Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

abril 2025

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Polícia Civil do Acre lança painéis interativos com dados de violência para orientar ações estratégicas de segurança pública

Com o objetivo de aprimorar a análise de dados e tornar a tomada de decisões mais eficaz no combate à criminalidade, a Polícia Civil do Acre (PCAC) desenvolveu uma série de dashboards interativos utilizando a plataforma Power BI, uma ferramenta que transforma dados em gráficos e visualizações dinâmicas e acessíveis. Os painéis apresentam informações atualizadas sobre mortes violentas no estado e permitem o cruzamento de dados por município, tipo de crime, período, sexo da vítima, entre outros indicadores. A iniciativa faz parte do esforço da instituição para modernizar a gestão da informação, fortalecer a atuação investigativa e promover maior transparência na segurança pública. Os painéis incluem dados sobre homicídios, feminicídios, latrocínios (roubos seguidos de morte), suicídios, acidentes de trânsito com vítimas fatais, mortes de profissionais de segurança pública, intervenções policiais e tentativas de homicídio. Segundo o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel Ferreira, a inovação vai permitir que o trabalho policial seja ainda mais direcionado. “A visualização desses dados de forma interativa e dinâmica contribui significativamente para o direcionamento das nossas ações e para a identificação de padrões que possam ser combatidos com mais eficiência. É um recurso que nos permite agir com mais estratégia e assertividade”, afirmou. O responsável pelo desenvolvimento dos painéis é o agente de polícia Raurimar Sousa Muniz, coordenador de Tecnologia e Informação (COTIN) da PCAC. Ele explica que o principal objetivo foi tornar os dados mais acessíveis para uso prático no dia a dia da gestão e das investigações. “Nosso foco foi criar uma ferramenta intuitiva, que facilitasse a leitura dos dados e permitisse identificar rapidamente os principais pontos de atenção. Com esses painéis, é possível perceber tendências, fazer comparativos e identificar áreas de risco com muito mais clareza”, disse o agente. Para o diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, delegado Nilton Boscaro, os dashboards são uma conquista importante para a Segurança Pública. “Trabalhar com dados bem organizados e atualizados é fundamental para que possamos antecipar situações críticas e definir prioridades com base em evidências. É uma ferramenta que agrega valor não apenas à investigação, mas também ao planejamento de políticas públicas”, destacou. A Polícia Civil do Acre reafirma, com essa iniciativa, seu compromisso com a modernização dos processos, o uso responsável da tecnologia e a prestação de um serviço público cada vez mais eficiente e alinhado às necessidades da sociedade.

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Polícia Civil recupera objetos furtados de loja em Assis Brasil e identifica autores do crime

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Assis Brasil, recuperou diversos objetos furtados de uma loja do município, após ação criminosa registrada na madrugada do último dia 25 de abril. O trabalho ágil de investigação e diligência policial resultou na localização dos bens subtraídos e na identificação dos suspeitos envolvidos. Assim que foi acionada, a equipe da Polícia Civil compareceu ao estabelecimento comercial, onde realizou a coleta de vestígios e a análise das imagens do sistema de segurança. Com base nas evidências obtidas, os investigadores conseguiram identificar os autores do furto e iniciaram uma série de diligências ao longo da semana. A ação resultou na recuperação de nove aparelhos celulares, uma câmera de segurança e duas bicicletas, todos produtos ligados diretamente ao crime. O trabalho realizado reforça o compromisso da Polícia Civil com a rápida resposta a crimes patrimoniais, garantindo a elucidação dos casos e a devolução dos bens às vítimas. “A dedicação da equipe foi essencial para esclarecer o caso em pouco tempo. Essa resposta rápida demonstra à população que a Polícia Civil está vigilante e atuante na defesa do patrimônio e da segurança dos cidadãos de Assis Brasil”, destacou o delegado Luccas Vianna responsável pela investigação.

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Polícia Civil do Acre prende foragido acusado de estupro de vulnerável em Xapuri

A Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, realizou na última terça-feira, 29, a prisão de E. C. de A., acusado de estupro de vulnerável e que estava foragido da Justiça desde dezembro de 2024. A prisão ocorreu após trabalho de investigação e monitoramento da equipe policial, que também havia cumprido anteriormente o mandado de prisão da mãe da vítima, M. de L. de A. S., indiciada pelo mesmo crime. O caso teve início após a PCAC tomar conhecimento de que a adolescente M. L. A. da S. estaria sendo vítima de estupro de vulnerável. Imediatamente, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos. As investigações comprovaram a veracidade da denúncia, revelando um cenário ainda mais grave: a própria mãe da adolescente era conivente com o crime, incentivando e apoiando que a filha vivesse maritalmente com o investigado E. C. de A., o que levou a Polícia Civil a indiciá-la também pelo crime de estupro de vulnerável. O inquérito foi concluído e remetido ao Poder Judiciário em dezembro de 2024. Com base nas provas reunidas, a autoridade policial que presidiu o caso representou pela prisão preventiva dos dois envolvidos, com o mandado sendo decretado pela Justiça. A mãe da vítima foi presa ainda em dezembro, enquanto o acusado E. C. de A. permaneceu foragido até ser localizado e preso nesta semana. Com a prisão do segundo envolvido, a Polícia Civil reforça seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e a responsabilização dos autores de crimes sexuais. “A atuação da Polícia Civil foi firme e cuidadosa, garantindo que a vítima fosse retirada do ambiente de violência e que os autores fossem levados à Justiça. Casos como este exigem atenção redobrada, especialmente quando envolvem pessoas que deveriam proteger a vítima”, destacou o delegado Luccas Vianna, responsável pela investigação.

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Mulheres da Polícia Civil do Acre ganham reconhecimento nacional com projetos voltados à proteção e valorização da mulher

A atuação das mulheres da Polícia Civil do Acre tem sido motivo de orgulho e agora também de reconhecimento nacional. Três projetos idealizados por servidoras da instituição foram destacados na 1ª edição do Concurso de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras, promovido pela Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), em parceria com a professora Alice Bianchini, referência no enfrentamento à violência de gênero. Os projetos “Closet Solidário”, da delegada Elenice Frez; “Bem-Me-Quer”, da delegada Mariana Gomes; e “Ei, Você Consegue!”, da agente de polícia Ângela Adélia, foram reconhecidos dentre incontáveis práticas inscritas em todo o país. As iniciativas acreanas se destacaram entre as 120 vencedoras, pela contribuição concreta na promoção da dignidade, proteção e empoderamento de mulheres em situação de vulnerabilidade, especialmente nas regiões mais remotas do estado. A comissão avaliadora, composta por Ana Paula Araújo de Holanda, Catarina Cecin Gasele e Neusa Elaine Couto Ledesma, selecionou os projetos da Polícia Civil do Acre para receberem o Certificado de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras, reforçando o estado como referência nacional em políticas públicas voltadas à mulher. A delegada, Dra. Juliana De Angelis, que é Representante Institucional de Políticas Públicas de Proteção à Grupos Vulneráveis da PCAC e coordenadora estadual do Bem-Me-Quer, celebrou a conquista e exaltou o protagonismo feminino na instituição. “É uma grande conquista ver projetos da Polícia Civil do Acre reconhecidos nacionalmente como boas práticas. Nosso estado, que historicamente enfrentou invisibilidade, hoje ganha destaque como referência a ser seguida. Isso é resultado da dedicação, da escuta qualificada e do compromisso ético das nossas servidoras com a promoção dos direitos humanos das mulheres”, disse. A delegada, Dra. Mariana Gomes, idealizadora do projeto Bem-Me-Quer, destacou a importância de transformar a indignação em ação concreta. “O Bem-Me-Quer nasceu da indignação diante da realidade das vítimas do interior, aliada à vontade genuína de transformar esses atendimentos em localidades tão precárias de tudo. Hoje, é um projeto institucionalizado, abraçado pelo Governo do Estado, e representa um avanço concreto no combate à violência de gênero”, afirmou. Já a delegada, Dra. Elenice Frez, coordenadora da Delegacia da Mulher, em Rio Branco, explica que o Closed Solidário surgiu da percepção de que o trabalho vai além do atendimento técnico às vítimas. “Envolve acolher com dignidade, atenção e respeito. Isso inclui cuidar também da autoestima, da higiene e da aparência dessas mulheres. Como coordenadora da DEAM, me sinto profundamente honrada em ver um projeto construído com tanto carinho ser reconhecido em âmbito nacional”, declarou. A agente de polícia Ângela Adélia, idealizadora do projeto Ei, Você Consegue!, também celebrou o reconhecimento com emoção. “O amor pelo atendimento às vítimas de violência doméstica me levou a refletir sobre como encorajá-las a acreditar que é possível romper o ciclo da violência. O projeto Ei, Você Consegue! nasceu dessa vontade, de mostrar a cada mulher atendida que ela é forte, capaz e merece uma nova história. É muito gratificante ver essa iniciativa sendo valorizada”, comentou. O reconhecimento reafirma o protagonismo das mulheres na segurança pública e projeta a Polícia Civil do Acre como instituição engajada e comprometida com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e livre de violência. As práticas premiadas não apenas inspiram outras iniciativas, como também demonstram que a proteção à mulher é uma pauta prioritária no estado.

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Polícia Civil do Acre reforça ações contra a exploração sexual infantojuvenil durante a Operação Caminhos Seguros 2025

A Polícia Civil do Acre (PCAC) deu início nesta quarta-feira, 30, à “Operação Caminhos Seguros 2025”, uma mobilização nacional que tem como objetivo o enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes. A ofensiva, coordenada em âmbito nacional, ocorre entre os dias 30 de abril e 30 de maio, com foco em ações preventivas, educativas e repressivas. Durante o período, a PCAC intensificará suas atividades em todas as regiões do estado, com reforço nas delegacias especializadas da capital e do interior. A operação abrange investigações em andamento e cumprimento de mandados judiciais relacionados a crimes sexuais contra menores de idade. Segundo a delegada Juliana De Angelis, responsável pelas ações da Polícia Civil no Acre, a expectativa é de que várias ordens judiciais sejam cumpridas ao longo da operação. “Vamos atuar com firmeza para responsabilizar aqueles que cometem crimes sexuais contra crianças e adolescentes. As equipes estão reforçadas para cumprir mandados de prisão, realizar investigações e garantir a proteção das vítimas”, afirmou a delegada. A Operação Caminhos Seguros faz parte de uma articulação entre forças de segurança pública, órgãos do sistema de Justiça e instituições de proteção dos direitos da criança e do adolescente. A proposta é agir tanto na repressão dos crimes quanto na prevenção, com ações educativas voltadas à conscientização da sociedade sobre a gravidade das violações contra o público infantojuvenil. A Polícia Civil orienta que qualquer suspeita de abuso ou exploração sexual de crianças e adolescentes seja denunciada por meio dos canais oficiais, como o Disque 100, o 181 ou diretamente nas delegacias. “Nosso compromisso é com a proteção da infância e da adolescência. Essa operação reforça a mensagem de que não vamos tolerar abusos, e que cada caso será investigado com rigor”, finalizou a delegada De Angelis.

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Em Feijó, Polícia Civil prende quatro pessoas em operação contra organização criminosa e tráfico de drogas

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, deflagrou na manhã desta quarta-feira, 30, uma operação que resultou na prisão de quatro pessoas envolvidas com práticas criminosas como organização criminosa, tráfico de drogas, tortura e homicídio. A ação é uma resposta firme do Estado à escalada de violência causada por facções que têm aplicado punições ilegais conhecidas como “disciplinas”, a indivíduos que supostamente teriam cometido delitos. A operação ocorreu após intensas investigações que culminaram na expedição de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar pelo juízo da Vara Criminal de Feijó. Três pessoas foram presas em cumprimento aos mandados e uma quarta foi autuada em flagrante delito por tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/2006). Com o preso em flagrante, os agentes encontraram uma quantidade significativa de entorpecentes, além de material utilizado para embalo da droga. As investigações apontam que há cerca de 40 dias, indivíduos ligados a uma organização criminosa agrediram brutalmente uma vítima com um pedaço de madeira, sob a alegação de que ela havia cometido furto contra um dos envolvidos. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu em decorrência das agressões. No mesmo período, outra pessoa desapareceu e, dias depois, foi localizada sem vida nas águas do Rio Envira. Segundo informações preliminares, a vítima também teria sido acusada de furto e executada sob a mesma lógica de “justiça” imposta por faccionados. “A operação visa o combate direto às chamadas ‘disciplinas’, prática em que organizações criminosas violam direitos, agredindo e até tirando vidas de pessoas que supostamente tenham cometido algum delito, em uma apropriação clara do ius puniendi, um direito-dever exclusivo do Estado de aplicar sanções a quem viola a lei. Essas ‘disciplinas’ resultaram em duas mortes recentes em Feijó, e serão combatidas com firmeza”, declarou o delegado Diones dos Anjos, responsável pelas investigações. Os quatro conduzidos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. A Polícia Civil reforça seu compromisso com o enfrentamento à criminalidade organizada e a preservação da ordem pública no município de Feijó e em todo o Estado do Acre.

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Polícia Civil do Acre prende suspeito de homicídio e foragido da Justiça na Cidade do Povo

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na manhã desta quarta-feira, 30, dois indivíduos durante diligências realizadas na Cidade do Povo, em Rio Branco. As prisões ocorreram em cumprimento a mandados expedidos pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco. Um dos detidos, W.C.D., de 24 anos, é suspeito de participação direta no assassinato de Welison Garcia da Silva, de 28 anos, ocorrido em novembro de 2023. A vítima foi encontrada morta em uma residência localizada na Rua Pastor José Rodrigues Nunes, na mesma comunidade. W.C.D. foi localizado na casa de seu pai e não ofereceu resistência à prisão. O outro preso, J.S.F., de 25 anos, não tem ligação com o homicídio de Welison, mas possuía um mandado de prisão em aberto por envolvimento em outros crimes. Ele já havia sido investigado pela DHPP por um homicídio em 2019 e recentemente foi citado em uma investigação relacionada a um assassinato ocorrido no bairro Belo Jardim. No momento da prisão, J.S.F. estava na posse de dois aparelhos celulares, que foram apreendidos e encaminhados para análise pericial. De acordo com o delegado Alcino Ferreira Júnior, titular da DHPP, a prisão de W.C.D. representa um avanço importante na elucidação do crime de novembro, que chocou a comunidade local pela brutalidade. Já a detenção de J.S.F. reforça o trabalho contínuo da Polícia Civil em retirar das ruas indivíduos com histórico de envolvimento em crimes violentos. “As investigações continuam com o objetivo de esclarecer todos os detalhes do homicídio de Welison e apurar se há outros envolvidos no caso”, informou o delegado.

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Polícia Civil do Acre realiza segunda ‘Operação Renocrim’ e impõe prejuízo milionário ao crime organizado

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), realizou entre os dias 13 de abril e 1º de maio de 2025, a Operação RENORCRIM, uma ofensiva de âmbito nacional que visa o combate às organizações criminosas que atuam nos estados brasileiros, com alvos específicos no Acre e em outras unidades da federação. A operação é uma iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), com execução das Polícias Civis dos estados. No Acre, a ação foi planejada e conduzida pela DRACO, com apoio das demais unidades operacionais da Polícia Civil, inclusive dos municípios. Ao longo de quase três semanas de atuação intensa, foram realizados diversos cumprimentos de mandados judiciais, prisões em flagrante, bloqueios de bens e apreensões de ilícitos, resultando em um prejuízo financeiro expressivo para os grupos criminosos atuantes na região. As investigações que embasaram a operação vêm sendo desenvolvidas desde 2023 e apontam a participação de facções como Comando Vermelho, Bonde dos Treze e Primeiro Comando da Capital em crimes como tráfico de drogas, homicídios, extorsões, roubos de veículos e ocupações territoriais por meio da violência. As ações tiveram como resultado no Acre: • Prisões em flagrante: 05• Mandados de prisão cumpridos: 12• Mandados de busca e apreensão executados: 37• Prejuízo financeiro direto ao crime organizado: R$ 227.797,15• Bloqueio judicial de contas bancárias: R$ 5.183.328,00 Materiais apreendidos:• 4 veículos (2 carros e 2 motos)• Drogas diversas: maconha, skunk, cocaína, LSD e ecstasy• Arma de fogo e munições• Balanças de precisão• Aproximadamente mil embalagens do tipo zip• Insumos e utensílios para embalo e preparação de drogas• R$ 5.613,00 em espécie• Mais de 15 celulares, incluindo modelos de última geração (iPhone 16 Pro Max)• Notebooks• Documentação empresarial: CNPJs, certificados de MEI, declarações de imposto e máquina de cartão Para o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, Dr. Henrique Maciel, a RENORCRIM é mais do que uma ação de repressão: é uma resposta do Estado contra a tentativa das facções de se enraizarem no território acreano. “As organizações criminosas operam com estrutura e financiamento. Através dessa operação, mostramos que a Polícia Civil está preparada para atingir o coração dessas organizações, retirando seus recursos, desarticulando lideranças e quebrando a estrutura que sustenta o crime no nosso estado”, declarou. O delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador da DEIC, reforçou que a articulação nacional foi essencial para o sucesso da ação. “A troca de informações com outras polícias civis, aliada ao trabalho técnico e de inteligência desenvolvido pela nossa equipe, nos permitiu mapear com precisão os alvos e executar com eficiência as ordens judiciais. O resultado é a retirada de criminosos do convívio social e a diminuição do poder das facções”, destacou. A operação foi coordenada em ambito nacional pelo Dr. Getúlio Monteiro, delegado acreano que atualmente coordena as ações de repressão ao crime organizado no Ministério da Justiça. A 2ª Renorcrim representa mais um marco na repressão qualificada ao crime organizado no Acre, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a segurança da população e o fortalecimento do estado frente à criminalidade.

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Polícia Civil Prende condenado por Estupro de Vulnerável e favorecimento à prostituição de adolescente em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre por meio da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (DECAV), em cumprimento de mandado de prisão, capturou na última segunda-feira, 28, um homem com as iniciais R.C.F., de 52 anos, no bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco. O homem foi detido em decorrência de uma condenação por estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição de adolescente. O crime hediondo, teve como vítima uma menina de apenas 13 anos, que possuía parentesco com a vítima por ser tio de sua mãe, aproveitou-se da relação de confiança para cometer os abusos. A investigação policial revelou que o agressor a obrigava a manter relações sexuais com ele, oferecendo em troca presentes e dinheiro. A sórdida situação veio à tona quando a mãe da vítima atendeu uma ligação no celular da filha. Do outro lado da linha, estava R.C.F., combinando um encontro para manterem relações sexuais e prometendo quantias em dinheiro à adolescente. Diante da revelação, a mãe não hesitou em procurar a Delegacia DECAV para denunciar o crime. Em um relato, a genitora informou às autoridades que também havia sido vítima de abuso sexual por parte do mesmo indivíduo durante sua própria infância. Após o trâmite judicial e a interposição de diversos recursos pela defesa, a Justiça finalmente proferiu a sentença em janeiro de 2025. R.C.F. foi considerado culpado pelos crimes de estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição de adolescente, sendo condenado a uma pena de 14 anos e 4 meses de reclusão em regime inicialmente fechado. Com o mandado de prisão expedido, a equipe de investigação da DECAV intensificou as buscas, culminando na captura do condenado no início desta semana. A Polícia Civil ressalta a importância da denúncia para que casos como este sejam investigados e os responsáveis, devidamente punidos.

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