Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

17 de junho de 2026

interior, Notícias

Polícia Civil do Acre realiza visitas técnicas no interior para fortalecer a investigação criminal e integrar a gestão

Com o objetivo de fortalecer a atuação policial, aprimorar fluxos de trabalho e aproximar a gestão das unidades operacionais, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Polícia da Capital e Interior (DPCI), concluiu a primeira etapa de uma série de visitas técnicas às delegacias localizadas no interior do estado. Durante três dias de intensiva atividade, foram percorridos os municípios de Sena Madureira, Feijó, Tarauacá, Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves, Mâncio Lima e Porto Walter. Para viabilizar o deslocamento e garantir a eficiência da missão em regiões de difícil acesso, a equipe contou com o apoio fundamental do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). A agenda incluiu reuniões estratégicas com delegados, oficiais investigadores e demais servidores da instituição, além de vistorias minuciosas nas estruturas físicas das unidades policiais. Em Cruzeiro do Sul, principal polo do Vale do Juruá, as atividades foram intensificadas. A comitiva visitou a Delegacia Geral, o Núcleo Especializado de Investigação Criminal (NEIC) e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). A imersão permitiu uma análise detalhada das demandas e das particularidades de cada núcleo de atendimento. Ao longo de toda a missão, foram debatidos temas como: fluxos administrativos e investigativos, avaliação de procedimentos de trabalho diários, identificação de necessidades estruturais e de pessoal e coleta de sugestões dos servidores da ponta. A iniciativa integra o planejamento estratégico da instituição e reforça o compromisso de manter uma administração humanizada e presente, conhecendo de perto a realidade local de cada município para construir soluções práticas. O delegado de polícia e diretor do DPCI, Alcino Ferreira Júnior, destacou a importância de sair do gabinete e vivenciar o cotidiano dos profissionais que atuam no interior. “Essa aproximação é fundamental para o sucesso da nossa instituição. Não podemos gerenciar as delegacias do interior olhando apenas para planilhas em Rio Branco; precisamos ouvir quem está na linha de frente. Essa primeira etapa de visitas nos deu um diagnóstico real das necessidades estruturais e humanas de cada município. Com o apoio do CIOPAER, conseguimos otimizar o tempo e alinhar nossos fluxos investigativos diretamente com as equipes locais. O reflexo desse trabalho será uma Polícia Civil ainda mais forte, célere e eficiente na entrega de resultados para a população acreana.” A Polícia Civil informou que os dados e sugestões coletados durante os três dias de missão serão compilados em um relatório técnico que norteará os próximos investimentos em infraestrutura, pessoal e tecnologia para as delegacias do interior do Acre.

interior, Notícias

Polícia Civil do Acre incinera mais de uma tonelada de drogas e causa prejuízo de R$ 9 milhões ao crime organizado

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), realizou nesta quarta-feira, 17, a incineração de mais de uma tonelada de entorpecentes. As drogas destruídas foram apreendidas em recentes operações e ações integradas das forças de segurança pública em todo o estado. A destruição do material representa um duro golpe financeiro contra as organizações criminosas. O prejuízo estimado para o tráfico é de mais de R$ 9 milhões, montante que deixa de financiar atividades ilícitas e de fortalecer facções que atuam na região. O volume expressivo de drogas retiradas de circulação é o resultado direto do trabalho conjunto entre a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Grupo Especial de Fronteira (Gefron), forças federais e demais órgãos que compõem o Sistema de Segurança Pública do Acre. O Delegado-geral Adjunto da PCAC, Martin Hessel, destacou a importância da união entre as instituições para sufocar a capacidade financeira dos grupos criminosos. “Essa incineração é o reflexo da maturidade e da força do nosso sistema de segurança integrada. Ao destruir mais de uma tonelada de entorpecentes, não estamos apenas limpando os depósitos, estamos retirando o combustível financeiro das facções criminosas. Cada quilo incinerado representa menos dinheiro circulando no crime e mais tranquilidade para a população acreana. O Estado segue firme na asfixia financeira dessas organizações”, enfatizou Martin Hessel. Entre o montante incinerado, a maior fatia correspondia ao skunk (conhecido como a supermaconha), uma droga de alto valor de mercado devido à sua pureza e concentração de componentes ativos. Skunk: 760,7 kg Cocaína: 174,5 kg Maconha: 69,1 kg Quantidades menores de haxixe e oxidado de cocaína também foram queimadas. O Delegado Titular da Denarc, Saulo Macedo, ressaltou o empenho das equipes investigativas e operacionais que resultaram nessas apreensões. “O trabalho da Denarc é incessante. Essa marca de mais de uma tonelada demonstra a efetividade das nossas investigações e o compromisso diário dos nossos agentes em interceptar o fluxo de drogas que tenta abastecer o mercado ilegal. Destruir esse material consolida o sucesso de meses de operações focadas em desarticular a cadeia logística do narcotráfico no Acre”, declarou o delegado Macedo. O processo garante a total rastreabilidade e a integridade das evidências que faziam parte dos inquéritos policiais, demonstrando a transparência e a legalidade das ações da polícia judiciária acreana.

interior, Notícias

Polícia Civil do Acre prende condenado a mais de 8 anos de prisão por roubo em Rio Branco

Na manhã desta quarta-feira,17, a Polícia Civil  do Acre (PCAC) deu cumprimento a um mandado de prisão definitiva contra um homem de 26 anos, identificado pelas iniciais F.S.O. O mandado foi expedido pela Vara de Delitos de Roubos e Extorsão de Rio Branco, após o processo transitar em julgado. A ação foi coordenada pela equipe da Divisão Especializada de Investigações Criminais 9Deic) no âmbito da Operação Capturas, que realiza um trabalho contínuo de monitoramento e localização de foragidos da Justiça no estado. A prisão foi resultado de um detalhado trabalho de levantamento de dados e inteligência policial. Após rastrearem o paradeiro do suspeito, os agentes conseguiram identificar o endereço exato onde ele se escondia na capital. F.S.O. foi condenado a uma pena de 8 anos e 5 meses de reclusão, que deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado pelo crime de roubo. Após a captura, o sentenciado foi conduzido à sede da Deic para a realização dos procedimentos burocráticos de praxe. Na sequência, o homem foi encaminhado para a Delegacia de Flagrantes (Defla), onde aguardará a audiência de custódia e, posteriormente, será transferido para o sistema prisional local para dar início ao cumprimento de sua pena.

Rolar para cima