a vítima, pelo crime de homicídio qualificado, e K.M.S., pelo crime de homicídio tentado, com o agravante do uso de arma de fogo de uso restrito. Ambos estão presos e à disposição da Justiça.

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PCAC reforça combate à violência contra a mulher com Operação Shamar

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participa ativamente da Operação “Shamar”, uma ação integrada coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que mobiliza todas as forças de segurança do país no combate à violência contra a mulher. A operação, que teve início no dia 1º de agosto e segue até 4 de setembro, realiza hoje o chamado “Dia D”, data escolhida em homenagem aos 19 anos da promulgação da Lei Maria da Penha. Durante a data, a PCAC intensifica as ações repressivas e preventivas em todo o estado, com reforço das unidades policiais em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Feijó, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter. Além das diligências para cumprimento de mandados e prisões, também estão previstas atividades de conscientização e orientação à população, reforçando o compromisso da instituição com a proteção das mulheres e a punição dos agressores. “A Operação Shamar é uma demonstração clara de que o enfrentamento à violência contra a mulher é uma prioridade. No Acre, estamos atuando com firmeza e sensibilidade, unindo ações repressivas e preventivas para garantir que cada mulher tenha o direito de viver sem medo. Nosso trabalho vai além da repressão: é também acolher, orientar e proteger. E neste Dia D, em que celebramos os 19 anos da Lei Maria da Penha, reforçamos nosso compromisso com a vida e a dignidade de todas as mulheres acreanas”, enfatizou a Juliana De Angelis Drachenberg, responsável pelaa ações da Operação Shamar no Acre. A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, é considerada um marco histórico no enfrentamento à violência doméstica e familiar no Brasil, trazendo mecanismos mais rígidos para coibir e punir esse tipo de crime. A Operação Shamar integra os esforços do Ministério da Justiça e Segurança Pública com os estados, unindo forças para ampliar o alcance das ações de proteção e garantir que cada denúncia seja apurada com agilidade e rigor. No Acre, a Polícia Civil reafirma que seguirá firme na missão de reduzir os índices de feminicídio e promover segurança para todas as mulheres.

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Polícia Civil representa por medida protetiva em favor de homem vítima de violência em relação homoafetiva, com base em decisão do STF

Na última quarta-feira, 6, a Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, coordenada pelo delegado Dr. Luccas Vianna, representou junto ao Poder Judiciário pela concessão de uma medida protetiva de urgência em favor de um homem vítima de violência doméstica ocorrida no contexto de uma relação homoafetiva. O pedido foi deferido pela Justiça e tem como base um entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou o alcance da Lei Maria da Penha a casais homoafetivos do sexo masculino. A decisão histórica do STF, proferida em 25 de fevereiro de 2025 no julgamento do Mandado de Injunção 7.452/DF, reconheceu a omissão legislativa e determinou a aplicação das normas protetivas da Lei Maria da Penha a casais homoafetivos masculinos, bem como a mulheres travestis ou transexuais, desde que em contexto de violência doméstica ou familiar. No caso específico, a vítima manteve união estável por cerca de sete anos com o autor das agressões, estando separado há aproximadamente cinco meses. Segundo o relato prestado à Polícia Civil, o ex-companheiro, inconformado com o fim da relação, passou a persegui-lo e ameaçá-lo reiteradamente. A vítima afirmou que o agressor interfere em seus vínculos profissionais, criando situações de conflito nos locais onde consegue emprego, o que já teria provocado sete demissões. Além disso, a vítima relatou ameaças explícitas, inclusive de morte, caso venha a se envolver em um novo relacionamento. Diante dos fatos, o delegado Luccas Vianna formalizou a representação por medida protetiva, com base na decisão do STF, destacando que a atuação da Polícia Civil está alinhada ao entendimento de que o Estado deve proteger toda e qualquer vítima de violência doméstica, independentemente do gênero ou orientação sexual. “A violência doméstica não escolhe orientação sexual. Nosso papel é garantir que todas as vítimas tenham acesso à proteção prevista em lei. A decisão do STF fortalece esse compromisso e nos dá respaldo jurídico para atuar com mais amplitude nesses casos”, afirmou o delegado.

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Polícia Civil do Acre cumpre mandado de prisão contra mulher condenada por tráfico de drogas em Xapuri

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigadores da Delegacia-Geral de Xapuri, deu cumprimento a um mandado de prisão contra M.C., condenada a nove anos de reclusão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A ação ocorreu no último dia 30 de julho e reforça o compromisso da instituição com o combate ao crime organizado e à disseminação de entorpecentes na região. Segundo consta na sentença proferida pelo Judiciário, M.C. mantinha uma associação criminosa com seu companheiro, D.O., que já havia sido condenado por tráfico de drogas e crueldade contra animais. De acordo com as investigações, o casal atuava de forma reiterada no comércio ilícito de drogas no município de Xapuri, representando uma ameaça à ordem pública e à segurança da população local. Em sua decisão, o magistrado fixou o regime fechado como início de cumprimento da pena e negou à ré o direito de recorrer em liberdade, enfatizando a necessidade de manter a ordem e prevenir novos delitos. Após a prisão, realizada com eficiência pelos agentes da Polícia Civil, M.C. foi apresentada à audiência de custódia, ocasião em que o Poder Judiciário optou por manter sua prisão, reconhecendo a legalidade da ação policial e a gravidade dos crimes cometidos.

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