Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

27 de junho de 2025

Notícias

Juíza do CNJ visita DEAM de Rio Branco e elogia projeto ‘Closet Solidário’ que acolhe vítimas de violência doméstica

No início desta semana, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Branco recebeu a visita da juíza auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Dra. Luciana Rocha. A magistrada conheceu de perto o projeto “Closet Solidário”, uma iniciativa acolhedora voltada a mulheres e crianças vítimas de violência doméstica e familiar, que oferece roupas, calçados e itens de higiene para aquelas que chegam à delegacia em situação de vulnerabilidade. Dra. Luciana foi recepcionada pela delegada titular em exercício da DEAM, Juliana De Angelis, e pela delegada plantonista Michelle Boscaro. A visita contou ainda com a presença da juíza de Tarauacá, Dra. Stephanie Wink; da juíza Olívia Ribeiro, presidente da Associação dos Magistrados do Acre (ASMAC); e de Celina Coelho, assessora-chefe do gabinete da conselheira do CNJ Renata Gil — idealizadora da programação nacional voltada a meninas e mulheres. Durante a visita, a magistrada percorreu as dependências da DEAM, dialogou com a equipe e ouviu relatos sobre os impactos positivos do projeto. “Closet Solidário” foi idealizado pela delegada Elenice Frez e é mantido graças a doações da sociedade civil, articulação com instituições públicas e privadas, além do trabalho voluntário das próprias policiais civis da Especializada, que fazem a triagem e organização das peças. Para a delegada Juliana De Angelis, a presença da juíza do CNJ representa um importante reconhecimento institucional. “O Closet Solidário nasceu da escuta atenta às mulheres que chegam aqui fragilizadas, sem nada. Aqui, elas encontram não apenas itens essenciais, mas um primeiro gesto de cuidado e recomeço. Essa visita do CNJ fortalece nosso trabalho e nos auxilia na divulgação de nosso projeto”, destacou. A juíza Luciana Rocha elogiou o protagonismo da equipe da DEAM na articulação com a rede de enfrentamento à violência contra a mulher. “É um trabalho inspirador, que mostra como a empatia e o compromisso com os direitos humanos podem transformar o atendimento institucional. A equipe da DEAM está de parabéns pela dedicação e sensibilidade”, afirmou. A DEAM de Rio Branco continua recebendo doações de roupas, calçados e produtos de higiene pessoal para garantir a continuidade do “Closet Solidário”. Interessados em contribuir podem entrar em contato diretamente com a delegacia.

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Mulher condenada por integrar organização criminosa é presa ao prestar depoimento na DEIC em Rio Branco

Uma mulher de 32 anos, natural de Morumbi, Mato Grosso do Sul, foi presa em flagrante na manhã desta sexta-feira, 27, enquanto prestava depoimento na sede da Divisão Especializada de Investigação Criminal (DEIC), em Rio Branco. Conhecida pela alcunha de “Di Manor”, ela estava sendo ouvida pela equipe da Delegacia Especializada de Combate a Roubos e Extorsões (Decore), quando os policiais constataram que havia contra ela um mandado de prisão definitivo em aberto. Durante o procedimento de praxe, os investigadores consultaram os sistemas integrados de segurança pública e identificaram que “Di Manor” possuía uma condenação com trânsito em julgado por integrar uma organização criminosa, motivo pelo qual foi imediatamente presa. A prisão ocorreu de forma tranquila e a mulher não ofereceu resistência. Após a formalização dos procedimentos legais, ela foi encaminhada ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

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Governo do Acre garante cidadania em Xapuri com emissão de documentos durante ação do Programa Justiça Itinerante Cooperativa na Amazônia Legal

Entre os dias 23 e 27 de julho, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Instituto de Identificação, realizou um importante trabalho em Xapuri, oferecendo 100 atendimentos diários para emissão de documentos de identidade, a Carteira de Identificação Nacional (CIN), na Escola Estadual Divina Providência. A ação fez parte do Programa Justiça Itinerante Cooperativa na Amazônia Legal, que busca ampliar o acesso da população amazônica aos serviços essenciais do Estado, especialmente em áreas de difícil acesso. A atuação da Polícia Civil foi decisiva para assegurar o direito à documentação civil básica, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade. A presença do Instituto de Identificação no mutirão viabilizou que muitos cidadãos, incluindo indígenas, ribeirinhos, jovens e idosos, pudessem obter ou atualizar sua carteira de identidade, um documento fundamental para garantir acesso a outros direitos, como saúde, educação e benefícios sociais. O programa Justiça Itinerante Cooperativa da Amazônia Legal é regulamentado pela Resolução CNJ nº 460/2022, que estabelece as diretrizes para sua instalação, implementação e aperfeiçoamento no âmbito dos tribunais regionais federais, estaduais e do Trabalho. O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a relevância da ação conjunta. “A participação da Polícia Civil do Acre, por meio do nosso Instituto de Identificação, reafirma o nosso compromisso com a cidadania e a inclusão social. Levar o serviço de emissão de documentos até comunidades mais distantes é uma forma de garantir dignidade, acesso a direitos e o reconhecimento do indivíduo pelo Estado. A integração entre as instituições é fundamental para que a presença do poder público se faça sentir onde mais se precisa”, disse. De acordo com o diretor do Instituto de Identificação, Júnior Cesar da Silva, esse avanço reflete o esforço contínuo em garantir que cada cidadão acreano tenha acesso a um documento moderno, seguro e padronizado nacionalmente. “É com grande orgulho que informamos que o Acre ocupa hoje a primeira colocação entre as 27 unidades da federação em emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), considerando o número de habitantes. Alcançamos 26,47% da população atendida, um resultado que demonstra o empenho das nossas equipes, a eficiência do Instituto de Identificação e o compromisso do governo estadual com a cidadania”, informou.

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Polícia Civil do Acre investiga caso de bebê com queimaduras após banho em hospital de Cruzeiro do Sul

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher e Proteção à Criança e ao Adolescente (DEMPCA) de Cruzeiro do Sul, está investigando o caso da bebê que sofreu queimaduras após um banho no Hospital da Mulher e da Criança Irmã Maria Inete, ocorrido no último domingo, 22 de junho. De acordo com informações preliminares apuradas pela polícia, a criança apresentou lesões na pele após ser submetida a um banho realizado por profissionais da unidade hospitalar. O delegado responsável pelo caso, Dr. Vinícius Almeida, informou que ao longo da semana foram ouvidas diversas testemunhas, incluindo familiares da bebê e funcionários da instituição de saúde. Nesta sexta-feira, 27, a Polícia Civil realiza o interrogatório da principal suspeita de envolvimento no caso. Segundo o delegado, o inquérito segue em andamento e a linha de investigação considera tanto a possibilidade de lesão provocada por negligência no manuseio da água quente, quanto a hipótese de uma condição médica rara. “Estamos aguardando o resultado do painel genético, solicitado em Rio Branco, para confirmar ou descartar a possibilidade de uma doença dermatológica, apontada inicialmente pelos médicos de Cruzeiro do Sul como causa das queimaduras. Esse tipo de exame tem prazo estimado de até 40 dias para ser concluído”, explicou Dr. Vinícius. A Polícia Civil reforça o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e ressalta que todas as medidas legais estão sendo adotadas para garantir a responsabilização dos eventuais culpados, bem como a proteção integral da criança envolvida. A instituição também aguarda os laudos técnicos e periciais para avançar nas conclusões do inquérito.

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