Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

15 de abril de 2026

Notícias

Governadora Mailza Assis empossa novo delegado-geral e anuncia concurso público da Polícia Civil

Em mais um passo para o fortalecimento da Segurança Pública no estado, a governadora Mailza Assis deu posse, nesta quarta-feira, 15, ao novo delegado-geral da Polícia Civil do Acre (PCAC), Pedro Paulo Buzolin. Na ocasião, também anunciou a realização de concurso público para reforçar o quadro da instituição, com vagas para delegado, oficial investigador de polícia e perito. A posse do novo gestor e de sua equipe diretiva integra o processo de consolidação institucional da PCAC, com foco na modernização administrativa, no aprimoramento da gestão e na ampliação da eficiência operacional da corporação, objetivando garantir a proteção de cada cidadão acreano. Segundo a governadora, a Polícia Civil é uma instituição primordial, cujo serviço de inteligência desempenha papel fundamental na preservação da segurança pública. A gestora ressaltou, ainda, a necessidade de ampliar os investimentos na corporação, a fim de garantir melhores condições de trabalho aos servidores. “Nossos cidadãos podem esperar comprometimento e respeito por parte da nossa Polícia Civil, e, acima de tudo, a garantia dos direitos da população por meio do Estado. Este é um momento de grande importância para o fortalecimento da segurança estadual, e damos mais um passo nesse trabalho”, afirmou Mailza. Servidor de carreira, Pedro Paulo Buzolin destacou que assumir o cargo máximo da instituição representa uma grande honra e um marco em sua trajetória profissional, ao ser nomeado delegado-geral da Polícia Civil do Acre. “Vamos intensificar as ações de combate ao crime organizado, bem como as de proteção às mulheres do estado, por meio dos nossos programas de atendimento à mulher. Estou muito feliz com este cargo, sei da responsabilidade e também do meu comprometimento com a instituição”, salientou o gestor. Ainda durante a cerimônia, foi realizada a entrega de medalha ao servidor Antônio Carlos da Silva Melo, em reconhecimento às condutas de destaque e à dedicação demonstrada no exercício de suas funções. A homenagem reafirma a política de valorização dos profissionais que se destacam pelo compromisso com o serviço prestado à sociedade. O ato de bravura representa o mais alto reconhecimento concedido ao servidor que, no desempenho de suas atribuições, evidenciou coragem e dedicação além do dever, contribuindo diretamente para a proteção da população. Além disso, também foi empossado o delegado-geral adjunto, Martin Hessel, que passa a atuar ao lado de Pedro Paulo Buzolin na condução estratégica da Polícia Civil, contribuindo para o reforço da gestão e a integração das ações institucionais. Anúncio de concurso público A chefe do Executivo estadual aproveitou a oportunidade para anunciar um novo concurso público da Polícia Civil, com o objetivo de reestruturar o quadro efetivo da instituição e garantir o fortalecimento e a qualificação contínua dos agentes de segurança pública no combate à criminalidade no estado. A disponibilização das vagas, que serão distribuídas entre os cargos de delegado, oficial investigador de polícia e perito, parte do princípio de que, quanto maior a presença de profissionais na linha de frente do combate ao crime, maiores são os avanços do Acre e dos indicadores de proteção social. “Uma das necessidades da nossa Polícia Civil é o efetivo, ou seja, pessoas disponíveis para o trabalho de combate. Observando essas demandas, também vamos realizar um concurso, inicialmente com 139 vagas, para compor esse quadro e, assim, atender melhor às necessidades da corporação”, assegurou a governadora. O edital deverá ser publicado posteriormente, com a divulgação detalhada das informações sobre cada vaga, as etapas do certame e os requisitos necessários para a participação no processo seletivo. “Existe uma expectativa muito grande em relação a este concurso. Há muitas pessoas solicitando sua realização, cidadãos que têm interesse, desejo e paixão em ingressar na Polícia. Então, é um anúncio que chega muito bem recebido”, completou o delegado-geral. Por Agencia de Notícias do Acre

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Polícia Civil do Acre integra força-tarefa e deflagra Operação “Ruptura” contra organizações criminosas

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), somou esforços à Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) para deflagrar, na manhã desta quarta-feira, 15, a Operação “Ruptura”. A ação tem como principal objetivo reprimir a atuação de organizações criminosas envolvidas em crimes graves, como homicídios, tráfico de drogas e comércio ilegal de armas. As investigações que culminaram na operação tiveram início a partir da análise de informações obtidas após a prisão em flagrante de um indivíduo por importação ilegal de arma de fogo e munições. A partir desse ponto, os investigadores conseguiram identificar a existência de amplas redes criminosas vinculadas a duas facções atuantes no estado do Acre. De acordo com a Polícia Civil, os dados levantados apontam que os grupos passaram a protagonizar uma escalada de violência mútua a partir de março de 2025, quando houve o rompimento de uma aliança que existia entre as facções. Desde então, os conflitos têm resultado no aumento de crimes violentos, especialmente homicídios. No âmbito da operação, estão sendo cumpridos seis mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de Rio Branco e Joinville. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas do Estado do Acre. O delegado titular da Draco, Gustavo Neves, destacou a importância da atuação integrada das forças de segurança no combate ao crime organizado. “A Operação Ruptura é resultado de um trabalho investigativo aprofundado, que identificou a atuação estruturada de organizações criminosas no estado. Essa ação integrada demonstra a força do trabalho conjunto das instituições no enfrentamento qualificado dessas facções e na redução dos índices de violência”, afirmou. Os investigados poderão responder à Justiça pelo crime de integrar organização criminosa, além de outras infrações penais que venham a ser identificadas ao longo do andamento das investigações. A FICCO/AC é composta por forças de segurança estaduais e federais, incluindo a Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal, atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado no estado.

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