Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

26 de agosto de 2025

Notícias

Polícia Civil do Acre integra Portal Nacional de Desaparecidos para fortalecer localização de pessoas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a integrar oficialmente o Portal de Desaparecidos do Brasil, lançado nesta terça-feira, 26, durante o 4° Encontro Nacional de Tecnologia e Inteligência para Líderes e Gestores das Polícias Civis, em Fortaleza (CE). A plataforma nacional representa um marco na modernização das investigações relacionadas ao desaparecimento de pessoas e possibilita o compartilhamento integrado de informações entre todas as Polícias Civis do país. Com o novo sistema, a PCAC poderá alimentar e consultar dados em tempo real, o que amplia a celeridade na localização de desaparecidos e fortalece a cooperação interestadual. A tecnologia permitirá cruzar informações de diferentes estados, otimizando os esforços da polícia acreana para encontrar pessoas e oferecer respostas mais rápidas às famílias. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, destacou a importância da ferramenta para o trabalho investigativo no estado. “A adesão ao Portal Nacional de Desaparecidos é um avanço enorme para a Polícia Civil do Acre. Muitas vezes, lidamos com casos em que a pessoa desaparecida pode ter atravessado fronteiras estaduais, e agora teremos acesso imediato a informações atualizadas em todo o país. Essa integração fortalece nossa capacidade de investigação e demonstra o compromisso da PCAC com a proteção da vida e a defesa dos direitos humanos”, enfatizou. A PCAC reforça que não é necessário esperar 24 horas para registrar um boletim de ocorrência em casos de desaparecimento. O registro imediato aumenta as chances de localização da pessoa desaparecida e agiliza a atuação dos órgãos de segurança. O Portal de Desaparecidos do Brasil já está disponível para consulta diretamente no site oficial da Polícia Civil do Acre e também pode ser acessado pelo endereço: desaparecidosbrasil.org

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Dois presos por estelionato e um apreendido por assalto em operação da Polícia Civil

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, realizou na manhã desta terça-feira, 26, uma operação que resultou na prisão de dois indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes de estelionato, além do cumprimento de um mandado de internação contra um terceiro investigado por participação em um assalto ocorrido em uma loja de celulares na cidade. A ação foi desencadeada por investigadores que atuam em Tarauacá e é resultado de um trabalho minucioso de inteligência e monitoramento. De acordo com a Polícia Civil, a operação integra os esforços contínuos da instituição para combater crimes patrimoniais e garantir a segurança da população tarauacaense. Os dois presos por estelionato e o menor apreendido foram conduzidos à Delegacia Geral de Tarauacá para os procedimentos legais cabíveis. A Polícia Civil segue investigando possíveis desdobramentos dos crimes e não descarta novas prisões nos próximos dias.

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Polícia Civil cumpre mandado de internação contra jovem envolvido em crime de tortura em Xapuri

Na última segunda-feira, 25, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigadores da Delegacia-Geral de Xapuri, deu cumprimento a um mandado de internação contra R. dos S. A., atualmente maior de idade. De acordo com as investigações, o jovem esteve envolvido em um crime de tortura ocorrido em 2024, no bairro Sibéria, em Xapuri. Na época, R. dos S. A. era menor de idade, mas, por meio de um trabalho minucioso de investigação, os policiais conseguiram reunir provas que confirmam a sua participação no delito, praticado juntamente com outros indivíduos. Durante o cumprimento da ordem judicial, o jovem foi localizado em uma residência de familiares, também no bairro Sibéria. Ele foi apreendido, conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e, em seguida, encaminhado para a Pousada do Menor do Alto Acre, onde ficará à disposição da Justiça.

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Polícia Civil prende suspeito de roubo com restrição de liberdade durante operação em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), com o apoio da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), cumpriu na manhã desta terça-feira, 26, dois mandados de busca e um de prisão preventiva em desfavor de G. O. da S.. A ordem judicial foi expedida pelo Juízo da Vara de Garantias da Comarca de Rio Branco. De acordo com a decisão do magistrado, os mandados foram autorizados em razão do envolvimento do investigado em um roubo contra uma motorista de aplicativo, ocorrido no bairro Mocinha Magalhães, em Rio Branco. A vítima, além de ter o carro e pertences subtraídos, foi mantida em restrição de liberdade, o que elevou a gravidade do crime. A prisão preventiva foi decretada como medida para garantir a ordem pública. Após um intenso trabalho de investigação e levantamento de informações, a Polícia Civil localizou o suspeito e deu cumprimento aos mandados. “A pronta atuação da DCORE demonstra nosso compromisso em combater o crime e proporcionar segurança à nossa comunidade. A prisão dos envolvidos é mais um passo na luta contra a criminalidade em nossa região”, destacou o delegado Yvens Dixon, responsável pela operação. Além da acusação de roubo, o suspeito também é investigado por envolvimento em crimes de homicídio na Comarca de Rio Branco, motivo pelo qual a operação contou com o apoio de agentes da DHPP. Após ser capturado, o investigado foi conduzido à sede da DCORE para os procedimentos iniciais e, em seguida, entregue à Delegacia de Flagrantes (DEFLA). Ele permanece à disposição da Justiça e passará por audiência de custódia.

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Durante a Operação Shamar, Polícia Civil prende investigado por violência doméstica em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), deu cumprimento na última segunda-feira, 25, a um mandado de prisão preventiva em desfavor de R. F. L., investigado pelos crimes de ameaça e lesão corporal contra sua atual companheira. O investigado já cumpre pena pelo crime de feminicídio ocorrido em 2015 e encontrava-se sob monitoramento eletrônico em regime semiaberto. Além do histórico criminal, ele está sendo investigado em novo procedimento por práticas de violência doméstica em face de sua atual companheira. Após a representação da Delegada de Polícia Plantonista e a decretação da prisão pelo Poder Judiciário, o mandado foi devidamente cumprido e o investigado foi devidamente interrogado, encontrando-se à disposição da Justiça. A Polícia Civil reforça que segue atuando de forma ininterrupta no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, reafirmando seu compromisso com a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.

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Polícia Civil identifica corpos encontrados na zona rural de Mâncio Lima

A equipe da Polícia Civil do Acre (PCAC), que atua em Mâncio Lima, identificou na tarde da última segunda-feira, 25, os dois corpos encontrados na zona rural da cidade, no Ramal do “Feijão Insosso”. As vítimas foram identificadas como Marcondes Melo da Cunha, de 39 anos, e João Paulo da Silva Pedroza, de 26 anos. De acordo com as investigações, Marcondes Melo era um velho conhecido da polícia e possuía um mandado de prisão em aberto. Ele integrava uma organização criminosa atuante na região e, segundo relatos, dormia na mata para evitar ataques de membros de um grupo rival. Marcondes também era apontado como traficante de drogas, realizando constantes viagens ao Peru para buscar entorpecentes, que eram posteriormente distribuídos em diversas regiões do Brasil. A Polícia Civil trabalha para esclarecer as circunstâncias das mortes e apurar possíveis conexões com disputas entre facções criminosas na região. “Estamos reunindo todas as informações para entender o contexto em que essas mortes ocorreram. Marcondes Melo tinha histórico criminal, era integrante de organização criminosa e estava foragido da Justiça. Trabalhamos com a hipótese de que a motivação esteja relacionada à disputa entre facções, mas não descartamos nenhuma linha de investigação. Nosso objetivo é identificar todos os envolvidos e garantir que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou o delegado José Obetânio, responsável pelo inquérito.

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