Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

janeiro 2026

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Polícia Civil participa da renovação do termo de cooperação da FICCO no Acre

Na manhã desta quarta-feira, 28, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, na sede da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), da assinatura do termo de cooperação técnica entre as forças de segurança, garantindo a continuidade dos trabalhos da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) no estado. A FICCO é uma força-tarefa composta pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar, Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuam de forma integrada, estratégica e coordenada no combate ao crime organizado, com foco na repressão qualificada e na troca de informações. O acordo de cooperação é formalizado periodicamente junto à Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e ao Ministério da Justiça, assegurando respaldo legal, administrativo e operacional para o desenvolvimento das ações conjuntas entre as instituições participantes. A renovação do termo reforça o compromisso das forças de segurança com a integração institucional, a inteligência policial e a execução de operações coordenadas, consideradas fundamentais para ampliar a eficiência das investigações e das ações de repressão ao crime organizado no Acre. Durante a assinatura, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da FICCO para a segurança pública do estado. “A Força Integrada representa um modelo eficiente de atuação conjunta, no qual cada instituição contribui com sua expertise. Essa cooperação fortalece as investigações, amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e garante ações mais efetivas no combate ao crime organizado”, afirmou.

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Ação rápida da Polícia Civil liberta motorista refém e recupera produtos furtados em Cruzeiro do Sul

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, realizou uma ação rápida na madrugada de terça-feira, 28, que resultou na libertação de um motorista de aplicativo mantido como refém, além da recuperação integral de diversos produtos furtados de um estabelecimento comercial no município. Diante da situação flagrancial, um oficial investigador de polícia realizou intervenção imediata e tentou abordar os suspeitos. Ao perceberem a presença policial, os criminosos empreenderam fuga utilizando um veículo, dando início a um acompanhamento tático por parte da equipe, seguindo rigorosamente os protocolos operacionais para cessar a ação criminosa. Durante a fuga, os suspeitos perderam o controle do veículo e colidiram contra um muro nas proximidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Avenida Boulevard Thaumaturgo. Ainda na tentativa de evasão, um dos criminosos, armado, efetuou um disparo de arma de fogo, ocasião em que o policial civil revidou a injusta agressão, agindo dentro dos limites da legalidade e da legítima defesa. Apesar da resistência armada, os criminosos conseguiram fugir antes da chegada das demais equipes. No local, os policiais recuperaram todos os produtos subtraídos do estabelecimento comercial, bem como o veículo pertencente à vítima, além de confirmar a libertação do motorista de aplicativo, que foi localizado em segurança. A ocorrência contou ainda com a apreensão das armas utilizadas no crime, incluindo arma de fogo, arma branca e outros instrumentos empregados na ação delituosa. A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio, e todo o material foi encaminhado à Delegacia-Geral de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para identificação e responsabilização dos envolvidos.

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Polícia Civil do Acre realiza duas prisões em operações de combate a facções criminosas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou duas prisões importantes no início desta semana durante ações distintas de enfrentamento às organizações criminosas que atuam no estado. As prisões ocorreram no âmbito das operações “Cartório Central” e “Casa Maior”, ambas voltadas ao combate de crimes como extorsão, tráfico de drogas e arrecadação ilícita de recursos. No primeiro caso, a PCAC, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deu cumprimento a dois mandados de prisão que integram a megaoperação “Cartório Central”, deflagrada simultaneamente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Acre e São Paulo. No Acre, os alvos foram localizados e presos em cumprimento às ordens judiciais expedidas no curso da investigação. A operação “Cartório Central” tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que mantinha um sistema próprio de arrecadação e repasse financeiro, incluindo cobrança de dívidas ilícitas, comércio de drogas e imposição de regras internas aos integrantes. “Essas organizações criam estruturas paralelas para controlar territórios e movimentar grandes volumes de dinheiro ilícito, e nosso trabalho é justamente quebrar essa engrenagem financeira e operacional”, destacou o coordenador da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), Pedro Paulo Buzolin. Já a segunda ação integra a operação “Casa Maior”, na qual a Polícia Civil com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) cumpriu um mandado de prisão e dois mandados de busca e apreensão, todos em Rio Branco. O preso é investigado por extorquir comerciantes do bairro Estação Experimental, exigindo pagamentos ilegais para permitir o funcionamento dos estabelecimentos. Durante as buscas, os policiais apreenderam materiais com anotações financeiras e panfletos relacionados a empréstimos de dinheiro a juros. Segundo Buzolin, as investigações seguem em andamento. “Estamos aprofundando a análise do material apreendido para identificar o fluxo financeiro, outros envolvidos e ampliar a responsabilização criminal, com previsão de novas fases da operação”, concluiu.

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Polícia Civil prende homem por receptação qualificada em Marechal Thaumaturgo

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Marechal Thaumaturgo com apoio da Delegacia do bairro Tucumã, que integra a 4ª Regional de Rio Branco, realizou na última terça-feira, 27, a prisão de um indivíduo acusado da prática do crime de receptação qualificada. A ação é resultado de um trabalho integrado de investigação e troca de informações entre equipes do interior e da capital. De acordo com o delegado Marcílio Laurentino, a prisão ocorreu após policiais civis de Rio Branco repassarem informações de que produtos furtados de uma loja de perfumes na capital teriam sido levados para o município de Marechal Thaumaturgo. A partir disso, diligências foram iniciadas para localizar o material e identificar os envolvidos. Com apoio de um policial militar, os investigadores conseguiram identificar e prender o suspeito em posse de aproximadamente 170 frascos de perfumes. Durante a abordagem, o autor informou que teria adquirido a mercadoria de um indivíduo do município de Cruzeiro do Sul pelo valor de R$ 4 mil, alegando não possuir nota fiscal e afirmando desconhecer a origem ilícita dos produtos. “O conduzido já possui passagem pela polícia pelo crime de participação em organização criminosa e é monitorado pelo sistema de Justiça. Diante dos fatos, ele foi autuado em flagrante por receptação qualificada, uma vez que o crime ocorreu no exercício de atividade comercial, e permanecerá à disposição do Poder Judiciário”, informou Marcílio Laurentino.

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Investigação da Polícia Civil leva à prisão de suspeito de impor torturas a mando de facção

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, com apoio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na última terça-feira, 27, um homem identificado pelas iniciais G. S. S., apontado como braço executor de extrema periculosidade de uma organização criminosa. A prisão ocorreu no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Segundo as investigações, o suspeito atuava a mando de uma facção criminosa atuante no estado, sendo responsável por aplicar torturas físicas e psicológicas com o objetivo de “disciplinar” pessoas, punir desafetos e cobrar dívidas relacionadas ao tráfico de drogas. A atuação violenta fez com que ele se tornasse alvo prioritário das forças de segurança. G. S. S., tentou se esconder adotando uma rotina discreta na construção civil. Ele foi localizado enquanto trabalhava como operário em uma obra na residência de uma conhecida influenciadora digital da região, situada na Avenida Ascanio, no bairro Bom Sucesso. O criminoso se passava por um trabalhador comum, atuando sob a supervisão de um mestre de obras e evitando qualquer comportamento que pudesse levantar suspeitas entre colegas de trabalho ou da proprietária do imóvel. A prisão é resultado de uma operação conjunta que mobilizou investigadores experientes e reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre no combate às organizações criminosas, especialmente aquelas envolvidas em crimes violentos e na imposição do terror em comunidades.

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Polícia Civil deflagra segunda fase da Operação Olho de Hórus e prende suspeito em Senador Guiomard

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, deflagrou na manhã desta terça-feira, 27, a segunda fase da Operação Olho de Hórus, que tem como objetivo coibir crimes praticados contra estabelecimentos bancários no município de Senador Guiomard, Sena Madureira e em outras localidades do estado. Durante o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, a equipe de investigação da delegacia local prendeu em Rio Branco, por força de mandado judicial, J.M.R., de 30 anos. Na mesma ação, os policiais apreenderam uma arma de fogo e uma camionete que, segundo as investigações, era utilizada pelo suspeito na prática dos crimes investigados. De acordo com o delegado Rômulo Barros, responsável pela condução da operação, a ação é resultado de um trabalho investigativo aprofundado. “Essa segunda fase da Operação Olho de Hórus é fruto de um trabalho criterioso e contínuo, voltado a identificar e responsabilizar autores de crimes contra estabelecimentos bancários na região. A prisão e as apreensões realizadas hoje representam um avanço significativo na investigação e demonstram o compromisso da Polícia Civil em desarticular esse tipo de crime e garantir mais segurança à população”, destacou. A operação é o desdobramento de investigações que apuram ataques e delitos contra instituições bancárias ocorridos nos últimos meses, reunindo informações e elementos técnicos que possibilitaram o avanço das apurações e o cumprimento das medidas judiciais. Após os procedimentos legais cabíveis, o suspeito será encaminhado à audiência de custódia, permanecendo à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil do Acre reforça que as investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar outros envolvidos e prevenir novas ações criminosas.

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Polícia Civil prende suspeito apontado como peça-chave em atentado ocorrido no ano passado em Brasiléia

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, cumpriu nesta terça-feira, 27, um mandado de prisão preventiva contra J.V.M., apontado como peça-chave em um atentado registrado no final de 2025. A ação policial teve início no local de trabalho do investigado e se estendeu até sua residência, resultando na apreensão de diversas armas de fogo e munições mantidas de forma ilegal. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi localizado e detido inicialmente em seu ambiente de trabalho, em uma abordagem distinta das prisões convencionais. Durante a oficialização da prisão, J.V.M. apresentou forte resistência à ordem policial, demonstrando comportamento agressivo e hostil diante da equipe. Conforme relatado pelos agentes, o investigado se recusou a entregar seu aparelho celular e tentou danificá-lo, com o claro objetivo de impedir o acesso a possíveis provas telemáticas relevantes para a investigação. Diante da resistência, da agressividade apresentada e do risco iminente de destruição de evidências, foi necessário o uso progressivo da força e de algemas para garantir a segurança da operação e a preservação das provas. Após ser contido, o suspeito foi conduzido até sua residência para acompanhamento do cumprimento do mandado de busca e apreensão. No local, os policiais encontraram um verdadeiro arsenal ilegal, composto por duas armas de fogo calibre .38, um revólver adaptado para munição calibre .22, contendo uma munição intacta e outra já deflagrada, além de 48 munições calibre .38 intactas, que estavam escondidas dentro de uma meia. A prisão é resultado de investigação que apura uma tentativa de homicídio qualificado ocorrida na noite de 19 de novembro de 2025, no bairro Marcos Galvão II, quando a vítima, Edvaldo da Silva Brito, foi emboscada e alvejada pelas costas enquanto se deslocava em um veículo de aplicativo. A partir do cruzamento de depoimentos e análises técnicas, a Polícia Civil identificou o veículo utilizado no crime como pertencente a J.V.M., cujas versões apresentadas à polícia continham contradições e indícios de ocultação de provas. O investigado permanece à disposição do Poder Judiciário e deverá responder por tentativa de homicídio, resistência e posse ilegal de arma de fogo e munições.

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Polícia Civil conclui inquérito sobre caso de recém-nascido dado como natimorto na Maternidade Bárbara Heliodora

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira, 27, a Polícia Civil do Acre (PCAC) apresentou à imprensa a conclusão do inquérito policial que apurou o caso do recém-nascido dado como natimorto na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, ocorrido em outubro do ano passado. Ao final das investigações, duas profissionais de saúde foram indiciadas pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, nas modalidades de negligência e imperícia. O caso foi conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio técnico do Instituto Médico Legal (IML), que desempenhou papel fundamental na elucidação dos fatos por meio de exames periciais. As investigações buscaram esclarecer as circunstâncias da morte do recém-nascido e a conduta adotada pelas profissionais envolvidas no atendimento. Durante a coletiva, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, destacou a seriedade e a responsabilidade com que o caso foi tratado. “A Polícia Civil atuou com total rigor técnico e imparcialidade para esclarecer um fato extremamente sensível e de grande comoção social. Nosso compromisso é com a verdade dos fatos e com a responsabilização dentro dos limites da lei, sempre respeitando a dor da família e o devido processo legal”, afirmou. O delegado titular da DHPP, Alcino Ferreira Júnior, explicou que o indiciamento ocorreu após uma análise minuciosa de todos os elementos colhidos ao longo da investigação. “As apurações demonstraram que não houve dolo, ou seja, intenção de matar, mas ficaram evidenciadas condutas que se enquadram como negligência e imperícia no exercício da atividade profissional. Com base nisso, a Polícia Civil procedeu ao indiciamento por homicídio culposo”, ressaltou. Já o diretor do Instituto Médico Legal, Ítalo Maia, enfatizou a importância do trabalho pericial para o esclarecimento do caso. “Os exames realizados pelo IML foram essenciais para a compreensão técnica das causas da morte e para subsidiar o inquérito policial. A perícia atua de forma científica e isenta, contribuindo para que a investigação seja conduzida com base em evidências concretas”, explicou. Com a conclusão do inquérito, o procedimento será encaminhado ao Ministério Público, que ficará responsável por analisar o caso e adotar as providências cabíveis no âmbito judicial. A Polícia Civil reforçou que segue comprometida com a apuração rigorosa de fatos que envolvam possíveis falhas graves no exercício profissional, especialmente em situações que envolvem a vida humana.   Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Polícia Civil do Acre (@policiacivil_ac)

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Polícia Civil cumpre prisão preventiva de idoso investigado por crime sexual contra criança

A Polícia Civil do Acre (PCAC), através da Delegacia-Geral de Tarauacá, cumpriu, na manhã desta terça-feira, 27, um mandado de prisão preventiva contra um idoso investigado pela prática de crime sexual contra uma criança. A medida decorre de representação formal apresentada pela autoridade policial, após o avanço das investigações e a colheita de elementos probatórios relevantes. As diligências realizadas ao longo da apuração apontaram indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva. Além disso, ficou demonstrada a necessidade da custódia cautelar como forma de garantir a ordem pública, proteger a vítima e assegurar o regular andamento da instrução criminal. Segundo o delegado José Ronério, a prisão foi fundamentada em critérios técnicos e na gravidade do crime investigado. “A prisão preventiva foi representada com base em elementos técnicos robustos colhidos ao longo da investigação. Nosso principal objetivo é garantir a proteção da vítima, preservar a ordem pública e assegurar que o processo transcorra de forma regular. A Polícia Civil trata com absoluta prioridade os crimes praticados contra crianças e adolescentes, atuando de maneira firme e responsável para que os autores sejam devidamente responsabilizados”, destacou. Diante dos elementos reunidos, o pedido de prisão preventiva foi encaminhado ao Poder Judiciário, que analisou os autos e acolheu a representação, autorizando a medida. Com o mandado judicial em mãos, equipes da Polícia Civil realizaram o cumprimento da ordem nas primeiras horas da manhã, conduzindo o investigado à unidade policial, onde foram adotadas todas as providências legais cabíveis.

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