A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Assis Brasil, anunciou a conclusão das investigações sobre o assassinato de Michael John Damascena de Almeida, popularmente conhecido como “Baiano”. O crime, que chocou a fronteira, ocorreu em outubro de 2025 e foi motivado por disputa entre organizações criminosas rivais.

De acordo com o inquérito policial, o homicídio foi planejado e executado como uma forma de “acerto de contas”. A investigação técnica revelou que a vítima possuía histórico de ligação com a facção criminosa e teria, no passado, participado de ataques contra uma das lideranças da facção rival. Essa agressão prévia teria colocado “Baiano” no alvo do grupo rival, que orquestrou sua execução.
Logo após o crime, a equipe de oficiais investigadores iniciou um monitoramento dos suspeitos. O trabalho de inteligência permitiu individualizar a conduta de cada participante, reunindo provas robustas da autoria e da materialidade do delito.
Com o conjunto probatório em mãos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos envolvidos. O pedido foi prontamente deferido pela Vara Criminal local, fundamentado na periculosidade dos agentes e na gravidade do crime.
As apurações apontam a participação direta de oito pessoas no homicídio. Em uma operação coordenada, seis desses alvos já foram localizados e capturados em diferentes regiões do estado, sendo três emAssis Brasil, dois em rio branco e um em Epitaciolândia.
A polícia continua em diligências para localizar os outros dois suspeitos que seguem foragidos.