Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

agosto 2024

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Polícia Civil do Acre prende em flagrante suspeito de roubo a mercado em Cruzeiro do Sul

Na tarde da última terça-feira, 20, a Polícia Civil do Acre (PCAC), em Cruzeiro do Sul, efetuou a prisão em flagrante de um indivíduo acusado de aterrorizar o comércio local. O suspeito é apontado como o autor de um roubo ocorrido em um mercado no bairro do Colégio. Segundo informações da autoridade policial, o homem, acompanhado por um comparsa e armado, invadiu o mercado, rendeu as vítimas e subtraiu cerca de R$ 200 em espécie, além de celulares e outros pertences dos clientes presentes no estabelecimento. Logo após o registro do Boletim de Ocorrência na Delegacia de Cruzeiro do Sul, a equipe do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri) iniciou uma investigação minuciosa. Com o auxílio de imagens de câmeras de segurança do local, os dois autores foram identificados, e as buscas foram imediatamente iniciadas. Por volta das 13 horas de terça-feira, um dos suspeitos foi localizado e capturado. O indivíduo detido foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e agora está à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua os trabalhos para localizar e prender o segundo envolvido no assalto à mão armada.

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PCAC e TJAC realizam emissão de Carteira de Identificação Nacional para indígenas da aldeia Morada Nova

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio de seu Instituto de Identificação, em parceria com o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), realizou 217 atendimentos para a emissão da Carteira de Identificação Nacional (CIN) durante o último fim de semana. A ação foi destinada aos indígenas da Aldeia Morada Nova e ocorreu na Escola Tekahayne Shanenawa, proporcionando dois dias de atendimentos intensivos. Essa iniciativa integra o Projeto Cidadão do TJAC, que desenvolve, em parceria com diversos órgãos, ações voltadas para atender as necessidades dos povos originários, garantindo-lhes acesso a direitos fundamentais. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. Henrique Maciel, destacou a importância da colaboração entre as instituições para o sucesso da ação. “A parceria entre a Polícia Civil do Acre e o Tribunal de Justiça do Acre é um exemplo de como a união de esforços pode trazer resultados significativos para as comunidades mais necessitadas. O acesso à identificação oficial é um direito fundamental, e estamos comprometidos em garantir que todos os cidadãos, inclusive os povos indígenas, tenham acesso a ele”, disse. O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva, acrescentou sobre a relevância da emissão da CIN para as comunidades indígenas. “A Carteira de Identificação Nacional é um documento essencial para o exercício da cidadania. Para as comunidades indígenas, ela não só representa o acesso a direitos básicos, mas também o reconhecimento formal da sua identidade. Ações como essa fortalecem a integração dessas comunidades à sociedade, respeitando e preservando sua cultura e tradições”, enfatizou.

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Polícia Civil do Acre prende estelionatário em Cruzeiro do Sul

Nesta terça-feira, 20, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, deu cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo Judiciário contra A.A.O., identificado como autor de diversos estelionatos na cidade. A.A.O. foi condenado a mais de oito anos de prisão em regime fechado pelos crimes cometidos. Ele foi localizado e preso pelos agentes do Nepatri e, em seguida, encaminhado à unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento de sua pena. A operação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre em combater crimes patrimoniais e garantir a aplicação da justiça na região.

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Em Epitaciolândia, Polícia Civil do Acre prende dois bolivianos suspeitos de atirar contra policiais em Cobija

Nesta segunda-feira, 19, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Epitaciolândia, capturou dois indivíduos de nacionalidade boliviana, suspeitos de terem disparado com arma de fogo contra policiais bolivianos na cidade de Cobija, na Bolívia. A prisão ocorreu no bairro José Hassem, em Epitaciolândia, no momento em que os suspeitos tentavam fugir das autoridades bolivianas. A dupla foi detida em flagrante com uma pistola calibre 9 milímetros, a qual teria sido utilizada no ataque contra os policiais bolivianos. A ação policial contou com a participação direta do Delegado titular da Delegacia de Epitaciolândia, Dr. Eustáquio Nomerg, que comandou a operação e está lavrando o auto de prisão em flagrante em desfavor dos suspeitos. De acordo com a autoridade policial os dois bolivianos estavam sendo perseguidos por forças de segurança da Bolívia após o ataque em Cobija, mas conseguiram cruzar a fronteira e adentrar em território brasileiro. A rápida atuação da Polícia Civil em Epitaciolândia, que foi prontamente acionada pelas autoridades bolivianas, foi crucial para a captura dos suspeitos. É importante a cooperação entre as forças de segurança dos dois países, especialmente em uma região de fronteira como a de Epitaciolândia e Cobija, onde crimes transnacionais são uma preocupação constante. A integração entre as polícias do Brasil e da Bolívia foi fundamental para o sucesso desta operação, garantindo que os responsáveis por atos criminosos não fiquem impunes, independentemente de onde eles tentem se esconder”, afirmou o delegado de Epitaciolândia, Dr. Eustáquio Nomerg. Os presos serão encaminhados para a Delegacia de Polícia de Epitaciolândia, onde permanecerão à disposição da Justiça enquanto se apuram os detalhes do crime ocorrido em território boliviano. A pistola apreendida será submetida a perícia para confirmar seu uso no atentado.

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Cooperação entre as Polícias Civil e Federal do Acre resulta na identificação de corpo de estrangeiro em Rio Branco

Em uma operação coordenada pelo Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) com apoio da Polícia Federal foi realizada a identificação de um corpo de um possível estrangeiro venezuelano, que veio a óbito na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Sobral, em Rio Branco. A ação foi conduzida em conformidade com a legislação vigente e sob as diretrizes técnicas estabelecidas por diversas portarias e instruções normativas. O fato ocorreu na última sexta-feira, 16, quando a vítima, identificada como Kener Rajay Sotelo Ferraz, foi encontrada por policiais militares nas proximidades da Assembleia Legislativa de Rio Branco. Com dificuldades respiratórias, possivelmente causadas por tuberculose, ele foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) à UPA da Sobral, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e veio a óbito. “O caso exigiu uma ação rápida e especializada. Sem identificação inicial, foi necessário mobilizar as equipes da Polícia Civil e da Polícia Federal. Às 14h25, acionei o papiloscopista federal Yuri Daniel Damasceno Barros para realizar a identificação necropapiloscópica no Instituto Médico Legal da Polícia Civil, utilizando técnicas avançadas para garantir a precisão do trabalho. Esse esforço conjunto foi fundamental para o sucesso da operação e para dar respostas às autoridades e à família da vítima”, afirmou o diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva. O diretor explica que durante a análise, foram comparadas as impressões digitais da vítima com registros existentes no sistema. A ficha decadatiloscópica da vítima, registrada como desconhecida, foi confrontada com um registro anterior no sistema, datado de 12 de abril de 2023, pertencente a um homem identificado como Kennel Rafael Sotelo Ferraez, nascido em 5 de abril de 1999, de nacionalidade venezuelana. Os exames papiloscópicos, conduzidos com a metodologia ACE-V, confirmaram que as impressões digitais do corpo encontrado correspondiam ao registro do venezuelano, estabelecendo assim a identidade da vítima. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, destacou a importância da ação conjunta. “Esse caso ressalta a eficiência da nossa atuação em parceria com a Polícia Federal, que garantiu a identificação rápida e precisa da vítima. A cooperação entre as instituições de segurança é fundamental para a resolução de casos complexos e para a proteção da sociedade, especialmente em situações que envolvem estrangeiros e a falta de documentação. Continuaremos empenhados em nossa missão de esclarecer todos os fatos que envolvem este incidente”, afirmou o delegado-geral. O caso segue agora para as próximas etapas de informar a autoridade da embaixada venezuelana, bem como outros aspectos que possam interessar à Justiça.

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Acre, Rondônia e Paraíba deflagraram Operação Amaterasu nesta segunda

Com o objetivo de coibir e investigar a sonegação fiscal e a corrupção de servidores da Fazenda, o governo do Acre, por meio da Polícia Civil (PCAC), e as polícias civis de Rondônia e da Paraíba deflagraram a Operação Amaterasu nas primeiras horas desta segunda-feira, 19. A ação se deu em conjunto com os órgãos que compõem o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira): o Ministério Público do Acre (MPAC), a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), o Ministério da Justiça (MJ) e a Polícia Civil do Acre. Explicações sobre as diligências foram apresentadas na manhã desta segunda-feira, 19, na sede da PCAC em Rio Branco. Foto: Alefson Oliveira/SecomAs investigações tiveram como base a extração de dados e mídia de aparelho celular apreendido na posse de um auditor fiscal aposentado, e revelou a existência de informações relevantes de outros auditores que, de forma associada e estruturada, favoreciam empresários, mediante o recebimento de valores, para impossibilitar o recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço (ICMS) ou tornar a sua cobrança diminuta. “A investigação está sendo feita por meio da Delegacia Fazendária [Defaz]. Essa operação se deu no Acre, Rondônia e Paraíba e trata de sonegação fiscal e corrupção de servidores. Quatro servidores ativos da Fazenda, dois inativos e seis empresários foram alvos, e ressaltamos que o governo do Acre está totalmente comprometido em combater esse tipo de ilícito”, declarou o delegado-geral de Polícia Civil do Acre, Henrique Maciel. Evidenciou-se, na investigação, a existência de um primeiro segmento, em que uma parcela dos auditores fiscais facilitavam a entrada, saída e desembaraço aduaneiro de mercadorias, objetivando a sonegação tributária durante os plantões no Posto Fiscal Tucandeira. No segundo segmento, verificou-se que uma parcela dos auditores fiscais também exigiam vantagem indevida de empresários que deviam valores de grande monta para o Fisco estadual.A operação foi efetuada no âmbito de uma investigação maior, que corre em sigilo. Foram expedidos 12 mandatos de busca e apreensão nos três estados, além do pedido de sequestro de 59 veículos e pedido, à Justiça, da quebra dos sigilos bancários dos alvos. A investigação A princípio, foram apreendidas 600 cabeças de gado, seis veículos, entre carros de passeio e caminhões e também propriedades urbanas. “A Sefaz sempre contribuiu e contribuirá para o esclarecimento de investigações, pois o governo não concorda com ilícitos e malfeitos. Trabalhamos em parceria com a Polícia Civil, por meio da Defaz; tudo ocorre em sigilo, inclusive dentro da secretaria. O Estado está protegendo o dinheiro do contribuinte, porque esse dinheiro sonegado faz falta, muitas vezes, na implementação de políticas públicas”, declarou o secretário da Fazenda, Amarísio Freitas. O secretário destacou ainda que cabe à Justiça fazer juízo de valor sobre a culpabilidade ou não dos servidores envolvidos no esquema: “A Secretaria da Fazenda vem contribuindo, para as investigações, com a Corregedoria e a Ouvidoria, dando transparência aos atos realizados no serviço público. Os investigados devem ser julgados pela Justiça, obedecendo ao devido processo legal”. Durante as investigações, duas pessoas foram conduzidas, no Acre, por posse ilegal de arma de fogo. Os nomes dos investigados não foram divulgados porque a operação corre em sigilo. “A operação teve êxito nas apreensões. O esquema envolvia a facilitação da entrada de mercadorias sem recolhimento de impostos e a tentativa de mascarar débitos fiscais”, relatou o delegado Pedro Paulo Buzolin. A próxima etapa é investigar as provas colhidas para dar seguimento à operação. De acordo com o promotor do Ministério Público do Acre Adenilson de Souza, a operação, por meio da Defaz, é fruto de duas investigações que correm em paralelo, e o trabalho com o Estado é essencial para o êxito da Amaterasu. O que é Amaterasu A operação leva o nome da deusa do Sol na religião xintoísta. Seu nome significa “gloriosa deusa que brilha no céu”. O símbolo da deusa, o sol nascente, está estampado na bandeira nacional no Japão. Texto : Vitor Hugo Calixto/ Secom-AC

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Polícia Civil do Acre apreende armas em residência no Segundo Distrito de Rio Branco

No último sábado, 27, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), realizou uma importante apreensão de armas de fogo em uma residência no Beco da Sigana, Bairro 15, segundo distrito de Rio Branco. A operação foi desencadeada após a equipe receber informações de que o local estava sendo utilizado como paiol de armas, destinadas à comercialização e outras práticas ilícitas. Ao chegar ao endereço informado, os agentes da DHPP encontraram três armas de fogo em posse de um idoso. Durante uma breve entrevista, o suspeito admitiu que comprava e fazia a manutenção das armas com a intenção de negociá-las com terceiros. As armas apreendidas foram uma escopeta calibre 12 de fabricação caseira, uma espingarda de dois canos calibre .28 e uma espingarda calibre .32, todas sem registro. O homem foi conduzido à Delegacia de Flagrantes para os procedimentos legais. A apreensão dessas armas é considerada uma ação preventiva crucial, especialmente em uma área marcada por conflitos entre facções criminosas no segundo distrito da capital. A retirada dessas armas de circulação representa um passo significativo no combate à violência e à criminalidade na região. A Polícia Civil do Acre continua atenta e comprometida em proteger a população e coibir atividades ilícitas que ameaçam a segurança pública.

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Fugitivo e condenado por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil do Acre

A Polícia Civil do Acre do Acre (PCAC), prendeu na última quinta-feira, 15, R.C.R.R, de 39 anos, em Rio Branco, o condenado pelo delito de estupro de vulnerável e pelo delito tipificado no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que consiste em armazenar, material fotográfico ou vídeos cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. Na ocasião do crime, o autor dos fatos, que era amigo da família da vítima de 13 anos de idade, abusou sexualmente da menor. O autor enviava fotos e vídeos íntimos para a vítima e a obrigava a também enviar fotos e vídeos dela, sem roupa. O autor ainda teve relações sexuais com a adolescente diversas vezes. R.C.R.R ainda ameaçava a vítima dizendo que caso ela não enviasse as fotos ele iria contar para a família o que havia acontecido entre eles. A autoridade policial informa que o caso foi descoberto pela mãe da vítima, que viu as fotos íntimas do autor no celular da adolescente e imediatamente foi à Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (DECAV) fazer a denúncia. O registro da ocorrência foi feito em junho de 2022 e o autor foi indiciado pela Polícia Civil em julho de 2022. A sentença do judiciário ocorreu em setembro de 2023, tendo condenado R.C.R.R a 10 anos e quatro meses de reclusão em regime inicialmente fechado. Após a expedição do mandado de prisão o autor fugiu para o estado do Amazonas, porém, havia retornado a poucos dias para Rio Branco, tendo sido capturado no bairro Bosque, capital acreana, com apoio com apoio de agentes de Capixaba e Manoel Urbano,.

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Polícia Civil do Acre conclui inquérito de tentativa de feminicídio em Cruzeiro do Sul com prisão do autor

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente (DEMPCA) de Cruzeiro do Sul, concluiu o inquérito policial sobre uma tentativa de feminicídio ocorrida em 31 de julho de 2024. O suspeito, T.P.L., de 38 anos, foi preso preventivamente após investigações apontarem seu envolvimento no crime. O caso envolve a ex-companheira do suspeito, que estava separada dele há quase dois anos. Segundo as investigações, T.P.L. já havia sido alvo de medidas protetivas de urgência anteriormente, mas essas já não estavam mais em vigor no momento do ataque. A vítima relatou à polícia que trocou de número de telefone para evitar contato com o ex-companheiro, que a perseguia constantemente. No entanto, no dia do crime, ele conseguiu descobrir o novo número e iniciou uma discussão, acusando-a de estar acompanhada de outro homem durante as festividades da Expoacre Juruá. No momento do ataque, T.P.L. aguardou a vítima nas proximidades de sua residência. Quando a mulher voltava para casa após o trabalho, acompanhada de seus filhos, foi surpreendida pelo agressor, que estava armado com uma faca. Aproveitando-se da ausência de testemunhas e enviando uma das crianças para longe, ele iniciou o ataque, desferindo sete facadas, incluindo golpes que perfuraram o pulmão e atingiram a região do pescoço. A vítima caiu ao chão, aparentando estar morta, momento em que o agressor fugiu. Após o crime, T.P.L. ainda subtraiu uma arma de fogo e retornou duas vezes ao Hospital Regional com a intenção de finalizar o assassinato. No entanto, ele foi encontrado ferido em uma área de mata no dia seguinte, após ter sido torturado por indivíduos supostamente de uma organização criminosa. A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão de T.P.L. dentro do hospital, onde ele estava sendo tratado pelos ferimentos. O suspeito foi encaminhado ao Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN) e passou por audiência de custódia, onde sua prisão foi mantida. T.P.L. possui um histórico criminal extenso, incluindo delitos como furto, roubo, porte de arma de fogo, falso testemunho, ameaça, envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas e repetidos atos de violência doméstica contra a ex-companheira. A investigação, que abrange os crimes de feminicídio, perseguição e injúria, foi encaminhada ao Poder Judiciário em 14 de agosto de 2024.

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