Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

30 de junho de 2025

Notícias

Polícia Civil do Acre realiza exumação de jovem morto durante caçada em área de mata na fronteira com o Peru

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio de um esforço conjunto entre as delegacias Geral de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves e o Departamento de Polícia Técnica e Científica (DPTC), realizou uma operação para exumar os restos mortais de Geferson Oliveira da Cruz, de 22 anos. O jovem morreu durante uma caçada no dia 3 de junho deste ano, em uma região de mata densa situada a cerca de quatro horas da comunidade “Continuação”, no município de Rodrigues Alves, na fronteira com o Peru. A exumação foi solicitada pelo delegado Marcílio Laurentino e autorizada pela Justiça. A operação foi coordenada pelo próprio delegado e pelo diretor do DPTC, perito Mário Sandro, contando com apoio logístico da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER). A equipe policial partiu de helicóptero na manhã da última quinta-feira, 26, de Cruzeiro do Sul até a comunidade Continuação. De lá, os agentes seguiram por horas a pé em uma trilha na mata até o local onde o corpo havia sido enterrado de forma rudimentar. A ossada foi cuidadosamente recolhida para ser submetida a exames de DNA, com o objetivo de confirmar oficialmente a identidade da vítima, além de investigar a causa da morte. Segundo relato do sogro da vítima, durante a caçada, Geferson, que era usuário de drogas, consumiu cocaína, sofreu uma overdose e morreu no local. Essa versão, contudo, ainda será confrontada com os laudos periciais a serem produzidos pelo Instituto Médico Legal. A equipe retornou na manhã de sexta-feira, 27, com os restos mortais para Cruzeiro do Sul, encerrando com êxito uma operação complexa que exigiu logística especializada e integração entre diferentes setores da segurança pública. A Polícia Civil reforça que todos os procedimentos seguirão os trâmites legais para elucidar as circunstâncias da morte, assegurando que a verdade dos fatos seja revelada e eventuais responsabilidades apuradas.

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Polícia Civil do Acre prende homem em flagrante por descumprimento de medida protetiva e invasão de domicílio em Rio Branco

No último sábado, 28, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe plantonista da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), em Rio Branco, prendeu em flagrante um homem de 32 anos, identificado pelas iniciais I.F.P., por descumprir medida protetiva de urgência e invadir a residência de sua ex-companheira. A ação policial teve início após a vítima comparecer à unidade para registrar um boletim de ocorrência, relatando ter sido vítima de lesão corporal e informando que o agressor havia violado a medida protetiva anteriormente expedida pela Justiça. Temendo pela própria segurança, ela também solicitou apoio da polícia para retornar com segurança ao seu imóvel. Ao acompanhar a vítima até a residência, a equipe da DEAM constatou sinais evidentes de invasão. O portão da casa havia sido arrombado e, ao entrarem no local, os policiais encontraram o agressor no interior do imóvel. Ele havia quebrado o trinco da porta para acessar o ambiente, em claro desrespeito à determinação judicial. Diante da situação de flagrante, a delegada plantonista Mariana Gomes determinou a prisão imediata do homem, que foi conduzido à delegacia para as providências legais cabíveis. “Esse caso representa mais uma demonstração clara de que o descumprimento de medida protetiva é uma afronta direta ao sistema de Justiça e um grave risco à integridade física e emocional da vítima. A Polícia Civil agiu com rapidez e firmeza ao realizar a prisão em flagrante do agressor ainda dentro da residência, após ele invadir o imóvel, desrespeitando todas as determinações judiciais. Medidas protetivas existem para serem cumpridas. E quem acredita que pode desrespeitá-las sem consequências está enganado”, destacou a delegada Mariana Gomes. A Polícia Civil reforça que o descumprimento de medidas protetivas configura crime, conforme previsto na Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), e enfatiza a importância da atuação rápida das forças de segurança pública para assegurar a proteção efetiva das vítimas de violência doméstica e familiar.

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