Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

21 de fevereiro de 2025

Gabinete

Governo do Acre entrega equipamentos à Polícia Técnico-Científica para reforçar perícias criminais

O governo do Acre, por meio da Polícia Civil, entregou um conjunto de equipamentos modernos para fortalecer o trabalho da Polícia Técnico-Científica (PTC). A entrega aconteceu nesta sexta-feira, 21, na sede da instituição. Entre os itens entregues estão 10 câmeras, 10 câmeras GoPro, um destilador de bancada, um agitador e três mini centrífugas. Os equipamentos foram adquiridos por meio de convênios e do Fundo Nacional de Segurança Pública, reforçando o compromisso do governo estadual com a melhoria da estrutura pericial. O delegado-geral da Polícia Civil, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância do investimento para a elucidação de crimes no estado. “O fortalecimento da Polícia Técnico-Científica é fundamental para aprimorar as investigações criminais. Esses equipamentos trarão mais eficiência e precisão às perícias, auxiliando diretamente na produção de provas e na garantia da justiça”, afirmou. O diretor da PTC, Mário Sandro Martins, também ressaltou o impacto positivo da aquisição dos novos equipamentos. “A perícia criminal depende de tecnologia de ponta para oferecer resultados ágeis e confiáveis. Com essa entrega, conseguimos melhorar ainda mais a qualidade do nosso trabalho e dar suporte às demandas da segurança pública do estado”, pontuou. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da Polícia Civil para modernizar suas estruturas e oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam na elucidação de crimes no Acre.

Notícias

Delegado-geral da Polícia Civil do Acre recebe o líder do governo na Aleac e prefeito de Xapuri para tratar de melhorias na segurança pública

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, recebeu em seu gabinete, nesta sexta-feira, 21, o excelentíssimo deputado estadual Manoel Morais (líder do governo na ALEAC) e o excelentíssimo prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia Pereira. O encontro teve como objetivo discutir melhorias na segurança pública do município, especialmente no fortalecimento do trabalho da Polícia Civil. Durante a reunião, foi firmado um compromisso entre a Polícia Civil, o Legislativo e a Prefeitura de Xapuri para reforçar o apoio institucional, garantindo melhores condições de trabalho aos agentes e aprimorando o atendimento à população. O delegado-geral, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância do alinhamento entre os órgãos para fortalecer a segurança no interior do estado. “Nosso compromisso é garantir uma Polícia Civil cada vez mais equipada e preparada para atender às demandas da sociedade. O apoio da Prefeitura e da Assembleia Legislativa é fundamental para que possamos avançar em melhorias estruturais e operacionais em Xapuri”, afirmou. O deputado estadual Manoel Morais ressaltou seu empenho em contribuir com a segurança pública e reforçou a necessidade de investimentos na região. “A Polícia Civil desempenha um papel essencial na manutenção da ordem e da justiça. Nosso objetivo é buscar recursos e articular junto ao governo estadual e federal para fortalecer a instituição e garantir melhores condições de trabalho aos policiais”, declarou. Já o prefeito Maxsuel Maia Pereira enfatizou a importância da parceria entre o município e as forças de segurança. “Xapuri precisa de uma segurança pública eficiente, e estamos dispostos a colaborar no que for necessário para que a Polícia Civil tenha condições de exercer seu trabalho com excelência. Essa união entre Prefeitura, Legislativo e Polícia Civil é um passo fundamental para a segurança da nossa cidade”, pontuou. O encontro reforça o compromisso das instituições com a segurança dos cidadãos de Xapuri, evidenciando o trabalho conjunto para fortalecer a Polícia Civil e aprimorar os serviços prestados à população.

Notícias

Polícia Civil conclui inquérito sobre morte de jovem atendida por falso médico em Manoel Urbano

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Manoel Urbano, concluiu nesta sexta-feira, 21, o inquérito que apurou a morte de Estherfany Sara e remeteu o caso ao Poder Judiciário. As investigações identificaram como envolvidos M.X.O., que afirmou ser estudante de medicina na Bolívia, e o médico plantonista da Unidade Mista do município, T.L.S. De acordo com o inquérito, a vítima deu entrada na Unidade Mista de Manoel Urbano no dia 10 de janeiro de 2025, com um quadro de pressão alta e estado grave de saúde, evoluindo para seguidas convulsões. Apurou-se que fazia 10 dias que a vítima havia dado a luz a sua filha. No entanto, o atendimento prestado foi conduzido inicialmente por M.X.O., que, mesmo sem ser médico, vinha atendendo a pacientes na unidade, prescrevendo medicações e utilizando o carimbo do médico T.L.S, seu amigo pessoal. A investigação apontou diversas falhas no atendimento à vítima, como a ausência de intubação, nao misturar imediatamente medicação adequada, e a falta de um encaminhamento rápido para Rio Branco. Estherfany permaneceu por mais de quatro horas na Unidade Mista de Manoel Urbano, um local inadequado para pacientes em estado gravíssimo. Quando finalmente foi transferida, já chegou à capital em parada cardiorrespiratória, tendo a morte cerebral decretada no dia 13 de janeiro de 2025. A delegada responsável pelo caso, Jade Dene, destacou a gravidade dos fatos e o trabalho da Polícia Civil na apuração do crime. “Reunimos provas contundentes que demonstram a materialidade do crime e a autoria dos envolvidos. Obtivemos imagens de câmeras de segurança, depoimentos de enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros servidores da unidade, além de imagens fotográficas do falso médico atendendo pacientes. Também ouvimos o médico emergencista que atendeu Estherfany em Rio Branco, e todos os elementos comprovam as irregularidades que resultaram na morte da vítima”, afirmou. Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil constatou a responsabilidade criminal do médico plantonista e de M.X.O., que exerceu ilegalmente a medicina. Ambos foram indiciados por homicídio culposo, uma vez que sua conduta negligente e imprudente resultou na morte da paciente. A Polícia Civil reforça seu compromisso com a investigação de crimes que atentem contra a vida e reafirma que a atuação ilegal na área da saúde será rigorosamente combatida para garantir a segurança da população.

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