Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

20 de janeiro de 2026

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Polícia Civil do Acre prende suspeito por porte ilegal de arma e tráfico de drogas em Mâncio Lima

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Mâncio Lima, em trabalho conjunto com a Polícia Militar, prendeu em flagrante, na manhã desta terça-feira, 20, um indivíduo pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. A ação foi coordenada pelo delegado Marcílio Laurentino, que informou que, desde as primeiras horas do dia, as forças de segurança vêm intensificando operações com o objetivo de localizar e prender foragidos da Justiça, além de indivíduos envolvidos com facção criminosa, roubos e furtos na região. Segundo as informações repassadas à polícia, o suspeito estaria dando apoio logístico a uma facção criminosa, auxiliando na prática de roubos no município de Mâncio Lima e escondendo foragidos da Justiça. Durante a abordagem policial, o indivíduo tentou fugir em uma motocicleta, mas foi rapidamente interceptado pelas equipes. Na revista pessoal, os policiais encontraram em sua cintura um revólver calibre .22. Em seguida, durante buscas realizadas no quintal da residência, foi localizada droga do tipo “skunk”, caracterizando o crime de tráfico de entorpecentes. A motocicleta apreendida também é suspeita de ter sido utilizada em um roubo de outra motocicleta, ocorrido no último sábado no município de Cruzeiro do Sul, fato que será devidamente apurado no decorrer das investigações. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Mâncio Lima, onde foi autuado em flagrante. Após os procedimentos legais, ele será encaminhado para audiência de custódia, ocasião em que o Poder Judiciário decidirá sobre a manutenção da prisão ou eventual concessão de liberdade, conforme prevê a legislação.

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Operação Casa Maior já resulta em 42 prisões e apreensão de mais de R$ 442 mil em bens

A Polícia Civil do Acre, com apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado, segue avançando de forma contundente na Operação Casa Maior, que já resultou em 42 prisões, no cumprimento de 37 mandados de busca e apreensão e na apreensão de bens avaliados em R$ 442.112,00. Deflagrada no dia 13 de janeiro, a operação mobilizou uma grande força-tarefa e cumpriu mais de 100 ordens judiciais nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além de ações simultâneas em outros estados do país, incluindo Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso, evidenciando o caráter interestadual da organização criminosa investigada. Durante a operação, foram apreendidos veículos avaliados em mais de R$ 378 mil, além de mais de R$ 30 mil em dinheiro, celulares, armas de fogo e outros materiais utilizados pela organização criminosa, que possui forte atuação nos crimes de tráfico de drogas, extorsão e delitos violentos. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, a Operação Casa Maior representa um dos maiores enfrentamentos já realizados contra o crime organizado no estado. “A Operação Casa Maior demonstra a força da integração entre a Polícia Civil do Acre e o Ministério Público no combate às organizações criminosas. Estamos falando de uma atuação estratégica, qualificada e que ultrapassa as fronteiras do estado, atingindo diretamente a estrutura financeira e operacional do crime organizado”, destacou o delegado-geral. O coordenador do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), delegado Pedro Paulo Buzolin, ressaltou que a investigação foi construída ao longo do tempo e teve como foco principal a desarticulação completa do grupo criminoso. “Essa operação é resultado de um trabalho técnico, minucioso e integrado. O objetivo não é apenas realizar prisões, mas enfraquecer a organização criminosa como um todo, retirando seus recursos financeiros, sua logística e sua capacidade de continuar praticando crimes violentos e o tráfico de drogas”, afirmou Buzolin. A Operação Casa Maior segue em andamento, com novas diligências e análises do material apreendido, reforçando o compromisso da Polícia Civil do Acre em atuar de forma firme e integrada no enfrentamento ao crime organizado, garantindo mais segurança à população acreana.

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Polícia Civil do Acre expande projeto Closet Solidário para Tarauacá e Feijó

A Polícia Civil do Acre (PCAC) vem fortalecendo, de forma contínua, as políticas públicas voltadas ao acolhimento de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e sexual. Como parte desse compromisso com um atendimento cada vez mais humanizado, a instituição criou o ‘Closet Solidário’, um projeto que oferece roupas limpas e produtos de higiene pessoal às vítimas que chegam às delegacias em situação de extrema vulnerabilidade. Na última segunda-feira, 19, o projeto deu mais um passo importante ao ser expandido para os municípios de Tarauacá e Feijó, ampliando o alcance da iniciativa no interior do estado. Nessas cidades, o Programa Bem-Me-Quer já está em funcionamento e agora passa a contar com o reforço do Closet Solidário, fortalecendo a rede de proteção às vítimas. O Programa Bem-Me-Quer, coordenado pela PCAC, tem como objetivo oferecer atendimento especializado, humanizado e integrado às mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, garantindo escuta qualificada, orientação, encaminhamentos à rede de apoio e maior sensibilidade no acolhimento dentro das unidades policiais. A idealização do Closet Solidário partiu da delegada Elenice Frez, coordenadora da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), em Rio Branco, que identificou a necessidade de ir além do procedimento policial tradicional, oferecendo um suporte mais digno às vítimas. Muitas vezes, essas mulheres e crianças chegam até as unidades policiais fragilizadas, não apenas pela violência sofrida, mas também pela condição em que estão. O ‘Closet Solidário’ foi pensado para proporcionar um momento de dignidade e conforto para essas pessoas. A iniciativa foi prontamente acolhida pela Direção-Geral da Polícia Civil do Acre, que reconheceu o impacto social do projeto e a importância de fortalecer ações que coloquem a vítima no centro do atendimento. Para a delegada Dra. Juliana De Angelis, Representante Institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da PCAC e coordenadora estadual do Bem-Me-Quer, a expansão do Closet Solidário representa um avanço significativo na forma como a instituição atua no enfrentamento à violência. “O Closet Solidário é mais do que a entrega de roupas ou itens de higiene. Ele simboliza o cuidado, o respeito e a dignidade que a Polícia Civil do Acre busca garantir às vítimas em um dos momentos mais difíceis de suas vidas. Ao integrar esse projeto ao Bem-Me-Quer em Tarauacá e Feijó, fortalecemos uma política pública que olha para além do crime, enxergando a pessoa que precisa de acolhimento, proteção e apoio para recomeçar”, afirmou a delegada. Com iniciativas como o Closet Solidário, a Polícia Civil do Acre reafirma que seu papel vai além da investigação e responsabilização criminal. A instituição demonstra, na prática, o compromisso com um atendimento sensível, humano e digno, contribuindo para a reconstrução da autoestima e da segurança de vítimas que buscam amparo quando mais precisam.

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Polícia Civil prende suspeito de lesão corporal grave em Tarauacá

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, realizou nesta terça-feira, 20, a prisão de M. P. R., conhecido pelo apelido de “Boi”, suspeito da prática do crime de lesão corporal grave. De acordo com as informações apuradas pelos investigadores, o crime teria sido motivado por ciúmes envolvendo a companheira do suspeito. Durante a discussão, o autor teria utilizado uma faca para desferir golpes na região do tórax da vítima, que foi socorrida e permanece hospitalizada. Após tomarem conhecimento do ocorrido, os policiais civis realizaram diligências que resultaram na localização e prisão do suspeito. O possível autor dos golpes, bem como a mulher apontada como pivô da confusão, foram conduzidos à Delegacia de Tarauacá. Na unidade policial, ambos foram apresentados à autoridade policial, onde prestaram depoimento e foram adotados os procedimentos legais de praxe. O caso segue sob investigação para o completo esclarecimento dos fatos e posterior responsabilização criminal do envolvido, conforme determina a lei.

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Polícia Civil do Acre prende homem em flagrante por cárcere privado e tortura em Xapuri

A prisão ocorreu após uma denúncia anônima chegar ao conhecimento dos investigadores da Polícia Civil do município de Xapuri. De acordo com as informações apuradas, o autor convivia com a vítima há aproximadamente três anos e, durante todo esse período, vinha submetendo-a a constantes torturas, além de mantê-la em cárcere privado. O casal residia na zona rural de Xapuri, em uma localidade isolada e sem vizinhos próximos, circunstância que dificultava qualquer tentativa da vítima de pedir socorro ou acionar as autoridades. Somente nesta segunda-feira a denúncia foi formalmente recebida pela Polícia Civil, possibilitando a rápida atuação da equipe. Diante da gravidade dos fatos, os investigadores, acompanhados do delegado Luccas Vianna, realizaram diligências imediatas e se deslocaram até a residência da mãe da vítima, onde localizaram o casal, que havia acabado de chegar à zona urbana do município. Durante entrevista realizada com a vítima, os policiais constataram diversos relatos de abusos físicos, psicológicos e ameaças sofridas ao longo dos anos de convivência. Com base nas provas colhidas e nos depoimentos, foi dada voz de prisão ao suspeito, que recebeu ordem de prisão em flagrante. O autor foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Xapuri, onde foi interrogado e autuado em flagrante pela autoridade policial pelos crimes de cárcere privado, ameaça e tortura continuada. Segundo o entendimento da autoridade policial, trata-se de crime permanente, o que legitimou a prisão em flagrante. A PCAC reforça a importância das denúncias, inclusive de forma anônima, para o combate à violência doméstica, destacando que casos dessa natureza serão rigorosamente apurados e os responsáveis devidamente responsabilizados na forma da lei.

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