Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

Author name: Marcelo Torres

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Polícia Civil do Acre prende suspeito que matou adolescente com tiro na cabeça a caminho da escola

Assessoria/ PCAC Foto: Cedida. Na tarde desta sexta-feira, 14, a Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu o executor do adolescente Adriano Barros Cataiana, de 15 anos, que estava dentro de um ônibus, a caminho da escola. O Crime ocorreu na última quarta-feira (12), causando comoção à sociedade pela maneira como o assassino agiu. A prisão e a apreensão da arma utilizada no crime foram realizadas pelos policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na região do Ramal do Cacau, na rodovia AC-40. O autor das iniciais, N.S.O., de 28 anos, já tem passagens pela polícia pelo crime de roubo. Assim que a Polícia Civil tomou conhecimento do fato, de imediato, deu início às investigações e de forma ininterrupta empreendeu diligências para prender o autor em flagrante. “São quase 48 horas na busca do autor desse crime, que chocou a sociedade. A Polícia Civil investiga todos os crimes contra a vida, mas este era um caso que tinha a necessidade de fazer a captura imediata. O choro daquela mãe comoveu todos os acreanos e demos a resposta, prendendo esse assassino, que agora será entregue à Justiça”, destacou o delegado Alcino Júnior, que coordenou a prisão. As investigações preliminares apontam que haviam divergência familiares entre a vítima e o autor, todavia, as informações serão carreadas ao inquérito e destinadas ao Poder Judiciário, a quem compete aplicar a Lei. Foto: Cedida.

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Condenado por homicídio em Cruzeiro do Sul é preso pela Polícia Civil

Assessoria PCAC Foto: Cedida. A equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que atua na cidade de Cruzeiro do Sul, prendeu na última quarta-feira, 12, o nacional E.B.A, condenado por crime qualificado ocorrido em 2012, quando o recluso matou um senhor que lhe devia dinheiro com um tiro de espingarda. Há alguns meses, a polícia civil vinha investigando e realizando buscas até chegar ao condenado, pois diligências foram realizadas até a Vila Santa Luzia com o intuito de cumprir um mandado de prisão em desfavor de E.B.A. “Tínhamos a informação de que o homicida estava na vila, passamos a fazer rondas pela comunidade e o avistamos em uma rua asfaltada próximo a uma oficina de motos, o abordamos, identificamos e o prendemos. Há alguns meses atrás quando chegou ao nosso conhecimento de tal mandado passamos a investiga-lo e hoje logramos êxito em sua prisão”, explicou a autoridade policial. O preso foi conduzido até a delegacia geral de Cruzeiro do Sul para que sejam tomadas as medidas cabíveis e posteriormente encaminhado a unidade prisional.

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PROJETO “BEM-ME-QUER” DA POLÍCIA CIVIL

Por Delegada Mariana Gomes “Muito longe do ideal, mas muito mais perto do que a realidade poderia sonhar.” Introdução No tocante aos crimes cometidos com violência, a unidade de Polícia Judiciária constitui-se como a principal porta de entrada das denúncias. Não por outra razão e pela natureza da infração penal merecem os casos apresentados, desde o atendimento à proteção, especial atenção. É de conhecimento que a legislação protetiva das mulheres, crianças e adolescentes é ampla e não somente em âmbito nacional. Inúmeras também são as regras externas. Contudo, a prática diverge da teoria e aqui reside a importância de se reconhecer que o “Bem-me-quer” constitui um avanço da polícia judiciária na observância de direitos das vítimas durante atendimento em sede policial, em especial a não revitimização. O objetivo da presente escrita é o de, em síntese, jogar luzes sobre a realidade do atendimento inadequado às vítimas em sede policial em delegacias não especializadas, conduzir a reflexões sobre o problema, em sua magnitude, sobretudo demonstrar a importância de um olhar da polícia judiciária para as vítimas e realçar o avanço da polícia civil diante do relevante papel do projeto na prática. Como “nasceu” o Bem-Me-Quer? Diante da indignação durante atuação como Autoridade Policial em Delegacia no interior do Acre. Desde que assumi, relatei inúmeros casos de estupro de vulneráveis, inclusive, na primeira semana em Sena Madureira, peguei cinco casos com sete vítimas no total. Comecei a estudar sobre o tema, sobre essa cultura do estupro, e foi exatamente esse estudo que construiu a base para eu ter inscrito o Projeto Bem-Me-Quer, que é da Polícia Civil, destacou. G1 Inicialmente, quando se fala em violência, especialmente a praticada nos “interiores”, o termo está emaranhado na temática “cultura” que, em sua concepção, pode-se definir como naturalização de comportamentos. Isso porque eles – comportamentos naturalizados – são condicionados pela cultura. É exatamente o que Denys explica: “(…) A noção de cultura se revela então o instrumento adequado para acabar com as explicações naturalizantes dos comportamentos humanos. A natureza, no homem, é inteiramente interpretada pela cultura.” (CUCHE, 1999, p. 10) Fato é que a Unidade de Polícia Judiciária é a porta de entrada para as vítimas que enfrentam inúmeros desafios até criar coragem para conseguir denunciar de forma que o atendimento por policial capacitado e em ambiente adequado em sede policial é imprescindível para o correto acolhimento dessa vítima visando, ainda, evitar ao máximo a revitimização. Os danos emocionais que a infração violenta por si só causa são incalculáveis de forma que são reforçados se o atendimento não for prestado com humanidade e, aqui, inclui-se o atendimento em ambiente minimamente reservado. Ademais, em se tratando de violência sexual, a atenção deve ser ainda mais especial exigindo uma postura ativa para se evitar ao máximo a vitimização secundária (violência institucional) em todas as fases da persecução penal. Diante da inobservância de tratamento mínimo às vítimas atendidas no interior, restou o questionamento: a capital possui Delegacia Especializada que consiste em profissionais capacitados e ambiente minimamente adequado, o que fazer para adequar o atendimento às vítimas de violência nas delegacias dos interiores? Assim surgiu na prática (bem longe ainda do ideal, pontua-se) o Projeto “Bem-Me-Quer”. Implementação do Projeto A primeira sala de atendimento foi inaugurada em janeiro de 2021 na cidade de Sena Madureira, distante da capital Acreana 144. Posteriormente, a sua implementação foi estendida para Manoel Urbano, Senador Guiomard e até na cidade isolada e de difícil acesso Santa Rosa do Purus (limitada ao sul com o Peru, e tendo como ponto de entrada o rio Purus). O trabalho da delegada foi o pontapé inicial para que o estado estabelecesse uma padronização de estrutura para atendimento a vítimas de violência doméstica e familiar, seja mulheres ou crianças, nas delegacias do interior do Acre, com a criação de sala específica. Contudo, oficialmente, o projeto somente foi reconhecido com a portaria institucionalmente regulamentada em maio de 2022 (Portaria Regulamentar Nº 02 De 17 De Maio De 2022) que institui a padronização da estrutura do ambiente, recepção, acolhimento e atendimento às vítimas de violência no âmbito de Polícia Civil do Estado do Acre, nas Delegacias de Polícia do interior do Estado, por meio da implementação do Projeto “Bem-me-Quer”. Dentre os “considerandos”, há estima de que a Polícia Civil do Estado do Acre está comprometida com o atendimento adequado das pessoas vítimas de violência que procuram a sede da polícia civil buscando registrar as mais diversas ocorrências diariamente. Destaca-se que a instituição possui importante papel no combate aos mais diversos tipos de violação de direitos praticados em desfavor de crianças e adolescentes e de violência doméstica e familiar contra mulher, uma vez que, nas atribuições constitucionalmente definidas, cabe a ela realizar investigações criminais. Ademais, a Polícia Civil deve estar atenta, por mister constitucional, aos direitos inerentes ao ser humano e ao resguardo da proteção de vítimas crianças e adolescentes de violência, inclusive sexuais, bem como de violência doméstica e familiar contra a mulher, da necessidade um atendimento diferenciado no sentido de minimizar ao máximo os danos e traumas já sofridos pela prática, por si só, que a infração penal já causa. Aqui entra a questão da revitimização que é uma das principais preocupações do projeto. Dentre outros fundamentos, ainda, destaca-se: CONSIDERANDO a necessidade de se adequar o ambiente, acolhimento, recepção e os atendimentos, em âmbito de polícia judiciária nas delegacias do interior, as quais não dispõem de delegacias especializadas, das vítimas de violência física, psicológica, moral, patrimonial, sexual que envolvem mulheres, adolescentes e crianças às normas infraconstitucionais existentes, quais sejam: 1. vítimas mulheres de violência doméstica e familiar contra a mulher – Lei n 11.340/2006 (Lei Maria da Penha); 2. vítimas de violência Crianças e Adolescentes – Lei 13.431/2017. Note, portanto, que o projeto, em sua essência, é voltado para a necessidade de se adequar o ambiente, acolhimento, recepção e os atendimentos das vítimas de violência física, psicológica, moral, patrimonial, sexual que envolvem mulheres, adolescentes e crianças. Por fim, cabe enaltecer que, muito antes da Lei n°. 14.451/2023[5], o “Bem-Me-Quer”

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Quarto envolvido em homicídio ocorrido em Cruzeiro do Sul é capturado pela Policia Civil

Por Assessoria PCAC Foto: Cedida. A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio dos agentes da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que atuam na cidade de Cruzeiro do Sul, prendeu um dos envolvidos no homicídio de Weslei Linek de Jesus (conhecido por FARIA), assassinado em novembro do ano passado. Trata-se de J.N.S, que foi capturado no fim da tarde de segunda-feira, 10. O homicídio ocorreu em 11 de novembro de 2022, no bairro Saboeiro, em Cruzeiro do Sul. O crime teve como motivação determinações da Organização Criminosa, e essas ordens foram executadas pelos suspeitos. Com base em tudo isso, foram expedidos mandados que culminaram na prisão dos suspeitos de mais quatro suspeitos da morte de Weslei Linek, e agora no nacional J.N.S foi capturado pela PCAC. O inquérito já se encontra na sua fase final, e apto a ser remetido para a Justiça.

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Homem condenado a mais de 12 anos de prisão pelo crime de roubo é preso pela Polícia Civil

Em mais uma ação exitosa dos agentes da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões – DCORE, um foragido da Justiça foi preso e colocado atrás das grades. A captura ocorreu na manhã da última segunda-feira, 10, em Rio Branco. O nacional M. S. do N., 34 anos de idade, é suspeito da prática de crimes de roubo na Capital e se encontrava foragido do sistema de justiça criminal desde o primeiro semestre de 2022. De acordo com a equipe de investigação, o preso que já foi condenado a mais 12 anos de prisão pela prática de roubo, estaria cometendo novos crimes, sendo devidamente identificado é reconhecido pelas vítimas. Após ser localizado, foi detido e ouvido pela autoridade policial. Fora de circulação, o infrator encontra-se à disposição da Justiça.

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Operação da Polícia Civil do Acre resulta em prisões e apreensões em Rio Branco

No último fim de semana, a Polícia Civil do Acre realizou uma operação em Rio Branco, com o objetivo de combater o crime organizado. Coordenada pela delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), a ação contou com o apoio das delegacias de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore). Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Durante a operação, que visava desarticular grupos criminosos atuantes na capital acreana, as equipes policiais conseguiram realizar quatro prisões. As pessoas detidas são suspeitas de envolvimento em crimes como posse ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e integração em uma organização criminosa. Além das prisões, foram feitas diversas apreensões, que incluíram dinheiro em espécie, munições, entorpecentes, balanças de precisão, telefones, relógios e uma arma de fogo. Essas apreensões são indícios do envolvimento dos suspeitos com atividades criminosas. De acordo com o delegado titular da Draco, José Adonias, a ação conjunta entre as delegacias especializadas demonstra o empenho da Polícia Civil do Acre em combater a criminalidade e desarticular grupos que atuam de forma organizada. “O trabalho integrado entre as diferentes áreas de investigação foi fundamental para o sucesso da operação, que busca trazer mais segurança para a população de Rio Branco e região”, enfatizou. As quatro pessoas presas durante a operação serão encaminhadas ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça. A Polícia Civil continuará investigando o caso, a fim de identificar outros possíveis envolvidos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Polícia Civil Acre (@policiacivil_ac)

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Autor de homicídio é preso em operação da Polícia Civil do Acre

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio dos agentes lotados na cidade de Rodrigues Alves com apoio dos policiais civis de Mâncio Lima, prenderam o autor do homicídio do colono Jesias Cruz de Lima, de 48 anos, ocorrido no dia 2 de julho na comunidade Porto Belo, em Rodrigues Alves. O delegado Marcílio Laurentino, ao receber informações sobre o crime e a possível autoria, solicitou imediatamente a prisão preventiva do suspeito ao Poder Judiciário. No último sábado, 08, o autor do homicídio foi localizado em uma comunidade isolada, situada a cerca de 12 horas de distância de barco. As equipes policiais efetuaram a prisão do suspeito e o conduziram até a delegacia de Rodrigues Alves, onde seria apresentado na audiência de custódia. “A operação teve início na tarde de sexta-feira e foi concluída no domingo a tarde, demonstrando o empenho e a dedicação das equipes policiais envolvidas na resolução do caso. A prisão do autor do homicídio é um importante passo para a elucidação do crime e para a busca por justiça em favor da vítima e de seus familiares”, disse o delegado Marcílio Laurentino.

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Perícia Oficial do Acre alcança 100% de acerto em ensaio de proficiência do Inmetro

A Perícia Oficial da Polícia Civil do Acre (PCAC), responsável por produzir a prova material por meios técnico-científico utilizando as diversas áreas do conhecimento, como criminalística e medicina legal, alcançou um marco impressionante ao obter 100% de acerto em um ensaio de proficiência realizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A conquista reforça a competência dos peritos acreanos e o alto padrão de qualidade dos serviços prestados pela instituição. O ensaio de proficiência é uma avaliação rigorosa conduzida pelo Inmetro, com o objetivo de verificar a habilidade e precisão dos profissionais envolvidos em análises laboratoriais. Por meio desse teste, o Inmetro avalia a capacidade dos peritos em seguir protocolos específicos, executar ensaios com rigor técnico, obter resultados confiáveis e garantir a qualidade dos serviços prestados. Entre os meses de outubro de 2022 a junho de 2023, o Núcleo Pericial de Química e Toxicologia do Instituto de Análises Forenses (IAF) do Departamento de Polícia Técnico-Científica da PCAC participou da 2ª Rodada do Ensaio de Proficiência em Drogas, do Inmetro. Ao todo, 53 laboratórios do Brasil se inscreveram para a participar do Ensaio de Proficiência (EP). O EP teve como participantes, os laboratórios forenses oficiais do Brasil, que realizam análises de drogas em amostras brutas. A participação no EP foi restrita a laboratórios de perícia da Polícia Federal, instituições de Polícia Técnico-Científica estaduais, Institutos de Criminalística estaduais, bem como outros laboratórios de perícia oficial responsáveis pela análise de drogas. O Inmetro foi o responsável pela preparação, envase, estudos de homogeneidade, estabilidade, caracterização e armazenamento dos itens de ensaio. Nas amostras enviadas, ao Núcleo Pericial de Química e Toxicologia (IAF/DPTC) foram identificadas as substâncias MDMA, N-etilpentilona e Clobenzorex. De acordo com o delegado-geral, Henrique Maciel, a conquista da Perícia Oficial do Acre é especialmente notável considerando que o ensaio de proficiência abrangeu diversas áreas de atuação. “O resultado obtido pela Perícia Oficial do Acre ressalta o investimento em treinamento e capacitação dos profissionais da instituição, bem como a adoção de práticas laboratoriais de alta qualidade. Além disso, demonstra a dedicação e o comprometimento dos peritos acreanos em realizar seu trabalho com excelência e precisão”, declarou Henrique Maciel. Segundo o diretor do Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC), Sandro Martins, o reconhecimento do Inmetro reforça a confiança na Perícia Oficial do Acre e aumenta sua credibilidade perante a comunidade jurídica, órgãos de segurança pública e a população em geral. “Essa conquista coloca a instituição em destaque no cenário nacional, evidenciando a importância de investimentos contínuos em infraestrutura, tecnologia e formação profissional. Estamos comprometidos em fornecer serviços de alta qualidade e contribuir para a Justiça e segurança do Acre”, reforçou Martins.

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Mais de dois kilos de substância entorpecente do tipo Skank são apreendidos pela Polícia Civil em Cruzeiro do Sul

Em cumprimento à operação Hórus, Programa Guardiões das Fronteiras, a Polícia Civil do Acre (PCAC), em diligência investigativa do Núcleo DRACO/DENARC CZS identificou o embarque de uma mala em uma empresa de Transporte de Cargas, onde ao verificar seu conteúdo foi identificado 2.652 kg de substância entorpecente do tipo Skank. Após os procedimentos de praxe, o material apreendido foi entregue à Delegacia de Polícia Civil para as providências legais. A droga estava avaliada em mais de R$ 15 mil, e devido ao excelente trabalho investigativo da Polícia Civil, o entorpecente foi retirado de circulação, livrando a sociedade desse mal que prejudica toda a sociedade acreana. O despachante da mercadoria conseguiu se evadir do local. As investigações seguem sob sigilo, cujo objetivo é encontrar o responsável pelo envio da droga, que certamente teria como destino a cidade de Rio Branco.

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