Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

14 de abril de 2025

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Novos juízes do TJAC visitam sede da Polícia Civil do Acre e conhecem estrutura da instituição

Na manhã desta segunda-feira, 14, a Polícia Civil do Acre (PCAC) recebeu, em sua sede, a visita institucional dos novos juízes de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), empossados na última semana. O encontro foi conduzido pelo Delegado-Geral de Polícia Civil, José Henrique Maciel, que esteve acompanhado da cúpula da instituição. Durante a visita, os magistrados puderam conhecer de perto a estrutura da Polícia Civil, incluindo seus departamentos e delegacias especializadas, além de entender melhor o funcionamento da polícia judiciária acreana. A aproximação teve como objetivo fortalecer os laços entre as instituições que atuam em conjunto na garantia da segurança e da justiça no estado. O juiz Clóvis Augusto destacou a importância do diálogo e da cooperação entre as instituições. “Acreditamos que essa conversa irá unir ainda mais o Judiciário e a Polícia Civil em prol da sociedade acreana. Essa integração fortalece nosso trabalho e traz benefícios diretos à população”, afirmou o magistrado. O Delegado-Geral José Henrique Maciel também ressaltou o valor do encontro. “É fundamental estarmos juntos e mantermos um canal de diálogo aberto com o Judiciário. Poder contar com a confiança e o apoio mútuo entre as instituições é essencial para o bom funcionamento da justiça e para que possamos prestar um serviço eficiente à sociedade”, declarou. A visita dos novos juízes reforça o compromisso conjunto entre o Tribunal de Justiça e a Polícia Civil na construção de um sistema de justiça mais célere, integrado e eficaz.

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Polícia Civil prende autor de furto e dois receptadores em flagrante, e recupera bens subtraídos em Tarauacá

Na manhã desta sexta-feira,15, a Polícia Civil do Acre por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá prendeu em flagrante D.S.S., por furto, e mais duas pessoas por receptação. Durante a ação, os investigadores recuperaram uma televisão de 32 polegadas e localizaram os demais bens furtados, que haviam sido vendidos. A prisão e as apreensões aconteceram poucas horas após o crime. O furto ocorreu durante a madrugada, e por volta das 7h, a Autoridade Policial determinou que o setor de investigação realizasse diligências para apuração do fato. A equipe foi até a residência da vítima, onde constatou o delito. De acordo com o relato, a vítima chegou a travar luta corporal com o suspeito na tentativa de evitar o furto, conseguindo visualizá-lo com clareza. Com base nas descrições físicas fornecidas pela vítima e imagens de câmeras de segurança, os investigadores identificaram D.S.S., já conhecido da polícia por práticas reiteradas de furto e roubo. Ele estava, inclusive, sob monitoramento eletrônico. Durante abordagem na residência do suspeito, os policiais encontraram a televisão furtada e obtiveram a confissão do suspeito, que ainda revelou ter vendido outros dois itens: uma botija de gás e um celular. As diligências continuaram e levaram à localização duma outra pessoa que havia comprado a botija por R$ 50,00, e outro homem que adquiriu o celular por apenas R$ 10,00. Ambos foram detidos por receptação. Os três foram encaminhados à delegacia e apresentados à Autoridade Policial para os procedimentos legais. A Polícia Civil segue atuando firmemente na repressão aos crimes patrimoniais e conta com o apoio da população para denúncias anônimas.

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Polícia Civil conclui inquérito sobre morte de adolescente em Rodrigues Alves e indicia suspeito por homicídio doloso, tráfico e porte ilegal de arma

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Rodrigues Alves, concluiu as investigações que apuram a morte do adolescente Ronicleisson de Jesus, ocorrida no dia 18 de março de 2025. O autor do disparo foi formalmente indiciado pelos crimes de homicídio doloso, na modalidade de dolo eventual, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. De acordo com os elementos colhidos no inquérito, incluindo depoimentos e provas periciais, ficou comprovado que o autor do crime tinha posse de uma pistola TS9, calibre 9mm, com a qual costumava realizar disparos em seco (sem munição) enquanto apontava a arma em direção a outras pessoas. Imagens extraídas do celular do suspeito reforçaram essa conduta perigosa. Segundo relatos do irmão do autor, no dia do ocorrido, ambos estavam manuseando a arma dentro da residência quando o suspeito se ausentou por alguns instantes para ir ao banheiro. Durante esse intervalo, a vítima teria colocado uma munição no carregador da pistola. Ao retornar e, sem saber que a arma havia sido alimentada, o autor efetuou um disparo que atingiu fatalmente o adolescente. As investigações também revelaram que entorpecentes encontrados no local pertenciam ao autor, o que motivou também o indiciamento por tráfico de drogas. A arma utilizada no crime é classificada como de uso restrito, o que agravou ainda mais a situação penal do suspeito. O autor segue preso preventivamente no presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, onde permanece à disposição da Justiça enquanto aguarda julgamento.

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O Futuro dos Institutos de Identificação no Brasil

Por Júnior César da Silva – Diretor do Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo A implementação da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) representa um marco na modernização dos sistemas de identificação no Brasil. Com o CPF como número único e a centralização de dados biométricos em um banco nacional, o governo federal busca reduzir fraudes, otimizar políticas públicas e simplificar o acesso a serviços digitais. No entanto, a mudança também levanta preocupações sobre o papel estratégico dos Institutos de Identificação estaduais. Impactos da Centralização A centralização dos dados pelo governo federal pode transformar os Institutos de Identificação em meros captadores de informações, limitando sua autonomia na gestão de registros civis e criminais. Isso comprometeria a expertise acumulada ao longo de décadas, especialmente na identificação criminal e na análise local de fraudes. Além disso, a integração dos bancos estaduais em um sistema nacional unificado pode gerar desafios operacionais e técnicos, como garantir a interoperabilidade e a segurança dos dados. Possibilidades de Reinvenção Apesar das limitações impostas pela centralização, os Institutos de Identificação têm oportunidades para se reinventar: Auditoria e Validação: Os institutos podem assumir funções críticas de auditoria e validação dos dados coletados, garantindo a qualidade das informações no banco nacional. Análise Criminal: Continuar atuando na identificação criminal e na investigação de fraudes, aproveitando sua expertise em biometria e análise forense. Inclusão Social: Ampliar o acesso à documentação para populações vulneráveis, especialmente em regiões remotas onde o acesso aos serviços digitais é limitado. Descentralização Operacional Um modelo híbrido que combine descentralização operacional com padronização nacional pode ser uma solução viável. Isso permitiria que os institutos mantivessem sua relevância local enquanto contribuem para o sistema unificado. A descentralização pode ser útil para atender demandas específicas regionais sem comprometer a eficiência do sistema nacional. Desafios e Oportunidades Entre os principais desafios estão: Segurança: Garantir que o banco nacional seja protegido contra fraudes e vazamentos de dados sensíveis. Adaptação Tecnológica: Investir em infraestrutura tecnológica para integrar os sistemas estaduais ao modelo nacional. Gestão Estratégica: Evitar que os institutos se tornem apenas prestadores de serviços sem influência nas políticas públicas. Por outro lado, a CIN traz oportunidades significativas: Modernização: A adoção do CPF como número único elimina redundâncias e facilita a gestão administrativa. Acesso Digital: A versão digital do documento simplifica o acesso aos serviços públicos e privados por meio do aplicativo GOV.BR. Conclusão Os Institutos de Identificação estão diante de um momento crítico. Para garantir sua relevância no futuro, será essencial que eles adaptem suas funções às novas exigências do sistema unificado. Com foco em auditoria, segurança e inclusão social, os institutos podem continuar desempenhando um papel estratégico na identificação civil e criminal no Brasil. Júnior César da Silva é pós-graduado em Computação Forense. Agente da Polícia Civil do Acre com 21 anos de profissão, atualmente ocupa o cargo de diretor do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre.

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