Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

5 de janeiro de 2026

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Polícia Civil explica operação que investiga suposta comercialização clandestina de medicamentos da rede pública

O governo do Estado, por meio da Polícia Civil do Acre (PCAC), deflagrou uma operação para investigar o armazenamento irregular e a comercialização clandestina de medicamentos e equipamentos hospitalares pertencentes à rede pública de saúde. Na manhã desta segunda-feira, 5, um suspeito foi preso. A investigação foi solicitada à Polícia Civil pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). Desde o início de 2023, a gestão da Sesacre levantava suspeitas que, com o avanço do tempo e a realização de investigações minuciosas, resultaram na confirmação das irregularidades. De acordo com o delegado-geral da PCAC, José Henrique Maciel, o caso contará com uma ampla força-tarefa, por se tratar de um crime que atinge diretamente a população. Para o gestor, é extremamente grave a revenda de medicamentos que deveriam ser distribuídos gratuitamente, pois essa prática compromete o abastecimento das unidades públicas de saúde. “A operação faz parte de uma investigação que já vem sendo realizada há alguns meses, a pedido do secretário de Saúde. Solicitamos apoio da nossa delegacia especializada e, hoje pela manhã, houve esse primeiro desfecho, com a ação de busca e apreensão. O governo do Estado não compactua com esse tipo de situação”, afirmou o delegado. Além disso, o delegado-geral não descarta a possibilidade da existência de uma organização criminosa por trás do esquema: “Temos provas de que existem mais envolvidos e de que pode se tratar de uma quadrilha. Com certeza, há participação de várias pessoas, inclusive dentro da Sesacre.” Nesta segunda-feira, investigadores da PCAC chegaram a uma residência em Rio Branco, onde encontraram grande quantidade de fármacos armazenados em caixas. O material apreendido foi suficiente para preencher a carroceria de dois caminhões de médio porte. Segundo o delegado Igor Brito, responsável pela investigação, os medicamentos apreendidos eram de diversos tipos, incluindo remédios destinados ao tratamento oncológico e outros insumos. Um balanço inicial estima que o valor total do material ultrapassa R$ 1 milhão. “A Polícia Civil continuará realizando o trabalho investigativo. Já coletamos o interrogatório do autuado em flagrante e, a partir disso, iremos apreender eventuais objetos e aparelhos eletrônicos presentes no imóvel, a fim de dar continuidade às investigações. Também iremos identificar possíveis compradores, suas localidades e os valores pagos”, contou Igor. O secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, afirmou que os medicamentos apreendidos passarão por um processo de rastreamento por meio do número de série, o que permitirá identificar a origem de cada item e o caminho percorrido até a revenda irregular. Segundo o titular da pasta, os levantamentos iniciais apontam indícios fortes de que os medicamentos tenham saído de unidades públicas de saúde estratégicas, como o Pronto-Socorro, a Fundação Hospitalar, a Maternidade e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). “Trata-se de um trabalho iniciado há algum tempo, e o mérito é do governo do Estado, por meio da Polícia Civil do Acre. Graças a esse esforço, estamos começando a localizar as medicações que deveriam estar sendo aplicadas aos pacientes”, completou Pedro Pascoal. Por Agência de Notícias do Acre

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Polícia Civil recupera duas motocicletas furtadas no bairro Alto Alegre

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), recuperou, na manhã desta segunda-feira, 5, duas motocicletas com registro de furto no bairro Alto Alegre, em Rio Branco. Uma das motocicletas havia sido subtraída durante a madrugada, por volta das 5h, após a vítima deixá-la estacionada em frente à própria residência. Assim que tomou conhecimento do crime, a equipe da DCORE iniciou um intenso trabalho de levantamento de informações e diligências, que resultou na rápida localização e recuperação do veículo. Durante a ação, os investigadores também conseguiram recuperar uma segunda motocicleta, que igualmente possuía registro de furto, reforçando a efetividade do trabalho policial no combate aos crimes patrimoniais na capital. As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e responsabilizar os autores dos furtos, bem como apurar possíveis ligações com outros crimes semelhantes ocorridos na região.

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Polícia Civil do Acre resgata vítima de violência doméstica em área ribeirinha de Tarauacá

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, realizou no último domingo, 4, uma ação policial que resultou no resgate de uma vítima de violência doméstica no seringal Pacajá, localizado ao longo do Rio Tarauacá, em uma área inóspita, alagadiça e com acesso exclusivamente por via fluvial. A ocorrência teve início após familiares da vítima registrarem um Boletim de Ocorrência, informando que passaram a receber áudios enviados pela mulher, nos quais ela pedia socorro e relatava estar sendo agredida pelo companheiro, em local de difícil acesso. Diante da gravidade da situação e do risco iminente à integridade física da vítima, a autoridade policial determinou, de imediato, a mobilização de uma equipe da Polícia Civil, com apoio logístico, para deslocamento até a localidade indicada, enfrentando grandes dificuldades de acesso. Ao chegar ao local, os policiais constataram que a mulher apresentava diversas lesões aparentes, especialmente na região do rosto, compatíveis com agressões físicas recentes. A vítima foi resgatada e conduzida em segurança até a Delegacia de Polícia de Tarauacá, onde foram adotadas as providências legais cabíveis. Após o resgate, a mulher foi encaminhada para atendimento médico e para a realização do exame de corpo de delito. O suposto autor também foi localizado e apresentado à autoridade policial para os esclarecimentos necessários, conforme prevê a legislação vigente. A Polícia Civil do Acre reforça seu compromisso no enfrentamento à violência doméstica e destaca a importância das denúncias, que são fundamentais para garantir a proteção das vítimas, especialmente em regiões de difícil acesso da zona rural.

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