Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

janeiro 2026

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Instituto de Identificação do Acre consolida avanço histórico na emissão da Carteira de Identidade Nacional

O Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo, vinculado à Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC), apresentou o Relatório Final de Resultados referente ao período de 1º de janeiro a 17 de dezembro de 2025, evidenciando um desempenho institucional expressivo na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), em conformidade com o Decreto Federal nº 10.977/2022 e demais normativos que regem a Política Nacional de Identificação Civil. Durante o período avaliado, foram 85.446 Carteiras de Identidade Nacional impressas, número que reforça a eficiência operacional do sistema acreano. Desde a implantação da CIN no estado, o total acumulado ultrapassa 300 mil documentos emitidos, alcançando aproximadamente 33% da população do Acre. O desempenho é resultado de um modelo de gestão planejado, que respeita o princípio da economicidade previsto no Decreto Federal nº 10.977/2022, o qual estabelece que os documentos de identidade antigos permanecem válidos até 1º de março de 2032, permitindo que a substituição pela CIN ocorra de forma gradual, organizada e compatível com a capacidade operacional dos institutos estaduais. Desde agosto de 2022, o Acre alcançou um marco nacional ao se tornar o primeiro estado brasileiro a realizar a emissão integral da nova Carteira de Identidade Nacional em 100% do seu território, garantindo atendimento em todos os municípios, inclusive em regiões de difícil acesso, comunidades ribeirinhas e áreas de fronteira. Atualmente, o estado conta com postos de identificação ativos nos municípios de Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Porto Walter, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri, assegurando acesso equitativo ao serviço de identificação civil, independentemente da localização geográfica do cidadão. Para o diretor do Instituto de Identificação, Junior Cesar da Silva, os resultados refletem um trabalho técnico, comprometido e alinhado às diretrizes nacionais. “O Acre construiu um modelo eficiente e responsável de emissão da Carteira de Identidade Nacional, respeitando a capacidade operacional do Estado e garantindo acesso a toda a população. Alcançar mais de 300 mil documentos emitidos, com cobertura em todos os municípios, inclusive nas regiões mais remotas, demonstra o comprometimento da equipe e a seriedade com que tratamos a identificação civil como um direito fundamental”, destacou. Nos municípios que dispõem de Organizações em Centros de Atendimento (OCA), a triagem, o agendamento e a distribuição de senhas são operacionalizados pela Secretaria de Estado de Administração (Sead), modelo de gestão integrada que contribui para a organização do atendimento, redução de filas e maior eficiência operacional, permitindo que o Instituto concentre seus esforços na atividade-fim de identificação civil. Com foco na ampliação do acesso e na inclusão social, o Governo do Estado, por meio da Polícia Civil e do Instituto de Identificação, executou ao longo do ano 100 ações itinerantes, em parceria com órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça do Acre, INCRA, além de programas estaduais e municipais no âmbito do “Juntos pelo Acre”. Em Rio Branco, foram realizados 185 atendimentos domiciliares, voltados a pessoas com comorbidades, mobilidade reduzida ou impedimentos de deslocamento, assegurando dignidade, inclusão social e acesso a direitos fundamentais, como benefícios sociais e previdenciários. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição na promoção da cidadania. “A identificação civil é uma porta de entrada para o exercício pleno da cidadania. A Polícia Civil do Acre tem orgulho de integrar essa política pública, levando dignidade, inclusão e acesso a direitos a todos os acreanos, inclusive aqueles que vivem em áreas de difícil acesso. Esses resultados consolidam o Acre como referência nacional em identificação civil”, afirmou. A eficiência, organização e celeridade do sistema acreano também têm atraído cidadãos de outros estados, que buscam atendimento no Acre diante da garantia de entrega da CIN em até 30 dias corridos, reconhecimento que reforça a qualidade do serviço prestado e evidencia a necessidade contínua de fortalecimento estrutural, tecnológico e de pessoal para manutenção do padrão de excelência.  

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Polícia Civil cumpre novos mandados e encontra depósito clandestino de medicamentos em Rio Branco

Em mais um desdobramento das investigações sobre o desvio de medicamentos e insumos hospitalares da rede estadual de saúde, a Polícia Civil do Acre (PCAC) cumpriu, nesta quarta-feira, 14, dois mandados de busca e apreensão em Rio Branco. Um dos locais inspecionados fica na região da Gameleira, onde a equipe policial localizou mais um depósito clandestino utilizado para o armazenamento irregular de medicamentos oriundos da rede pública de saúde. De acordo com a investigação, a autoridade policial trabalha com a hipótese de que o local seja de responsabilidade do mesmo idoso de 74 anos que já vinha sendo investigado desde a semana passada por envolvimento no esquema. O segundo alvo da operação foi uma clínica que presta serviços de saúde, pois os proprietários do estabelecimento são investigados sobre a hipótese de crime de receptação de medicamentos. A ação faz parte de uma investigação mais ampla, iniciada há alguns meses a pedido do secretário de Estado de Saúde, e conduzida por meio de uma força-tarefa da Polícia Civil. Com os mandados cumpridos nesta quarta-feira, já são cinco ordens judiciais executadas no âmbito da apuração, que busca identificar todos os envolvidos no esquema criminoso, bem como o destino final dos medicamentos desviados. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, destacou a importância do trabalho investigativo e o compromisso da instituição com a defesa da saúde pública. “Estamos tratando de um crime extremamente grave, que atinge diretamente a população que depende do sistema público de saúde. A Polícia Civil está atuando de forma firme e contínua para identificar todos os responsáveis, desarticular esse esquema criminoso e garantir que os culpados sejam responsabilizados na forma da lei. Esse é um trabalho técnico, sério e que seguirá até o completo esclarecimento dos fatos”, afirmou o delegado-geral. As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. A Polícia Civil reforça que denúncias podem contribuir de forma decisiva para o avanço das apurações, através do 181.

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Polícia Civil prende quatro suspeitos por assassinato ligado a facção criminosa em Brasiléia

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, deflagrou nesta terça-feira, 13, uma operação para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados ao assassinato de Regina Patrícia Teixeira da Cunha. O crime ocorreu na madrugada do dia 2 de janeiro e, segundo as investigações, foi motivado por vingança e pela dinâmica de atuação de facções criminosas na região. Durante a ação policial, quatro indivíduos foram presos, acusados de envolvimento direto no planejamento e na execução do homicídio qualificado. Uma quinta investigada, apontada como peça-chave na logística do crime, permanece foragida. Conforme apurado, a vítima teve sua morte “decretada” por membros da facção, sob a alegação de que estaria repassando informações da organização criminosa às autoridades. As investigações levaram ao cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um imóvel localizado no bairro Eldorado, identificado como o “centro logístico e operacional” do grupo criminoso. No local, a Polícia Civil buscou apreender a faca utilizada no homicídio, um sistema de monitoramento eletrônico (DVR) que pode ter registrado a movimentação dos envolvidos, além de objetos com possíveis vestígios de sangue, como um balde usado para a limpeza das mãos do executor após o crime. De acordo com o inquérito, a investigada que segue foragida foi responsável por fornecer pessoalmente a arma utilizada no assassinato, uma faca de açougueiro de grande porte, com cabo branco, além de disponibilizar sua motocicleta para o deslocamento e a fuga dos executores após o homicídio. O delegado Erick Ferreira Maciel fundamentou o pedido de prisão preventiva na alta periculosidade dos envolvidos e no risco à ordem pública. Segundo ele, a liberdade dos acusados representava uma ameaça concreta às testemunhas e à própria colheita de provas, diante da característica de “tribunal do crime” que marcou a execução. As investigações continuam para localizar a última suspeita e concluir o inquérito policial, que já conta com confissões detalhadas de parte dos presos.  

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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos. No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos. As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos. Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação. “As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral. O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor. As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização. Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.

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Homicídio em Tarauacá é esclarecido pela Polícia Civil do Acre após trabalho minucioso

Após mais de um mês de intensas investigações, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de Investigadores da Delegacia-Geral de Tarauacá, elucidou o homicídio que vitimou Gilberlândio de Castro Souza. Nesta segunda-feira, 12, foi realizado o cumprimento de três mandados de prisão contra os autores do crime. Os mandados foram em desfavor de M.A.O.V. e dois irmãos da etnia Kaxinawá, apontados como responsáveis pelo homicídio. De acordo com a Polícia Civil, os três investigados são réus confessos, tendo admitido a participação no crime durante os atos investigatórios. “Ao longo da apuração, a equipe policial realizou conduções de pessoas à delegacia, colheu diversos depoimentos, efetuou um levantamento minucioso de provas e analisou informações fundamentais que levaram à identificação dos autores”, enfatizou o delegado José Ronério, que preside o inquérito policial. Diante da robustez do conjunto probatório e das confissões dos envolvidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva dos investigados. O pedido foi devidamente analisado e deferido pelo Poder Judiciário. Os autores foram presos e permanecem à disposição da Justiça, onde responderão pelo crime e às demais providências legais cabíveis.

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Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão em Tarauacá nesta segunda-feira

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, cumpriu nesta segunda-feira, 12, dois mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário, em ações distintas realizadas no município. O primeiro mandado foi cumprido em desfavor de C.F.L., investigado por crime previsto na Lei Maria da Penha, em razão de violência doméstica. Após a prisão, o acusado foi conduzido à unidade policial para a adoção dos procedimentos legais cabíveis. Já o segundo mandado de prisão foi cumprido contra F.A.S.J., em decorrência do descumprimento das medidas impostas no regime de monitoramento eletrônico. A violação das condições estabelecidas pela Justiça resultou na regressão de regime e, consequentemente, na expedição da ordem judicial. Após o cumprimento das determinações judiciais, ambos os presos foram encaminhados ao hospital local, onde passaram por exames de corpo de delito. Em seguida, foram apresentados na Delegacia-Geral de Tarauacá, onde permanecem à disposição da Justiça para as providências legais.  

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Delegado-geral destaca avanços da Polícia Civil do Acre e apresenta balanço das ações de 2025 em entrevista à Gazeta

Nesta segunda-feira, 12 de janeiro, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre (PCAC concedeu entrevista ao programa Gazeta Entrevista, onde apresentou um balanço das principais ações e resultados alcançados pela instituição ao longo de 2025. Durante a entrevista, o delegado-geral destacou programas estratégicos que têm fortalecido a atuação da Polícia Civil no estado, com ênfase para os projetos Bem-Me-Quer e Pacificar. O programa Bem-Me-Quer tem como foco o atendimento especializado e humanizado a mulheres vítimas de violência, garantindo acolhimento adequado, orientação e encaminhamento célere das demandas, reforçando o compromisso da PCAC no enfrentamento à violência doméstica e familiar. Outro destaque foi o programa Pacificar, que obteve resultados expressivos ao longo do ano, realizando mais de 800 acordos por meio de audiências de conciliação e mediação de conflitos. A iniciativa tem contribuído para a resolução pacífica de demandas, redução da judicialização de conflitos e fortalecimento da cultura do diálogo. Na área de infraestrutura, o delegado-geral ressaltou a entrega da Delegacia de Rodrigues Alves totalmente revitalizada, proporcionando melhores condições de trabalho aos servidores e um atendimento mais digno à população. Também foi entregue a unidade física do Qualivida, espaço voltado à valorização e ao cuidado com a saúde e o bem-estar dos profissionais da Polícia Civil. No campo operacional, os números também refletem a intensidade do trabalho desenvolvido pela instituição. Em 2025, a PCAC realizou 1.051 medidas protetivas, instrumentos legais fundamentais para garantir a segurança das vítimas, impondo restrições aos agressores, como afastamento do lar e proibição de contato. Além disso, foram instaurados mais de 1.300 inquéritos policiais, todos devidamente concluídos e remetidos ao Poder Judiciário, reforçando o compromisso da Polícia Civil com a investigação qualificada e a responsabilização criminal. Ao final da entrevista, o delegado-geral enfatizou que os resultados apresentados são fruto do empenho e da dedicação dos servidores da Polícia Civil do Acre, aliados a investimentos estratégicos e políticas públicas voltadas à modernização da instituição e à proteção da sociedade acreana.

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Polícia Civil prende foragido condenado por homicídio qualificado após campana no porto de Mâncio Lima

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Combate a Crimes Patrimoniais (Nepatri) em Cruzeiro do Sul, cumpriu, no último domingo, 11, um mandado de prisão definitiva contra o indivíduo identificado pelas iniciais P.R.S.O., condenado pelo crime de homicídio qualificado. A partir de diligências contínuas que apontaram que o foragido estaria chegando ao município de Mâncio Lima. Diante das informações, a equipe realizou campana durante a tarde no porto da cidade, permanecendo em vigilância até o momento em que o indivíduo atracou no local, quando foi abordado e capturado pelos investigadores do Nepatri. O condenado possui sentença definitiva proferida em 19 de março de 2025, com pena fixada em 16 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, e encontrava-se foragido da Justiça, tendo mudado de endereço diversas vezes para evitar a responsabilização penal. Após a prisão e os procedimentos de praxe, o indivíduo será encaminhado ao Presídio Manoel Neri da Silva, onde ficará à disposição do Poder Judiciário para o cumprimento integral da pena.

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Polícia Civil cumpre terceiro mandado de busca e apreensão em investigação sobre desvio de medicamentos da rede estadual

A Polícia Civil do Acre (PCAC) cumpriu, neste sábado, 10, o terceiro mandado de busca e apreensão no âmbito das investigações que apuram o desvio de medicamentos e insumos hospitalares da rede pública estadual de saúde. A ação foi realizada no bairro Chico Mendes, em Rio Branco, e faz parte do aprofundamento das diligências conduzidas pela equipe responsável pelo caso. Durante o cumprimento da ordem judicial, os investigadores apreenderam um veículo modelo Amarok, de cor branca, que vinha sendo investigado por supostamente ter sido utilizado no transporte dos medicamentos desviados da rede pública de saúde. Além do automóvel, aparelhos celulares também foram recolhidos e devem auxiliar na análise do esquema investigado. De acordo com autos da investigação, o veículo pertence a uma pessoa que presta serviços à Secretaria de Estado de Saúde, o que reforça a linha investigativa sobre a possível participação de terceiros no desvio dos insumos hospitalares. O delegado Igor Brito, responsável pelas investigações, destacou que o trabalho policial segue de forma criteriosa e contínua. “As investigações avançam de maneira técnica e responsável. Esse terceiro mandado cumprido reforça os indícios já levantados ao longo do inquérito. Todo o material apreendido será periciado e analisado, e novas medidas judiciais devem ser adotadas nos próximos dias para esclarecer completamente os fatos e identificar todos os envolvidos”, afirmou. A Polícia Civil ressalta que o inquérito segue em andamento e que novas fases da operação não estão descartadas, com o objetivo de coibir práticas criminosas que causem prejuízo ao sistema público de saúde e à população acreana.

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