Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

5 de agosto de 2025

Notícias

Polícia Civil do Acre é reconhecida nacionalmente em prêmio do CNJ pelo enfrentamento à violência contra a mulher

A Polícia Civil do Acre (PCAC) alcançou reconhecimento nacional ao figurar entre os dez primeiros colocados na 5ª Edição do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral 2025, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A premiação valoriza ações e projetos voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. Na categoria “Atores e atrizes do Sistema de Justiça Criminal”, três projetos da PCAC se destacaram entre os inscritos de todo o país, evidenciando o empenho da instituição na construção de políticas públicas de proteção à mulher: O Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral foi instituído em homenagem à magistrada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, vítima de feminicídio em 2020. A premiação reconhece iniciativas que promovem justiça, acolhimento e dignidade às mulheres, e é regida pela Resolução CNJ nº 377/2021. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, celebrou o reconhecimento e destacou o compromisso da instituição com a causa. “Esse reconhecimento do CNJ é motivo de orgulho para toda a Polícia Civil do Acre. Mostra que nossas iniciativas não apenas produzem impacto positivo localmente, mas também servem de exemplo nacional na luta contra a violência de gênero. É o reflexo direto do trabalho sério e comprometido das nossas delegadas e agentes, que se dedicam diariamente à proteção e ao acolhimento das mulheres acreanas”, enfatizou. A conquista reforça o papel da Polícia Civil como agente ativo na transformação social e no enfrentamento da violência doméstica, reafirmando seu compromisso com a promoção de direitos e da segurança das mulheres em todo o estado.

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Polícia Civil do Acre cumpre quatro mandados de prisão em Senador Guiomard

Na manhã desta terça-feira, 5, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, realizou uma operação que resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão. A ação tem como objetivo reforçar o combate à impunidade e garantir o cumprimento das decisões judiciais no município. Três dos mandados foram expedidos em desfavor de indivíduos que tiveram a regressão do regime de cumprimento de pena. Os alvos foram identificados como V. D. S. e S., de 28 anos, A. F. F. da S., de 24 anos, e P. D. D. N., de 22 anos. Eles foram localizados e presos pelas equipes da Polícia Civil durante diligências realizadas ao longo da manhã. O quarto mandado de prisão foi cumprido contra D. O. D. S., de 51 anos, que descumpriu medida protetiva de urgência imposta pela Justiça. O caso reforça a importância do monitoramento e da responsabilização de agressores em casos de violência doméstica e familiar. Após a detenção, os quatro presos foram encaminhados à delegacia e, em seguida, ficarão à disposição do Poder Judiciário, onde participarão de audiência de custódia, conforme prevê a legislação.

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Acre participa da Campanha Nacional de Coleta de DNA para identificação de pessoas desaparecidas

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) deu início, nesta terça-feira, 5, à edição 2025 da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A iniciativa, que se estende até o dia 15 de agosto, tem como objetivo ampliar o banco de dados genéticos nacional e estaduais com informações que possam ajudar na identificação de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. No Acre, o ponto de coleta será o Instituto de Análises Forense do Departamento de Polícia Técnica-Científica, em Rio Branco, onde os familiares de desaparecidos poderão doar material genético, como saliva, para que os perfis sejam analisados e comparados com os registros do Banco Nacional de Perfis Genéticos e bancos estaduais. Para realizar a coleta, os interessados devem apresentar, nesta primeira fase, o boletim de ocorrência do desaparecimento. Além das coletas, a campanha articula uma força-tarefa nacional para acelerar a análise de perfis genéticos que ainda aguardam processamento nos laboratórios forenses. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com apoio de delegacias especializadas, autoridades centrais estaduais e laboratórios de genética forense de todo o país. A Polícia Técnico-Científica do Acre atua de forma integrada à campanha, oferecendo estrutura e equipe especializada para garantir a coleta e o processamento adequado do material genético. O diretor do departamento da Polícia Técnico-Científica do Acre, Mário Sandro Martins, destacou a importância da participação da sociedade. “O material genético fornecido pelos familiares é uma ferramenta científica poderosa. Cada coleta pode representar uma nova esperança, um novo caminho para localizar alguém que desapareceu. Nosso trabalho é dar suporte técnico e humano para que essas respostas cheguem o quanto antes às famílias”, enfatizou Mário Sandro. Na segunda fase da campanha, o foco será a coleta de impressões digitais e de material genético de pessoas vivas com identidade desconhecida, muitas vezes abrigadas em instituições de saúde ou assistência social. Em seguida, será feita a chamada análise do passivo (backlog), quando as impressões digitais de corpos não identificados, armazenadas nas unidades da federação, serão confrontadas com os dados biométricos registrados. Todos os dados obtidos serão integrados à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), coordenada nacionalmente pela Senasp por meio da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). O delegado-geral da Polícia Civil do Acre (PCAC), Dr. Henrique Maciel, reforçou o comprometimento da instituição com a causa. “A coleta de material biológico é um passo essencial para aumentar as chances de encontrar essas pessoas e pôr fim ao sofrimento de tantas famílias que aguardam por respostas. A PCAC segue comprometida com essa causa, utilizando todas as ferramentas disponíveis para alcançar resultados e encontrar pessoas que desapareceram no estado do Acre”. A campanha reforça o compromisso do Estado brasileiro com o direito à memória, à verdade e à dignidade das vítimas e de seus familiares. A Polícia Civil do Acre convida a população a colaborar e buscar informações no Instituto de Análises Forense de Rio Branco durante o período da campanha.

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