Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

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Polícia Civil prende suspeito de estupro de vulnerável, tráfico de drogas e posse ilegal de arma em Plácido de Castro

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Plácido de Castro, em ação integrada com as equipes do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro) e do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar, prendeu, na última terça-feira, 17, P.S.C., de 31 anos, indivíduo que se encontrava sob monitoramento judicial, suspeito de praticar, em tese, os crimes de estupro de vulnerável, tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. A ação foi desencadeada a partir de levantamentos investigativos que apontavam que o suspeito estaria envolvido em crimes de natureza sexual contra crianças, sendo duas vítimas, uma de 12 e outra de 13 anos. Diante da gravidade das informações, os oficiais de polícia civil, atuou de forma célere e integrada para averiguar os fatos e interromper possíveis práticas criminosas. Durante a abordagem na residência do investigado, os policiais encontraram indícios relevantes que reforçaram as suspeitas, incluindo a presença de entorpecentes, uma arma de fogo e munições. No local, também foram localizadas crianças em situação de vulnerabilidade, o que demandou uma resposta imediata das autoridades para garantir a proteção dos menores. O Conselho Tutelar foi acionado e compareceu à unidade policial, adotando as medidas legais de proteção. As crianças foram devidamente acolhidas e posteriormente entregues aos seus responsáveis, assegurando seus direitos e integridade, em uma ação conjunta que demonstra a importância da atuação integrada entre os órgãos de proteção. Todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia, onde foram realizados os procedimentos cabíveis. A Polícia Civil segue com as investigações para o completo esclarecimento dos fatos e responsabilização do suspeito, conforme prevê a legislação. O delegado Leandro Lucas Barreto destacou a gravidade do caso e reforçou o compromisso institucional: “Crimes praticados contra crianças são absolutamente intoleráveis e a Polícia Civil não medirá esforços para responsabilizar cada infrator. Esta prisão reafirma nosso compromisso com a proteção dos mais vulneráveis e com a segurança de toda a sociedade”, disse.

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PC-AM divulga imagens de dois homens procurados por roubar R$ 500 mil de farmácia, em Boca do Acre

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 61ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Boca do Acre (a 1.028 quilômetros de Manaus), em conjunto com a Polícia Civil do estado do Acre (PCAC), divulga as imagens de Cliverson Oliveira Lopes, 35, e Vinicius da Silva Oliveira Aguiar, 27, procurados por envolvimento no roubo de R$ 500 mil de uma farmácia do município. Eles também são investigados por restrição de liberdade e associação criminosa. De acordo com o delegado Gustavo Kallil, o crime aconteceu no dia 18 de setembro de 2023, ocasião em que os criminosos roubaram cerca de R$ 500 mil do estabelecimento comercial. “Na quinta-feira (19/02), após um avanço significativo nas investigações, demos cumprimento a mandados de busca e apreensão domiciliar e veicular relacionados aos autores. Contamos com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) do Acre, para garantir segurança e efetividade ao cumprimento das ordens judiciais”, disse o delegado. Segundo o delegado, durante as diligências foram apreendidos um automóvel, R$ 7 mil em espécie e outros bens de interesse investigativo, como documentos que contribuirão para o aprofundamento das apurações. Conforme o delegado, na ocasião do crime, além de roubar o dinheiro do estabelecimento comercial, os autores ainda fizeram um funcionário da farmácia de refém. A Polícia Militar do Amazonas (PMAM) foi imediatamente acionada e realizou uma perseguição policial para capturar os suspeitos, que estavam em fuga. “Durante o trajeto, o carro dos suspeitos capotou na estrada e eles conseguiram sair do veículo e continuaram fugindo, resultando em um confronto que causou a morte de três membros do grupo. Após esse fato, as investigações prosseguiram com as identificações dos sobreviventes”, disse o delegado. A PC-AM solicita a quem tiver informações sobre o paradeiro de Cliverson Oliveira Lopes e Vinicius da Silva Oliveira Aguiar, que as repasse pelos números (92) 3667-7671, disque-denúncia da 61ª DIP de Boca do Acre; 197 ou (92) 3667-7575, da PC-AM; ou pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). A identidade do denunciante será mantida em sigilo. Por Asscom/ PCAM

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PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado. As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada. Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre. Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações. A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.

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Vice-governadora Mailza Assis entrega reforma da 1ª Regional da Polícia Civil em Rio Branco e reforça estrutura de atendimento especializado

A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, realizou nesta sexta-feira, 30, a entrega oficial da reforma e adequação da estrutura física da 1ª Regional da Polícia Civil, localizada no bairro Cadeia Velha, em Rio Branco. O novo complexo passa a abrigar importantes unidades especializadas, fortalecendo o atendimento à população e ampliando a atuação da Polícia Civil na capital. No prédio reformado passam a funcionar a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), criada durante a atual gestão do Governo do Estado, além da Delegacia de Atendimento à Pessoa com Deficiência e ao Idoso (DEADI) e da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). As obras contemplaram uma reestruturação completa da unidade, incluindo a modernização da parte elétrica, pintura geral, criação de salas de atendimento ao público, cartórios, auditório, sala de investigação, banheiros acessíveis, alojamentos e a instalação de novo mobiliário. O objetivo do novo espaço é garantir um atendimento mais humanizado ao cidadão e melhores condições de trabalho aos profissionais da segurança pública. A execução das obras ficou sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), com investimento de R$ 518.335,32, oriundos de recursos próprios (Fonte 100). Já a Polícia Civil investiu R$ 90 mil em obras complementares e R$ 100 mil na aquisição de equipamentos e mobiliário. Durante a solenidade, também foi realizada a entrega de quatro viaturas, drones e equipamentos destinados à Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Todos os itens foram adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, reforçando a capacidade operacional da unidade especializada. A vice-governadora Mailza Assis destacou que o investimento reflete o compromisso do Governo do Acre com a modernização da segurança pública e com a proteção dos grupos mais vulneráveis. “Estamos entregando um espaço moderno, acessível e preparado para atender melhor a população acreana. Esse complexo representa o cuidado do governo com as pessoas, especialmente com crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência e também com o enfrentamento aos crimes cibernéticos, que crescem a cada dia. É um investimento que valoriza o servidor e garante mais dignidade no atendimento ao cidadão”, afirmou a vice-governadora. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre ressaltou que a nova estrutura fortalece o trabalho investigativo e amplia a eficiência das delegacias especializadas. “Essa entrega representa um avanço significativo para a Polícia Civil. As novas instalações oferecem melhores condições de trabalho aos nossos policiais e um ambiente mais adequado para acolher as vítimas. Além disso, a criação da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos e o reforço da Core com viaturas e equipamentos modernos demonstram o compromisso do governo com uma polícia cada vez mais preparada, técnica e eficiente”, destacou o delegado-geral. Com a entrega da nova 1ª Regional, o Governo do Acre reforça a política de investimentos contínuos na segurança pública, aliando infraestrutura, tecnologia e valorização profissional para garantir mais proteção à sociedade.

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Polícia Civil explica operação que investiga suposta comercialização clandestina de medicamentos da rede pública

O governo do Estado, por meio da Polícia Civil do Acre (PCAC), deflagrou uma operação para investigar o armazenamento irregular e a comercialização clandestina de medicamentos e equipamentos hospitalares pertencentes à rede pública de saúde. Na manhã desta segunda-feira, 5, um suspeito foi preso. A investigação foi solicitada à Polícia Civil pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). Desde o início de 2023, a gestão da Sesacre levantava suspeitas que, com o avanço do tempo e a realização de investigações minuciosas, resultaram na confirmação das irregularidades. De acordo com o delegado-geral da PCAC, José Henrique Maciel, o caso contará com uma ampla força-tarefa, por se tratar de um crime que atinge diretamente a população. Para o gestor, é extremamente grave a revenda de medicamentos que deveriam ser distribuídos gratuitamente, pois essa prática compromete o abastecimento das unidades públicas de saúde. “A operação faz parte de uma investigação que já vem sendo realizada há alguns meses, a pedido do secretário de Saúde. Solicitamos apoio da nossa delegacia especializada e, hoje pela manhã, houve esse primeiro desfecho, com a ação de busca e apreensão. O governo do Estado não compactua com esse tipo de situação”, afirmou o delegado. Além disso, o delegado-geral não descarta a possibilidade da existência de uma organização criminosa por trás do esquema: “Temos provas de que existem mais envolvidos e de que pode se tratar de uma quadrilha. Com certeza, há participação de várias pessoas, inclusive dentro da Sesacre.” Nesta segunda-feira, investigadores da PCAC chegaram a uma residência em Rio Branco, onde encontraram grande quantidade de fármacos armazenados em caixas. O material apreendido foi suficiente para preencher a carroceria de dois caminhões de médio porte. Segundo o delegado Igor Brito, responsável pela investigação, os medicamentos apreendidos eram de diversos tipos, incluindo remédios destinados ao tratamento oncológico e outros insumos. Um balanço inicial estima que o valor total do material ultrapassa R$ 1 milhão. “A Polícia Civil continuará realizando o trabalho investigativo. Já coletamos o interrogatório do autuado em flagrante e, a partir disso, iremos apreender eventuais objetos e aparelhos eletrônicos presentes no imóvel, a fim de dar continuidade às investigações. Também iremos identificar possíveis compradores, suas localidades e os valores pagos”, contou Igor. O secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, afirmou que os medicamentos apreendidos passarão por um processo de rastreamento por meio do número de série, o que permitirá identificar a origem de cada item e o caminho percorrido até a revenda irregular. Segundo o titular da pasta, os levantamentos iniciais apontam indícios fortes de que os medicamentos tenham saído de unidades públicas de saúde estratégicas, como o Pronto-Socorro, a Fundação Hospitalar, a Maternidade e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). “Trata-se de um trabalho iniciado há algum tempo, e o mérito é do governo do Estado, por meio da Polícia Civil do Acre. Graças a esse esforço, estamos começando a localizar as medicações que deveriam estar sendo aplicadas aos pacientes”, completou Pedro Pascoal. Por Agência de Notícias do Acre

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Polícias Civis de Roraima e do Acre capturam foragido listado na Interpol

As Polícias Civis dos Estados de Roraima e do Acre, em ação integrada, nesta quarta-feira, 26, por meio da atividade de inteligência prendeu R. S. S., de 47 anos, procurando internacionalmente por crimes praticados em 2005. O foragido da justiça acreana estava na difusão vermelha da Interpol. A prisão ocorreu em uma região de difícil acesso, na zona rural do município de Cantá, na vicinal 14 do PA Caferam, no estado de Roraima, após a troca de informações entre as Polícias Civis. De acordo com as investigações, os crimes ocorreram em 2005, no bairro Calafate, em Rio Branco. À época, R. S. S. teria ameaçado e abusado sexualmente da sua enteada de apenas 9 anos de idade. Segundo a investigação criminal da Polícia Civil do Acre (PCAC), ele se aproveitou da condição de padrasto e da relação de confiança estabelecida no convívio familiar para cometer o abuso. Após a mãe da vítima denunciar o caso às autoridades, o acusado passou a ameaçá-la com uma faca, afirmando que iria matá-la por ter relatado o crime à polícia. As ameaças geraram intenso medo e insegurança na família, que passou a pedir proteção. Desde então, o R. S. S. não foi mais localizado, apesar de diversas diligências realizadas ao longo dos anos. Em 2008, foi expedido mandado de prisão em seu desfavor, que permaneceu sem cumprimento até a data de hoje. Com a integração e o trabalho de inteligência entre as Polícias Civis de Roraima e do Acre, o foragido foi finalmente localizado e preso. Agora, ele será encaminhado ao sistema prisional de Roraima, onde ficará à disposição da Justiça.

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Jornal Extra destaca atuação da Polícia Civil do Acre no combate ao crime organizado

O jornal Extra, em uma série especial de reportagens sobre a expansão das facções criminosas pelo país, destacou o trabalho da Polícia Civil do Acre (PCAC) no enfrentamento ao crime organizado. A publicação nacional analisou a influência de grupos oriundos do Rio de Janeiro em diferentes estados e ressaltou que o Acre tem conseguido conter o avanço dessas organizações graças à atuação firme e coordenada das forças de segurança locais. De acordo com a reportagem, facções como o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP) tentaram se instalar no estado, mas encontraram resistência efetiva da Polícia Civil acreana, que tem investido em inteligência e investigação para enfraquecer o poder dessas organizações. O coordenador da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Acre, delegado Alcino Sousa Júnior, explicou ao Extra que o trabalho de monitoramento contínuo tem sido essencial para impedir que o Acre enfrente o mesmo cenário de violência visto em outras regiões do país. “A gente tem investido muito no monitoramento desses grupos para impedir que o cenário do Sudeste se repita”, destacou o delegado. O reconhecimento do Extra reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre com a segurança pública e a proteção da sociedade, demonstrando a eficiência e a seriedade com que a instituição atua no combate à criminalidade organizada. Para o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, o destaque em um dos maiores veículos de comunicação do país é motivo de orgulho para toda a corporação. “Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo. Nossas equipes têm trabalhado com dedicação, inteligência e responsabilidade para garantir a segurança dos acreanos e enfraquecer o crime organizado. A Polícia Civil do Acre é uma instituição forte e comprometida com o povo do nosso estado”, afirmou o delegado-geral.

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Suspeito de atropelar e matar advogada Juliana Chaar é capturado no Bujari em operação conjunta das forças de segurança

O principal suspeito de ter atropelado e assassinado a advogada Juliana Chaar foi capturado nesta terça-feira, 15, em uma ação conjunta envolvendo o Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), a Polícia Civil e a Polícia Penal do Acre. D.L.G.P. foi localizado na zona rural do município do Bujari, após dias de intensa mobilização policial. A captura é resultado de um trabalho contínuo das forças de segurança. No último sábado, 12, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), já havia realizado uma grande operação na comunidade Boa Água, também na zona rural do Bujari. Na ocasião, os policiais cercaram a área com base em informações precisas de que o suspeito estaria escondido no local. Contudo, segundo o delegado Alcino Ferreira Júnior, titular da DHPP, D.L.G.P. foi alertado por terceiros sobre a presença policial e conseguiu escapar. Apesar da fuga, a ação resultou na apreensão de três armas de fogo: uma espingarda, uma pistola e um revólver e na prisão de dois familiares do suspeito, que teriam colaborado com a tentativa de esconderijo. Após essa tentativa de captura, o Gefron recebeu novas informações indicando que D.L.G.P. ainda se encontrava na região. De acordo com o coronel Assis dos Santos, coordenador do Gefron, o advogado do suspeito fez contato com a equipe policial, que intermediou uma rendição voluntária. “Foi feito o contato através da defesa e, diante da situação, houve um acordo para cessar a fuga e realizar a entrega”, explicou o coronel. O suspeito foi conduzido com segurança até a sede da Divisão Especializada de Investigação Criminal (DEIC), em Rio Branco, com apoio da Polícia Penal. Segundo o delegado Alcino Ferreira Júnior, o mandado de prisão foi cumprido e, a partir de agora, o caso seguirá para as devidas tratativas judiciais. “Será tomada a ciência oficial da prisão e, em seguida, o suspeito será apresentado à Justiça, onde as circunstâncias do crime serão devidamente esclarecidas”, afirmou o delegado. A morte de Juliana Chaar, segue sendo investigada com rigor, e as forças de segurança reafirmam o compromisso de elucidar completamente o caso e responsabilizar todos os envolvidos. Colaboração: Secretaria de Justiça e Segurança Pública – Sejusp

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Caso Juliana Chaar: polícia busca suspeito em comunidade rural e prende familiares

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deflagrou neste sábado, 12, uma operação em duas propriedades rurais pertencentes à família do principal suspeito de atropelar e assassinar a advogada Juliana Chaar, em Rio Branco. A ação foi autorizada pela juíza da Vara de Garantias, após solicitação formal da equipe de investigação. A operação teve apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e do grupo de elite da PCAC, a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE). As equipes se deslocaram até a comunidade Boa Água, onde havia informações de que o suspeito estaria escondido. De acordo com o delegado titular da DHPP, Alcino Ferreira Júnior, o alvo da operação conseguiu fugir para uma área de mata densa ao perceber a chegada da polícia. “Nós tínhamos a informação precisa de que ele estava na comunidade Boa Água. Mas, infelizmente, ao perceber a movimentação, ele se embrenhou na mata antes de ser capturado”, relatou o delegado. Durante o cumprimento dos mandados, os policiais localizaram uma espingarda, uma pistola e um revólver municiado na residência alvo da operação. Os proprietários do imóvel, uma prima do suspeito e o esposo dela, receberam voz de prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e foram conduzidos à Delegacia de Flagrantes (Defla), em Rio Branco. A operação foi coordenada pelos delegados Alcino Ferreira Júnior e Cristiano Bastos, e representa mais um esforço intensivo da Polícia Civil para localizar e prender o responsável pelo crime que chocou a capital acreana. As investigações seguem em ritmo acelerado para garantir a prisão do suspeito e esclarecer todas as circunstâncias do homicídio que vitimou Juliana Chaar.

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