Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

13 de novembro de 2025

Notícias

IML do Acre aguarda há uma semana familiares para liberar corpo de Madson José de Souza

A equipe do Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil do Acre informou que o corpo de Madson José de Souza, de 35 anos, permanece na unidade há uma semana, aguardando reconhecimento e liberação por parte da família. O cadáver deu entrada no órgão no dia 6 de novembro e, até o momento, nenhum parente compareceu para realizar os procedimentos necessários. De acordo com o diretor do IML, o médico legista Ítalo Maia, é fundamental que algum familiar de Madson procure imediatamente a unidade para que seja feito o reconhecimento formal e os trâmites legais para a liberação do corpo. “É necessário que um parente próximo compareça ao IML para que possamos realizar os procedimentos de praxe. O corpo está identificado, mas, sem a presença de familiares, não podemos concluir o processo de liberação”, explicou. O IML está localizado na Avenida Antônio da Rocha Viana, nº 1.294, bairro Bosque, em Rio Branco. O atendimento ocorre em horário comercial. Madson José de Souza foi morto a facadas na Rua Piauí, no bairro Dom Giocondo, popularmente conhecido como Papoco, na capital acreana. A Polícia Civil segue acompanhando o caso e reforça a importância do comparecimento da família para que os procedimentos legais sejam concluídos.

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Polícia Civil prende foragido acusado de crimes ambientais e organização criminosa em Xapuri

Na manhã desta quinta-feira, 13, a Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu, em Xapuri, um homem de 40 anos identificado pelas iniciais A.M.P., foragido da Justiça Federal e acusado de crimes ambientais, grilagem de terras e participação em organização criminosa. A ação foi realizada por investigadores que atuam no município e cumpriram ordem judicial expedida pela Justiça Federal. Natural do estado de Rondônia, o suspeito era considerado por moradores da zona rural de Xapuri como o maior desmatador da Reserva Extrativista Chico Mendes, área protegida e constantemente alvo de ações de fiscalização ambiental. A.M.P. era procurado há cerca de três meses por equipes da Polícia Civil e da Polícia Federal. Durante esse período, ele teria se escondido em regiões de difícil acesso, especialmente na zona rural, onde mantém propriedades e utilizava a mata fechada e as condições do período chuvoso para dificultar a atuação policial. “A prisão de ‘Zezé’ representa um passo fundamental no combate aos crimes ambientais e à grilagem que vêm causando danos irreparáveis à Reserva Chico Mendes. Nosso compromisso é seguir atuando de forma firme para proteger o patrimônio ambiental e garantir que criminosos desse porte sejam responsabilizados”, destacou o delegado responsável pela delegacia-geral de Xapuri, Dr. Luccas Vianna. A prisão ocorreu quando o foragido chegava ao bairro Sibéria, em Xapuri, momento em que os investigadores conseguiram interceptá-lo e cumprir o mandado judicial.

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Megaoperação da Polícia Civil do Acre combate esquema de exploração de indígenas em Jordão

Uma megaoperação coordenada pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, com apoio da Prefeitura de Jordão e da Polícia Militar, foi realizada na última quarta-feira, 12, resultando na desarticulação de um esquema criminoso que explorava financeiramente famílias indígenas beneficiárias do programa Bolsa Família. Batizada de Operação “Patrão”, a ação cumpriu 28 mandados de busca e apreensão, prendeu quatro pessoas e conduziu oito indivíduos para prestar esclarecimentos à autoridade policial. As investigações, iniciadas há cerca de dois anos, revelaram que comerciantes da região retinham cartões bancários e senhas de indígenas beneficiários do programa, realizando saques dos valores e repassando mercadorias a preços abusivos. O golpe era sustentado pela vulnerabilidade das vítimas, que, em muitos casos, tinham baixa escolaridade e acreditavam que os débitos informados pelos comerciantes eram legítimos. Durante a operação, foram apreendidos 300 cartões do Bolsa Família, R$ 70 mil em espécie, além de valores em dólar e euro, 6 mil litros de combustível, celulares, máquinas de cartão de crédito, cadernos de anotações, duas espingardas, um revólver, 250 quilos de chumbo e 300 espoletas. Parte do material apreendido, como combustíveis e gás, eram armazenados de forma precária e sem autorização, oferecendo risco à população. O delegado José Ronério, responsável pela operação, destacou a gravidade das práticas descobertas e a importância da ação conjunta para combater a exploração econômica dos povos indígenas. “Infelizmente, a retenção de cartões bancários e documentos de indígenas é uma forma contemporânea de exploração, com raízes históricas no antigo sistema de barracão dos seringais, e que ainda persiste em algumas regiões do Acre. Nossa missão é romper esse ciclo, responsabilizando os envolvidos e garantindo a dignidade das comunidades atingidas”, afirmou o delegado. Para a execução da operação, a Direção-Geral da Polícia Civil do Acre destacou 20 policiais civis para reforçar o efetivo local e garantir a amplitude das diligências. O delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou que o trabalho demonstra o compromisso da instituição com a justiça e a proteção dos mais vulneráveis. “A Operação Patrão é resultado de um trabalho técnico e sensível, que evidencia a importância da atuação policial na defesa das populações tradicionais e indígenas. A Polícia Civil do Acre seguirá firme no combate a toda forma de exploração e na promoção de um ambiente de respeito e legalidade nas relações econômicas do estado”, destacou o delegado-geral. Os investigados responderão por crimes contra a ordem econômica e ambiental, além de outras infrações identificadas durante o inquérito. A Polícia Civil continuará com as investigações para identificar possíveis novos envolvidos no esquema.

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Polícia Civil do Acre prende homem suspeito de abusar da enteada de 13 anos em Bujari

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral do Bujari, prendeu na manhã desta quinta-feira, 13, um homem suspeito de abusar sexualmente de sua enteada, uma adolescente de 13 anos. A prisão é resultado de uma ação rápida e eficiente das equipes policiais, que atuaram de forma imediata após a denúncia. De acordo com as investigações, os abusos teriam começado quando a vítima tinha 11 anos e se intensificaram recentemente, momento em que a adolescente decidiu procurar ajuda. Além dos atos de violência sexual, ela relatou ter sofrido constantes ameaças por parte do suspeito. Diante da gravidade das informações e do risco à integridade da menor, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi decretada pela Justiça e cumprida ainda nas primeiras horas do dia, garantindo a proteção da vítima e a preservação das provas. O delegado responsável pela investigação, Dr. Bruno Coelho Oliveira, destacou o empenho da equipe e a prioridade que a instituição dá a casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes. “Trata-se de um crime grave e que exige uma resposta firme e imediata. A Polícia Civil tem atuado com rigor para proteger as vítimas e responsabilizar os autores desses atos”, ressaltou o delegado. O delegado alertou ainda que crimes desta natureza vêm crescendo no município e que diversas investigações estão em andamento. Ele enfatizou que praticar qualquer ato sexual ou libidinoso com pessoa menor de 14 anos é crime grave, previsto no Código Penal como estupro de vulnerável, cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão. Gostaria que incluísse essa parte na minha citação.

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