Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

24 de dezembro de 2025

Notícias

Polícia Civil identifica suspeito e representa por prisão preventiva no caso Moisés Alencastro

A Polícia Civil do Acre (PCAC) avançou significativamente nas investigações sobre o assassinato do servidor público e ativista Moisés Alencastro. Na manhã desta quarta-feira, 24, a instituição realizou uma coletiva de imprensa para apresentar à sociedade os trâmites e o trabalho investigativo desenvolvido no caso, que vem sendo conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Moisés Alencastro foi encontrado sem vida na noite da última segunda-feira, 22, em seu apartamento, localizado em Rio Branco. O corpo apresentava diversas perfurações provocadas por objeto cortante. A perícia criminal foi acionada imediatamente e realizou todos os procedimentos de praxe no local. A partir daí, as investigações foram iniciadas pela equipe da DHPP. Durante as diligências, a Polícia Civil localizou o veículo da vítima abandonado no quilômetro 15 da estrada do Quixadá, também na capital. Em paralelo, os investigadores constataram que pertences pessoais de Moisés haviam sido subtraídos, reforçando a linha investigativa de latrocínio ou homicídio seguido de roubo. No decorrer da apuração, testemunhas foram ouvidas e relataram ter visto um possível autor em posse de objetos pertencentes à vítima. Com base nessas informações, os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, onde foram encontrados óculos, o controle de acesso do apartamento e o cartão de crédito de Moisés Alencastro. As investigações também apontaram que o cartão da vítima teria sido utilizado, ou ao menos houve tentativa de uso, em um estabelecimento comercial na região do bairro Nova Estação. Segundo o delegado titular da DHPP, Alcino Ferreira Júnior, o trabalho investigativo foi intenso desde o primeiro momento. “Desde que tomamos conhecimento do crime, nossas equipes atuaram de forma ininterrupta, reunindo provas técnicas e testemunhais que nos permitiram identificar um possível autor. É um trabalho minucioso, feito com responsabilidade, para dar uma resposta rápida e segura à sociedade e aos familiares da vítima”, destacou o delegado. Diante do avanço das investigações, surgiram informações de que o suspeito teria tentado se evadir para o interior do Estado. As delegacias dos municípios de Feijó e Tarauacá foram imediatamente comunicadas para auxiliar nas buscas e na tentativa de localização do investigado. Ainda na noite de terça-feira, 23, a DHPP representou pela prisão preventiva do suspeito. O Poder Judiciário analisou o pedido com celeridade e, durante a madrugada, concedeu a ordem de prisão. Com o mandado expedido, a Polícia Civil do Acre segue em diligências para cumprir a decisão judicial. Até o momento, o investigado é considerado foragido. As forças de segurança permanecem mobilizadas para localizar e capturar o suspeito, apontado como o primeiro autor do crime. As investigações, no entanto, continuam em andamento para identificar uma segunda pessoa que pode ter participado diretamente do assassinato de Moisés Alencastro. A PCAC reforça que novas informações serão divulgadas à medida que o inquérito avançar.

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Foragido da Justiça acreana é capturado pela Polícia Civil no Segundo Distrito de Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu, na última terça-feira, 23, o foragido da Justiça L.G.F.V., condenado a 18 anos e 7 meses de reclusão por diversos crimes. A ação foi realizada de forma coordenada pelo Departamento de Inteligência da instituição e pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), em uma residência localizada em um ramal da área do Segundo Distrito de Rio Branco. O indivíduo já havia sido preso em 2019, após investigações que apontaram seu envolvimento em um crime que chocou a sociedade acreana. Em agosto de 2018, os jovens Vitor Vieira de Lima, de 18 anos, Amanda Gomes de Souza, de 14, e Isabele Silva Lima, de 13 anos, foram brutalmente assassinados após saírem de casa, em Rio Branco, com destino à ExpoAcre. L.G.F.V. respondeu ao processo na Vara do Júri da Comarca de Rio Branco e acabou sendo absolvido quanto à participação no triplo homicídio. No entanto, durante o andamento das investigações, a Polícia Civil reuniu novas provas que revelaram o envolvimento do acusado com uma facção criminosa atuante no estado. As evidências comprovaram a participação do condenado em outros crimes graves, como tortura, roubo, ameaça, organização criminosa e vias de fato. Esses delitos resultaram na condenação definitiva a uma pena superior a 18 anos de prisão. Após a prisão, L.G.F.V. foi colocado à disposição da Justiça para o cumprimento da pena. A Polícia Civil do Acre reforça que ações integradas de inteligência e operações especializadas seguem sendo fundamentais no combate ao crime organizado e na captura de foragidos, garantindo maior segurança à população.

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