Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

fevereiro 2026

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Qualivida da Polícia Civil realiza primeiro atendimento psicológico itinerante e leva cuidado a policiais civis de Sena Madureira

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do programa Qualidade de Vida (Qualivida), deu um importante passo no fortalecimento da saúde mental de seus servidores ao realizar, na última sexta-feira, 27, o primeiro atendimento psicológico de forma itinerante. A iniciativa levou as psicólogas do núcleo de Rio Branco até o município de Sena Madureira, garantindo assistência direta aos policiais civis que atuam naquela regional. O Núcleo Qualivida tem como missão cuidar da saúde mental, emocional e social dos servidores da instituição. Com uma equipe formada por profissionais de psicologia, assistência social e outras áreas, o programa desenvolve ações de prevenção, escuta qualificada, acolhimento e apoio psicossocial, promovendo bem-estar e contribuindo para um melhor desempenho profissional. A ação itinerante marca uma nova fase do programa, ampliando o acesso aos atendimentos e aproximando o cuidado da realidade enfrentada diariamente pelos policiais civis nas delegacias do interior. O coordenador do Qualivida, Valcleir Carvalho, destacou a importância da iniciativa. “Nosso objetivo é garantir que todos os policiais civis, independentemente de onde estejam lotados, tenham acesso a um atendimento humanizado e de qualidade. Sabemos que a atividade policial exige muito do emocional e do psicológico, por isso estamos indo até as regionais, ouvindo, acolhendo e oferecendo suporte especializado. Esse cuidado reflete diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, afirmou. O delegado-geral da PCAC, José Henrique Maciel, ressaltou que a iniciativa reforça o compromisso institucional com a valorização dos servidores. “Cuidar da saúde mental dos nossos policiais é uma prioridade. São profissionais que lidam diariamente com situações de alto estresse e grande responsabilidade. Ao levar os serviços do Qualivida até as unidades do interior, garantimos que todos tenham acesso ao suporte necessário, fortalecendo nossa instituição e assegurando que nossos servidores estejam preparados para desempenhar suas funções com máxima eficácia e segurança”, enfatizou. A criação e estruturação do espaço físico do Qualivida foi possível graças ao apoio do governador do Acre, Gladson Camelí, que no ano passado entregou à Polícia Civil um ambiente moderno e humanizado voltado exclusivamente ao cuidado com a saúde mental e emocional dos servidores. Localizado na região central de Rio Branco, em frente ao antigo Fórum Barão do Rio Branco, o espaço conta com consultórios, sala de recepção, auditório, banheiros e copa, proporcionando um ambiente acolhedor e funcional para atendimentos e atividades preventivas. A ação itinerante reflete um esforço contínuo da Polícia Civil do Acre em garantir que seus profissionais estejam bem cuidados, valorizados e preparados para exercer suas funções com excelência. A equipe do Qualivida já se prepara para expandir os atendimentos nesse formato, contemplando tanto as regionais da capital quanto unidades do interior, reafirmando o compromisso institucional com a saúde e o bem-estar de seus servidores.

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Acrelândia e Plácido de Castro recebem núcleos do Bem-Me-Quer

A Polícia Civil do Acre (PCAC) deu mais um passo importante na consolidação de uma política pública voltada ao acolhimento humanizado de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica. Nesta sexta-feira, 27, o programa Bem-Me-Quer foi ampliado com a entrega de dois novos núcleos, um no município de Acrelândia e outro em Plácido de Castro. A iniciativa fortalece o atendimento em cidades onde não há Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs). O Bem-Me-Quer consiste em salas planejadas para oferecer um ambiente acolhedor e diferenciado, com cores suaves, mobília adequada e organização pensada para que a vítima não se sinta em um espaço hostil. O projeto vai além da estrutura física, policiais civis recebem treinamento especializado para garantir um atendimento mais empático, paciente e tecnicamente preparado, respeitando a sensibilidade de cada caso. Idealizado em 2021 pela delegada Mariana Gomes, o programa nasceu da observação da alta demanda de casos envolvendo mulheres, crianças e adolescentes em situação de violência. A partir da necessidade de oferecer um acolhimento mais digno e humanizado, foi criado um novo modelo de atendimento que rapidamente se consolidou como referência no Acre e passou a inspirar iniciativas semelhantes em outros estados. A delegada de Acrelândia, Jade Dene, destacou que o núcleo chega em momento oportuno para fortalecer a rede de proteção no município. “O número de casos envolvendo violência familiar e contra a mulher é significativo em nossa região. Agora, com o núcleo Bem-Me-Quer, esses atendimentos serão otimizados, proporcionando às vítimas um espaço mais adequado, reservado e humanizado, além de reforçar a confiança no trabalho da Polícia Civil”, afirmou. Em Plácido de Castro, o delegado Leandro Lucas Barreto ressaltou o impacto positivo da implantação do projeto. “A chegada do Bem-Me-Quer representa um avanço histórico para o município. Estamos estruturando não apenas um espaço físico diferenciado, mas fortalecendo uma cultura institucional de acolhimento, respeito e sensibilidade no atendimento às vítimas”, pontuou. A solenidade de entrega do núcleo contou ainda com a presença da vereadora Clarice Lemos, que prestigiou o momento e destacou a importância da iniciativa para a proteção das mulheres do município. Coordenadora do projeto, a delegada Juliana de Angelis enfatizou que a expansão reforça o compromisso da instituição com a proteção das vítimas. “A expansão do Projeto Bem-Me-Quer para essas duas cidades é um passo importante na nossa missão de assegurar que o atendimento às vítimas de violência seja feito de forma humanizada e eficaz. Estamos comprometidos em levar esse suporte a todas as regiões do Acre”, declarou. O delegado-geral, José Henrique Maciel, destacou que o Governo do Acre, por meio da PCAC, compreende a complexidade e a sensibilidade da temática. “Tratar da violência contra a mulher e contra crianças exige responsabilidade, preparo e sensibilidade. O Governo do Acre entende essa pauta como prioridade e tem investido em ações concretas que garantam acolhimento, proteção e dignidade às vítimas. O Bem-Me-Quer é a prova de que estamos avançando de forma estruturada e comprometida”, afirmou. Atualmente, o programa está implantado em nove cidades acreanas e já recebeu diversos reconhecimentos. No estado, é frequentemente citado em discursos do governador Gladson Cameli e da vice-governadora Mailza Assis como exemplo de política pública eficaz. Em âmbito nacional, conquistou certificado no 1º Concurso de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras, promovido pela Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), foi premiado no Prêmio Juíza Viviane Vieira do Amaral, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), figurando entre os dez melhores do país, e segue nas fases do Prêmio Innovare, consolidando-se como uma das principais iniciativas inovadoras no enfrentamento à violência doméstica no Brasil.  

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Polícia Civil reforça investigações em Plácido de Castro com entrega de drone

Nesta sexta-feira, 27, a Polícia Civil do Acre realizou a entrega de uma aeronave remotamente pilotada (RPA, na sigla em inglês) drone à equipe de investigadores da Delegacia-Geral de Plácido de Castro, reforçando a estrutura de trabalho da unidade no interior do estado. O equipamento foi entregue pelo delegado-geral, José Henrique Maciel, que destacou a importância do investimento em tecnologia para fortalecer as ações de investigação e combate à criminalidade no município. Durante a entrega, o delegado-geral ressaltou que a modernização das delegacias é uma das prioridades da atual gestão. “Estamos investindo continuamente em tecnologia e equipamentos que ampliem a capacidade operacional dos nossos policiais. Esse drone será uma ferramenta estratégica para apoiar diligências, levantamentos em áreas de difícil acesso e operações que exijam maior precisão nas ações”, afirmou José Henrique Maciel. O delegado titular de Plácido de Castro, Leandro Lucas Barreto, agradeceu o reforço e destacou o impacto positivo do equipamento na rotina da unidade. “O drone vai contribuir significativamente com o nosso trabalho investigativo, especialmente em áreas rurais e locais de mata, comuns na nossa região. É um recurso que proporciona mais segurança às equipes e mais eficiência nas apurações”, pontuou. A iniciativa integra o conjunto de investimentos que vêm sendo realizados pela Polícia Civil para fortalecer as delegacias do interior, garantindo melhores condições de trabalho aos servidores e ampliando a capacidade de resposta às demandas da população. A expectativa é que o novo equipamento passe a ser utilizado imediatamente nas operações e diligências conduzidas pela equipe de Plácido de Castro.

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Foragido por estupro de vulnerável contra duas crianças é preso pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu nesta sexta-feira, 27, o foragido da Justiça identificado pelas iniciais J.B.S. O homem estava com mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável, praticado contra duas sobrinhas, de 9 e 12 anos de idade. As investigações foram conduzidas pela equipe de oficiais de polícia da Delegacia de Acrelândia. De acordo com as investigações, os crimes teriam sido cometidos no ano de 2025, no município de Acrelândia. Após a expedição do mandado judicial, o suspeito passou à condição de foragido. As diligências realizadas pela equipe policial levaram à localização do acusado na Fundação Hospitalar do Acre, em Rio Branco, onde ele foi capturado e recebeu voz de prisão. “A prisão é resultado do trabalho contínuo de investigação e monitoramento realizado pela delegacia local, que atuou para garantir o cumprimento da ordem judicial e a responsabilização do investigado”, declarou a delegada Jade Dene. O homem foi conduzido à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob os cuidados das autoridades competentes.

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Polícia Civil apreende arma de fogo e prende homem por posse ilegal em Tarauacá

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, cumpriu na última terça-feira, 24, um mandado de busca e apreensão que resultou na apreensão de uma espingarda e munições de fabricação caseira, além da prisão em flagrante de um homem por posse ilegal de arma de fogo. A ação foi realizada em uma residência localizada no Ramal Lomada, zona rural do município. A medida judicial foi representada pelo delegado Ronério, após a companheira do investigado registrar Boletim de Ocorrência por ameaça, em um contexto de violência doméstica. Durante o cumprimento do mandado, os policiais civis localizaram na casa do suspeito a arma de fogo e as munições artesanais. Diante da materialidade do crime, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à unidade policial para os procedimentos cabíveis. A Polícia Civil reforça que atua de forma rigorosa no enfrentamento à violência contra a mulher e na retirada de armas ilegais de circulação, prevenindo a escalada de conflitos e garantindo maior segurança às vítimas.   O investigado permanece à disposição da Justiça.

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Polícia Civil do Acre promove melhoria estrutural com entrega de notebooks e computadores

A Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou, nesta quinta-feira, 26, a entrega de novos equipamentos de informática para reforçar os trabalhos das unidades especializadas da capital. Ao todo, foram distribuídos oito notebooks para a Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) e dois computadores para à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC). Foram destinados cinco notebooks à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), quatro notebooks à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e um notebook, além de dois computadores, à Delegacia de Repressão Crimes Cibernéticos (DRCC). Os equipamentos vão contribuir para a modernização das investigações, proporcionando maior agilidade na análise de dados, elaboração de relatórios, cumprimento de diligências e organização de procedimentos policiais. “Estamos trabalhando permanentemente para garantir melhores condições de trabalho aos nossos policiais. A entrega desses notebooks e computadores representa mais agilidade, eficiência e qualidade nas investigações. Investir em tecnologia é investir diretamente na segurança da população acreana”, afirmou o delegado-geral da instituição, Dr. José Henrique Maciel. A Polícia Civil reforça que a modernização estrutural das delegacias especializadas é uma das prioridades da atual gestão, buscando oferecer respostas cada vez mais rápidas e eficazes à sociedade.

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Polícia Civil prende condenado a mais de 13 anos por estupro de vulnerável em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre, por meio da equipe de investigação da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (Decav), prendeu na tarde desta quarta-feira, 26, J.R.B., de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável, em Rio Branco. O homem foi condenado a 13 anos e 10 meses de reclusão, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado. A ordem judicial foi cumprida no bairro São Francisco, durante diligência realizada pela equipe de investigadores da especializada. De acordo com as informações apuradas no processo, à época dos fatos o condenado era enteado do pai da vítima, que tinha 13 anos quando revelou os abusos à mãe. A vítima relatou que os crimes ocorriam desde quando ela tinha apenas 9 anos de idade. Segundo o depoimento, o autor aproveitava os momentos em que ficava sozinho com a menor para tocar suas partes íntimas e obrigá-la a tocá-lo. Após tomar conhecimento dos fatos, a mãe da adolescente procurou a delegacia para registrar a ocorrência, dando início à investigação que resultou na responsabilização criminal do acusado. Com o mandado de prisão expedido pela Justiça, a equipe da DECAV localizou e efetuou a prisão de J.R.B., que foi conduzido à unidade policial para os procedimentos de praxe. A Polícia Civil reforça que casos de abuso e exploração sexual podem ser denunciados diretamente nas delegacias ou por meio dos canais oficiais de denúncia 181, 190 e disque 100, garantindo sigilo e proteção às vítimas.

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Polícia Civil do Acre cria Coordenadoria de Proteção a Grupos Vulnerabilizados

A Polícia Civil do Acre (PCAC) instituiu, por meio da Portaria nº 119, de 25 de fevereiro de 2026, que foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira, 26, a Coordenadoria de Proteção a Grupos Vulnerabilizados (CPGV), unidade estratégica voltada ao fortalecimento das políticas institucionais de atendimento e proteção a vítimas em situação de vulnerabilidade em todo o estado. Assinada pelo delegado-geral José Henrique Maciel Ferreira, a medida cria uma unidade estratégica vinculada à Assessoria Especial do Delegado-Geral, com a missão de planejar, coordenar, supervisionar e oferecer suporte técnico às atividades voltadas ao atendimento e à proteção de vítimas integrantes de grupos vulnerabilizados em todo o estado. A criação da CPGV considera o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana e a necessidade de padronizar o acolhimento e o fluxo de investigações de infrações penais praticadas contra mulheres, crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+ e outros segmentos em situação de vulnerabilidade. O normativo destaca que o atendimento humanizado é instrumento essencial para a eficácia da atividade policial e reforça o papel da instituição na garantia de direitos. Entre as atribuições da nova coordenadoria estão a elaboração e implementação de protocolos de atendimento humanizado em todas as unidades policiais; o monitoramento do atendimento prestado pelas delegacias; o acompanhamento de ações e operações estaduais ou nacionais de enfrentamento à violência contra grupos vulnerabilizados; e a articulação com a rede de proteção externa, como Ministério Público, Judiciário, Defensoria Pública, Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e demais órgãos que atuam na temática. A CPGV também será responsável por monitorar dados estatísticos relacionados a crimes praticados contra grupos vulneráveis, subsidiando a formulação de políticas públicas de segurança, além de fomentar a capacitação contínua dos servidores da Polícia Civil em direitos humanos e atendimento especializado. De acordo com a portaria, as delegacias especializadas já existentes, como DEAM, DEPCA, DEMPCA-CZS, DEADI e DECAV, bem como as delegacias dos municípios do interior do estado, passam a se submeter à supervisão técnica e metodológica da CPGV no que se refere aos procedimentos de acolhimento e proteção. A norma determina ainda que as unidades policiais deverão comunicar previamente à coordenadoria sobre convites ou convocações para reuniões, palestras e eventos relacionados à temática de proteção e acolhimento de públicos vulnerabilizados, podendo, de forma excepcional e justificada, realizar a comunicação posteriormente. A portaria entrou em vigor na data de sua publicação e foi encaminhada para ciência a todas as delegacias do estado, às unidades do Departamento de Polícia Técnico-Científica, à Corregedoria-Geral de Polícia, à Procuradoria-Geral de Justiça, às unidades especializadas do Ministério Público, à Presidência do Tribunal de Justiça, à Defensoria Pública do Estado, à Semulher, à Casa Civil e à Sejusp.

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Suspeito de tortura é preso pela Polícia Civil em flagrante por tráfico e porte ilegal de arma em Brasiléia

Uma operação da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, resultou na prisão em flagrante de um jovem de 18 anos na última terça-feira, 24. O indivíduo, que já cumpria medidas cautelares com o uso de tornozeleira eletrônica, foi detido em sua residência, localizada no bairro Leonardo Barbosa, no município de Brasiléia, sob acusações de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A ação policial teve início após denúncias de que, na tarde anterior (23), um homem teria sido vítima de uma sessão de tortura em uma quadra de esportes da região. Segundo as investigações, a vítima foi agredida sistematicamente com ripas de madeira, supostamente por ter importunado a companheira do suspeito. O crime, de acordo com os levantamentos iniciais, teria sido filmado pelo próprio investigado por meio de aparelho celular. Ao realizarem diligências para apurar o caso de tortura, os agentes se deslocaram até a residência do suspeito, momento em que ele tentou fugir para o interior do imóvel. Antes da abordagem, o jovem teria arremessado pela janela lateral um revólver calibre .38, municiado com seis cartuchos intactos, em direção a um terreno vizinho. A arma foi localizada e apreendida pela equipe policial. Durante a busca domiciliar, os policiais encontraram um kit completo voltado à comercialização de entorpecentes, composto por 91 trouxinhas de substância análoga ao oxidado de cocaína, uma balança de precisão e material para embalagem, além de R$ 745,00 em espécie e uma carta contendo instruções para a continuidade de atividades criminosas, incluindo o envio de aparelhos celulares para detentos. O delegado responsável pelo caso, Erick Maciel, confirmou a lavratura do auto de prisão em flagrante e destacou que o jovem não terá direito à fiança, uma vez que o tráfico de drogas é crime inafiançável. A autoridade policial também representou pela prisão preventiva do investigado, argumentando que o uso da tornozeleira eletrônica não foi suficiente para impedir a prática de novos delitos. Além disso, foi solicitada a extração de dados do aparelho celular apreendido para aprofundar as investigações e identificar possíveis envolvidos na sessão de tortura e na associação criminosa que atua no bairro. O suspeito permanece à disposição do Juízo das Garantias da Comarca de Brasiléia.

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