Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

23 de agosto de 2024

Notícias

Polícia Civil do Acre lança campanha de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas

Na próxima segunda-feira, 26, a Polícia Civil do Acre (PCAC), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, lançará uma importante campanha de coleta de material biológico de familiares de pessoas desaparecidas. A ação, que ocorrerá até o dia 30 de agosto no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco, faz parte da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A iniciativa tem como objetivo atualizar os dados de pessoas não localizadas e proporcionar respostas às famílias que vivem com a angústia de ter um ente querido desaparecido. O DNA coletado será cadastrado no Banco Nacional de Perfis Genéticos, servindo como uma ferramenta adicional na tentativa de localizar essas pessoas. No Acre, o ponto de coleta será o IML da capital, Rio Branco, e a expectativa é de que cerca de 25 pessoas compareçam durante a semana de mobilização. Na primeira fase, os familiares devem apresentar o boletim de ocorrência do desaparecimento. Na segunda fase, o foco estará no recolhimento de impressões digitais e de material genético de pessoas vivas com identidade desconhecida. Posteriormente, será realizada a pesquisa de impressões digitais de corpos não identificados armazenadas em cada unidade federativa. Essa etapa, conhecida como análise do passivo (backlog), compara esses dados com os registros existentes nos bancos de biometrias. As informações obtidas farão parte da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), uma iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) por meio da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública. “A coleta de material biológico é um passo essencial para aumentar as chances de encontrar essas pessoas e pôr fim ao sofrimento de tantas famílias que aguardam por respostas. A PCAC segue comprometida com essa causa, utilizando todas as ferramentas disponíveis para alcançar resultados e encontrar pessoas que desapareceram no estado do Acre”, enfatizou o delegado-geral da PCAC, Dr. Henrique Maciel. O delegado de Polícia Civil, Dr. Nilton Boscaro, que atua como Autoridade Central de Pessoas Desaparecidas no estado, explica que as amostras genéticas de pessoas vivas e falecidas com identidade desconhecida, analisadas pelos laboratórios da RIBPG, são enviadas rotineiramente ao Banco Nacional de Perfis Genéticos. Neste banco, são realizados cruzamentos de dados em nível nacional com perfis coletados pelos 23 laboratórios de genética forense que compõem a rede. “A legislação atual assegura que as amostras fornecidas voluntariamente pelos parentes serão usadas exclusivamente na identificação dos entes sumidos, e não para nenhum outro propósito”, afirmou Boscaro.

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Polícia Civil do Acre promove curso de capacitação tática para escoltas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) concluiu, nesta sexta-feira, 23, uma importante capacitação de Nivelamento aos Procedimentos Táticos de Escoltas, realizada na Academia de Polícia Civil (Acadepol), em Rio Branco. O treinamento, que iniciou no dia 19 e de agosto, contou com a participação de cerca de 24 agentes da PCAC, provenientes tanto da capital quanto do interior do estado. Durante cinco dias intensivos, nos períodos da manhã e tarde, os agentes receberam treinamento especializado ministrado pela Polícia Penal. O curso focou em técnicas de escolta, com o objetivo de padronizar procedimentos e garantir a segurança de todos os envolvidos: os agentes, a sociedade e os custodiados. A integração entre a Polícia Civil e a Polícia Penal é considerada essencial, principalmente em operações que exigem uma ação coordenada entre diferentes forças de segurança. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. Henrique Maciel, destacou a importância desse tipo de capacitação para o aprimoramento da atuação policial. “Este curso é fundamental para garantir a segurança dos nossos agentes e da sociedade como um todo. A padronização dos procedimentos é crucial para que as ações sejam realizadas de maneira eficiente e segura, e essa integração com a Polícia Penal é imprescindível, especialmente quando as forças precisam trabalhar de forma conjunta”, afirmou Maciel. O diretor da Academia da Polícia Civil (Acadepol), Fabrizzio Sobreira, também comentou sobre a realização dessas capacitações. “A Acadepol tem se esforçado para oferecer formações que preparem nossos agentes para os desafios diários da profissão. Capacitações como esta são essenciais para manter a nossa equipe atualizada e pronta para lidar com qualquer situação. Continuaremos investindo em treinamentos que garantam a eficiência e a segurança das operações policiais”, ressaltou Sobreira. A capacitação na Acadepol reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre com a qualificação constante de seus profissionais, garantindo uma atuação mais segura e eficaz em prol da segurança pública do estado.

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Polícia Civil do Acre prende homem por porte ilegal de armas e receptação em Mâncio Lima

Na manhã desta sexta-feira, 23, a Polícia Civil do Acre, por meio da delegacia geral de Mâncio Lima, prendeu em flagrante J.F.A., de 23 anos, conhecido pelo apelido “38”. A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão e busca e apreensão expedido pelo Judiciário. O suspeito foi detido por porte ilegal de arma de fogo, especificamente uma pistola de 9 milímetros, e por receptação de uma arma calibre 380, que havia sido furtada na cidade de Fátima do Sul, em Mato Grosso do Sul. Segundo o delegado José Obetânio, que conduziu a operação, o indivíduo será indiciado por receptação devido à posse dos armamentos furtados. “A atuação da Polícia Civil é crucial para a manutenção da ordem e segurança na nossa comunidade. Este é mais um caso onde, graças ao trabalho integrado de investigação e execução, conseguimos retirar das ruas uma pessoa envolvida com crimes graves e que representava um perigo para a sociedade,” destacou o delegado. As investigações continuam para identificar possíveis conexões de J.F.A. com outras atividades criminosas na região e para descobrir se há mais envolvidos no esquema de receptação de armas furtadas.

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