Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

Author name: redacao.pcac

Notícias

Emenda de Antônia Lúcia garante 15 carros e 22 computadores para o projeto ‘Bem-Me-Quer’, da Polícia Civil

Na última desta sexta-feira, 13, a deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos) realizou a entrega formal de 15 veículos e 22 computadores à Polícia Civil do Acre. Os equipamentos foram adquiridos por meio de emendas parlamentares destinadas pela deputada e serão utilizados para fortalecer o Projeto Bem-Me-Quer, uma das principais iniciativas da instituição voltadas ao atendimento de mulheres e crianças vítimas de violência doméstica e sexual. A entrega foi marcada por uma reunião com o Delegado-Geral da Polícia Civil, José Henrique Maciel, e com a delegada Juliana de Angelis, coordenadora do Projeto Bem-Me-Quer. O investimento amplia a capacidade de atendimento da Polícia Civil, que já conta com unidades do projeto na capital e em diversos municípios do estado. O Projeto Bem-Me-Quer tem reconhecimento nacional pelo modelo de atendimento humanizado que oferece às vítimas de violência. Com espaços adequados, acolhimento psicológico e atuação integrada das equipes, o projeto garante um ambiente seguro para denúncias e acompanhamento dos casos, promovendo justiça e dignidade. A deputada federal Antônia Lúcia destacou a importância da iniciativa e o impacto positivo das emendas destinadas. “Seguimos firmes no compromisso de fortalecer políticas públicas que promovam proteção, respeito e dignidade para todos”, declarou a parlamentar, entusiasmada com a oportunidade de contribuir para a vida de tantas pessoas. O Delegado-Geral Henrique Maciel agradeceu o apoio da deputada e ressaltou a importância do fortalecimento contínuo da rede de proteção às vítimas. “Esse reforço chega em um momento fundamental. Com os veículos e computadores, poderemos ampliar o alcance e a eficiência do Projeto Bem-Me-Quer em todo o estado. É um investimento direto na vida de mulheres e crianças que precisam da nossa atenção e acolhimento. A Polícia Civil está comprometida em oferecer cada vez mais um atendimento humanizado e eficaz”, afirmou Maciel. A delegada Juliana de Angelis também enfatizou o papel essencial da parceria institucional para o sucesso do projeto e destacou que os novos equipamentos contribuirão significativamente para a expansão das ações da Polícia Civil na defesa das mulheres e crianças acreanas.

Notícias

Polícia Civil do Acre prende e participa da captura de autores de feminicídios em Capixaba e Senador Guiomard

A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu, na manhã deste sábado, 14, N.N.S., de 50 anos, principal suspeito de ter assassinado Auriscléia Lima do Nascimento, de 25 anos, no município de Capixaba. A ação foi conduzida pela equipe da Delegacia-Geral de Capixaba, que localizou o homem escondido em uma área de mata na colocação Promissão, nas proximidades da Reserva Extrativista Chico Mendes, na zona rural do município. De acordo com o delegado Aldízio Neto, responsável pelas investigações, a prisão foi resultado de um trabalho intenso da Polícia Civil desde o momento do crime. “Montamos uma força-tarefa para localizá-lo e hoje, com êxito, conseguimos efetuar a prisão. O suspeito já tem antecedentes por estupro e homicídio, o que reforça a sua periculosidade”, afirmou o delegado. Considerando a comoção pública e a gravidade do caso, N.N.S. foi transferido para a capital e apresentado na Delegacia de Flagrantes (DEFLA), em Rio Branco. Em outra frente, a Polícia Civil também atuou de forma decisiva na elucidação de um feminicídio ocorrido em Senador Guiomard, onde Luana Conceição do Rosário, de 45 anos, foi assassinada na sexta-feira, 13. Com base em informações repassadas pelo setor de inteligência da instituição, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) localizou e prendeu J.R.O., de 54 anos, suspeito de ter cometido o crime. Além desses casos, a PCAC também efetuou prisões ao longo da semana em diferentes municípios, incluindo Sena Madureira, Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves, por crimes de homicídio e tentativa de homicídio, evidenciando a atuação contínua da polícia na repressão à criminalidade violenta no estado. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o empenho da instituição no enfrentamento aos crimes contra a vida, em especial os feminicídios. “A Polícia Civil tem atuado com agilidade e responsabilidade para dar respostas firmes à sociedade. A prisão do suspeito de feminicídio em Capixaba e o apoio direto à captura do autor em Senador Guiomard mostram nosso compromisso com a justiça e a proteção das mulheres. Nossas equipes estão mobilizadas em todas as regiões, com investigações qualificadas e ações integradas. Seguiremos firmes para que nenhum crime grave fique impune”, afirmou o delegado-geral. As ações reforçam o papel essencial da Polícia Civil na garantia da segurança pública e na luta contra a violência de gênero, um dos maiores desafios da atualidade.

Notícias

Desarmamento no Brasil: Direito Penal Simbólico e a Ilusão da Segurança

Por Kallil Alves Reis – Inspetor Especial de Polícia do Acre O Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003), criado sob a justificativa de reduzir os alarmantes índices de homicídios no Brasil, é um retrato fiel de um fenômeno jurídico cada vez mais presente: o Direito Penal Simbólico. Trata-se de legislações que aparentam solucionar problemas complexos com respostas penais imediatas, mas que na prática servem mais para sinalizar ação do que para transformar realidades. Desde sua criação, o Estatuto prometia restringir o acesso às armas de fogo, com o objetivo de diminuir a violência urbana. No entanto, quase duas décadas depois, os números revelam que a promessa não foi cumprida. Segundo dados do Global Burden of Disease, em 2016 o Brasil registrou mais de 43 mil mortes por armas de fogo — 94% delas homicídios. Entre 2003 (ano de sanção da lei) e 2014, houve um aumento de 12,34% nas mortes por armas de fogo, passando de 39.325 para 44.861. Se a intenção era reduzir a violência, o efeito foi, no mínimo, nulo. A explicação pode estar no foco equivocado da legislação. Leis restritivas como essa atingem justamente aqueles que obedecem à lei — o cidadão comum que busca registrar e manter legalmente uma arma de fogo para proteção pessoal, patrimonial ou esportiva. Já os criminosos, que não se preocupam com requisitos legais, continuam se armando através do mercado ilegal, alimentado por fronteiras frágeis e fiscalização ineficiente. Uma pesquisa realizada em delegacias do Estado do Acre, entre 2017 e 2019, confirma essa percepção: mais de 90% dos homicídios com arma de fogo estavam relacionados a crimes como tráfico de drogas e disputas entre facções — ou seja, praticados por criminosos reincidentes. Já os crimes passionais, cometidos geralmente por cidadãos primários, utilizavam mais frequentemente armas brancas ou outros meios: Figura 2: Mortes por armas de fogo no ano de 2017 Fonte:  Diretoria de Policia Civil do Estado do Acre/Departamento de Inteligência Figura 3: Mortes por armas de fogo no ano de 2018 Fonte: Diretoria de Policia Civil do Estado do Acre/Departamento de Inteligência Outro argumento recorrente na defesa do desarmamento é o risco de suicídios com armas de fogo. Mas os dados do mesmo levantamento revelam que o principal meio de suicídio no Acre, durante o período analisado, foi o enforcamento — responsável por cerca de 70% das mortes. Armas de fogo estiveram longe de figurar como principal instrumento: Figura 5: Suicídios referentes aos anos 2017- primeiro semestre de 2019 Fonte: Diretoria de Policia Civil do Estado do Acre/ Departamento de Inteligência. O referendo de 2005 reforça o descompasso entre a vontade popular e a norma jurídica: 63% da população votou contra a proibição da comercialização de armas, deixando claro que o cidadão não acreditava na eficácia da medida. Mesmo assim, a legislação permaneceu praticamente inalterada. Uma democracia madura precisa ouvir sua população — principalmente em temas sensíveis como este, que envolvem direitos fundamentais, como o da legítima defesa. Comparações internacionais também ajudam a desmistificar a relação direta entre armas e violência. O Uruguai, por exemplo, possui uma das maiores taxas de armas per capita da América Latina (mais de 34 armas para cada 100 habitantes), mas apresenta uma taxa de homicídios por armas de fogo muito inferior à brasileira. O mesmo se aplica a países como Suíça e Estados Unidos, cujas políticas armamentistas são menos restritivas e, ainda assim, apresentam taxas de crimes violentos inferiores às do Brasil: Figura 1: Mortes por armas de fogo em relação número de armas Fonte: small arms survey and Global Mortality From Firearms Esses dados nos levam a questionar a lógica por trás do desarmamento civil. Se a presença de armas por si só não explica a violência — e, em alguns casos, sua ausência não a reduz, então por que tanto esforço legislativo em restringir seu acesso? A resposta pode estar no campo simbólico da política criminal. Leis penais muitas vezes são utilizadas como respostas emocionais a clamores sociais por segurança, especialmente quando outros mecanismos falham. É uma forma de o Estado mostrar “ação” sem necessariamente enfrentar as causas reais da violência — desigualdade social, ausência do Estado em áreas periféricas, impunidade, falência do sistema prisional, entre outras. A doutrina penal chama esse fenômeno de função latente da norma: a real motivação por trás da lei não é aquela que está escrita no papel (reduzir homicídios), mas sim satisfazer a expectativa simbólica de que “algo está sendo feito”. É, portanto, um engano institucionalizado. Como bem define o jurista Winfried Hassemer, no Direito Penal Simbólico “não se pode confiar na norma tal como se apresenta”. Essa lógica simbólica também dialoga com outro fenômeno contemporâneo: a chamada “esquerda punitiva”, conceito desenvolvido por Maria Lúcia Karan, que descreve o processo em que setores progressistas — historicamente defensores das liberdades civis — passam a endossar políticas penais repressivas diante da crescente sensação de insegurança. Assim, o Direito Penal torna-se um anestésico para a angústia social, ainda que ineficaz em termos reais. A questão que se impõe, portanto, é: de que adianta criar leis simbólicas, que não reduzem a violência, mas apenas restringem direitos de quem obedece à lei? O verdadeiro impacto do Estatuto do Desarmamento foi a criação de uma série de barreiras legais que dificultam o acesso de cidadãos de bem às armas de fogo, sem tocar no principal problema: o armamento de criminosos. Não se trata aqui de defender o armamento irrestrito, tampouco negar os riscos que o mau uso de armas representa. Mas sim de exigir que o debate público sobre segurança se baseie em dados concretos, e não em ideologias ou desejos de vendeta. O caminho da paz social não passa, necessariamente, pela proibição, mas pela responsabilidade, educação e respeito à liberdade individual. Em vez de continuar apostando em leis penais simbólicas, precisamos repensar o papel do Estado na segurança pública. A solução não virá de mais proibições, mas de políticas efetivas de prevenção, inteligência policial, fortalecimento das fronteiras e combate ao crime organizado. A violência não se combate com ilusões legislativas, mas

Notícias

Governo do Acre fortalece IML e Polícia Técnico-Científica para melhorar atendimento à população

A realidade do Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco e de toda a estrutura da Polícia Técnico-Científica no Acre reflete hoje um processo contínuo de fortalecimento promovido pelo governo do Estado, sob a liderança do governador Gladson Camelí. A gestão estadual tem adotado uma série de medidas estratégicas para melhorar o atendimento à população e garantir melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam na linha de frente da perícia oficial. Um exemplo claro disso é a entrega de nove novos veículos modelo rabecão, distribuídos entre a capital e o interior do estado. Os veículos estão em pleno funcionamento e ampliaram a capacidade de resposta do IML em todo o território acreano. “O governo do Estado do Acre, por meio da Polícia Civil, tem realizado investimentos significativos no fortalecimento do Departamento de Polícia Técnico-Científica. Não apenas reforçamos a frota com a entrega de novos veículos, como também avançamos na valorização dos profissionais, com nomeações de peritos, médicos legistas e auxiliares de necropsia desde 2019”, destaca o delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel. Atualmente, o Instituto Médico Legal conta com 13 médicos legistas em atuação, sendo sete em Rio Branco, três na região do Alto Acre e três no Juruá. O efetivo tem atuado com responsabilidade e compromisso, mesmo diante dos desafios impostos pela rotina forense. Outro avanço importante foi a entrega da reforma e adequação da sede do Departamento de Polícia Técnico-Científica no município de Brasileia, atendendo à regional do Alto Acre. A obra, que contou com um investimento de R$ 400 mil, garantiu um espaço moderno, equipado e apto a oferecer mais celeridade e eficiência nas investigações criminais. “Essas ações refletem o compromisso com a modernização da perícia oficial e a melhoria do atendimento à população. Além disso, entregamos uma sala especialmente dedicada ao acolhimento e atendimento humanizado aos familiares de vítimas de mortes violentas. Trata-se de um espaço estruturado para garantir mais dignidade nesse momento de dor, reafirmando nossa sensibilidade com a sociedade e o respeito com as vítimas e seus entes queridos”, completa Henrique Maciel. Desde 2019, o governo do Acre também tem realizado a nomeação de profissionais essenciais para o funcionamento da Polícia Técnico-Científica, como peritos criminais, médicos legistas e auxiliares de necropsia, fortalecendo o quadro de servidores e ampliando a capacidade técnica do sistema de segurança pública. Para o governador Gladson Camelí, os investimentos fazem parte de um projeto maior de valorização da Segurança Pública e cuidado com a população. “Desde o início da nossa gestão, trabalhamos para modernizar a Polícia Civil e garantir que nossos profissionais tenham estrutura e reconhecimento para exercer seu trabalho com excelência. Estamos investindo em equipamentos, recursos humanos e, principalmente, no respeito às famílias que dependem de um serviço humanizado e eficiente”, afirma. A direção da Polícia Civil reafirma o compromisso de seguir avançando nas melhorias estruturais e operacionais, sempre com foco na excelência dos serviços prestados à sociedade.  “Entre as conquistas mais expressivas da atual gestão, destaco a adesão do Acre à Rede Nacional de Bancos de Perfis Balísticos, o Sistema Nacional de Análise Balística, que permite o cruzamento de dados balísticos em todo o país, fortalecendo a elucidação de crimes com arma de fogo. Também é um marco o ingresso do Estado na Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos, que amplia nossa capacidade de investigação em casos de crimes violentos e contra a vida, com base em evidências genéticas”, relata o delegado-geral. Com uma gestão voltada à responsabilidade, à eficiência e ao cuidado com o cidadão, o governo do Acre segue transformando a realidade da segurança pública no estado.

Notícias

O Futuro dos Institutos de Identificação no Brasil

Por Júnior César da Silva – Diretor do Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo A implementação da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) representa um marco na modernização dos sistemas de identificação no Brasil. Com o CPF como número único e a centralização de dados biométricos em um banco nacional, o governo federal busca reduzir fraudes, otimizar políticas públicas e simplificar o acesso a serviços digitais. No entanto, a mudança também levanta preocupações sobre o papel estratégico dos Institutos de Identificação estaduais. Impactos da Centralização A centralização dos dados pelo governo federal pode transformar os Institutos de Identificação em meros captadores de informações, limitando sua autonomia na gestão de registros civis e criminais. Isso comprometeria a expertise acumulada ao longo de décadas, especialmente na identificação criminal e na análise local de fraudes. Além disso, a integração dos bancos estaduais em um sistema nacional unificado pode gerar desafios operacionais e técnicos, como garantir a interoperabilidade e a segurança dos dados. Possibilidades de Reinvenção Apesar das limitações impostas pela centralização, os Institutos de Identificação têm oportunidades para se reinventar: Auditoria e Validação: Os institutos podem assumir funções críticas de auditoria e validação dos dados coletados, garantindo a qualidade das informações no banco nacional. Análise Criminal: Continuar atuando na identificação criminal e na investigação de fraudes, aproveitando sua expertise em biometria e análise forense. Inclusão Social: Ampliar o acesso à documentação para populações vulneráveis, especialmente em regiões remotas onde o acesso aos serviços digitais é limitado. Descentralização Operacional Um modelo híbrido que combine descentralização operacional com padronização nacional pode ser uma solução viável. Isso permitiria que os institutos mantivessem sua relevância local enquanto contribuem para o sistema unificado. A descentralização pode ser útil para atender demandas específicas regionais sem comprometer a eficiência do sistema nacional. Desafios e Oportunidades Entre os principais desafios estão: Segurança: Garantir que o banco nacional seja protegido contra fraudes e vazamentos de dados sensíveis. Adaptação Tecnológica: Investir em infraestrutura tecnológica para integrar os sistemas estaduais ao modelo nacional. Gestão Estratégica: Evitar que os institutos se tornem apenas prestadores de serviços sem influência nas políticas públicas. Por outro lado, a CIN traz oportunidades significativas: Modernização: A adoção do CPF como número único elimina redundâncias e facilita a gestão administrativa. Acesso Digital: A versão digital do documento simplifica o acesso aos serviços públicos e privados por meio do aplicativo GOV.BR. Conclusão Os Institutos de Identificação estão diante de um momento crítico. Para garantir sua relevância no futuro, será essencial que eles adaptem suas funções às novas exigências do sistema unificado. Com foco em auditoria, segurança e inclusão social, os institutos podem continuar desempenhando um papel estratégico na identificação civil e criminal no Brasil. Júnior César da Silva é pós-graduado em Computação Forense. Agente da Polícia Civil do Acre com 21 anos de profissão, atualmente ocupa o cargo de diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre.

Notícias

Polícia Civil prende suspeito de cometer série de furtos em Plácido de Castro

Na última sexta-feira, 21, a Polícia Civil do Acre (PCAC) , por meio de agentes da Delegacia Geral de Plácido de Castro, prendeu R.N.P.R., investigado pela autoria de diversos furtos no município. O suspeito já havia sido preso em flagrante quatro vezes nos últimos meses pelo crime de furto e acumula mais de oito registros policiais pelo mesmo delito. A prisão foi realizada após a expedição de um mandado judicial, decorrente de representação criminal do delegado Leandro Lucas, titular da delegacia em Plácido de Castro. A Polícia Civil informa que há indícios de que o indivíduo tenha cometido outros furtos não registrados pelas vítimas. Por isso, a instituição reforça o pedido para que a população comunique qualquer ocorrência às autoridades policiais.

Notícias

Um dos criminosos mais perigosos do Acre é preso pela Polícia Civil em Cruzeiro do Sul

A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu na tarde da última segunda-feira, 10, em Cruzeiro do Sul, o nacional das iniciais A.M.O., 29 anos, que acumulava dois mandados de prisão, além de ser detentor de uma extensa ficha criminal. A ação policial, que ocorreu no bairro da Várzea, teve um desfecho favorável após um minucioso trabalho de inteligência dos agentes do Núcleo Especializado de Investigação Criminal (NEIC) com apoio do Núcleo Especializado de Combate a Crimes Patrimoniais (Nepatri), tirou da sociedade um dos criminosos mais perigosos da região do Juruá. Consta nos relatórios policiais que o preso, conhecido como “Dandinha”, é um dos indivíduos mais perigosos da região, devido seu grau de acesso dentro de uma organização criminosa, além do fato de ele ser o responsável por ações violentas e autor de diversos homicídios qualificados no Acre. A inteligência policial também aponta que o preso é uma das lideranças de um grupo criminoso. “Ele coordenava e executava ações, capturando e tirando a vida de pessoas. Ademais o preso tinha grande influência no tráfico de drogas e na propagação de atividades criminosas, inclusive na região de fronteira com o Peru”, enfatizou a autoridade policial, que preside o inquérito.

Notícias

Polícia Civil prende envolvido em diversos furtos na cidade de Mâncio Lima

Em mais uma ação contra o crime, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio dos agentes da delegacia de Mâncio Lima, retirou de circulação um dos responsáveis pelo cometido de crimes de furto no município. O preso, das iniciais A. P. S. S., vulgo “paulinho”, já tem uma extensa ficha criminal, e embora estivesse respondendo por seus crimes em liberdade, estava agindo em desacordo com a Lei e tirando a tranquilidade de pessoas de bem. A prisão dele se deu por força de um mandado de prisão, emitido pela Comarca de Mâncio Lima. Nos últimos dias os investigadores de Mâncio Lima já prenderam três pessoas envolvidas em crimes de roubo, sequestro e furtos, e em consequência dessas ações da Polícia, os registros de crimes contra o patrimônio tem diminuído na cidade, o que, por certo, reflete na Paz Social. Três presos foram enviados esta semana para audiência de custódia, e todos foram direcionados ao presídio Manoel Néri, em Cruzeiro do Sul.

Notícias

Traficante que recrutava adolescente para o mundo do crime é preso pela Polícia Civil em Porto Walter

A Polícia Civil do Acre (PCAC), prendeu duas pessoas na cidade de Porto Walter, dando uma resposta à sociedade, que tem presenciado o aumento da criminalidade no município. Nas últimas semanas, ocorrências de crimes contra o patrimônio têm aumentado no município, e a união das forças de segurança tem sido fundamental para prender os envolvidos. Após ter elementos de informação sobre os autores responsáveis por tentarem impor a desordem em Porto Walter, os investigadores da PCAC deram início às investigações e representaram perante o Poder Judiciário, que emitiu ordens de busca e apreensão e de prisão contra dois dos envolvidos. Um dos presos é membro de organização criminosa e traficante de drogas, além de está recrutando adolescentes para entrarem no mundo do crime, o que vinha causando preocupação aos pais dos jovens. Os próprios pais dos adolescentes procuraram a polícia para denunciar o traficante, que saiu a pouco tempo da cadeia, onde respondia pelo crime de homicídio. Nas buscas nas residências dos alvos, a Polícia apreendeu vários materiais oriundos de furtos e roubos, o que servirá para elucidar outros crimes e chegar até os responsáveis pela onda de crime contra o patrimônio. O êxito da operação deve-se à união das forças de segurança que atuam em Porto Walter, entre elas: Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, este último sendo imprescindível para fazer o translado dos presos de Porto Walter para Cruzeiro do Sul.

Rolar para cima