Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

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Polícia Civil do Acre prende foragido da Justiça suspeito de maus-tratos a animais e diversos crimes em Cruzeiro do Sul

Em uma operação coordenada pelo Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri) da Polícia Civil do Acre, em Cruzeiro do Sul, foi preso na manhã desta quinta-feira, 08, um homem considerado extremamente perigoso, com um extenso histórico criminal. A prisão foi efetuada após um minucioso trabalho de inteligência que monitorava o foragido há algum tempo. O capturado possuía um mandado de prisão em aberto por uma série de crimes graves, incluindo homicídio, tentativa de homicídio, roubo, violação de domicílio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Com essa operação, a Polícia Civil conseguiu retirar das ruas um criminoso que representava uma séria ameaça à segurança pública. Durante a prisão, os agentes o encontraram em posse de um cachorro que estava em condições extremamente precárias. O animal, que estava preso por uma corrente com menos de 50 centímetros de comprimento, encontrava-se sem água, sem alimento e em evidente sofrimento, incapaz de se locomover adequadamente. Diante dessa situação, o homem também foi autuado em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais, conforme previsto na legislação vigente.

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Lei Maria da Penha completa 18 anos celebrando implantação de medidas de proteção às mulheres no Acre

Mais do que uma norma jurídica, a Lei Maria da Penha é um símbolo de esperança e de compromisso da União com a segurança, a dignidade e a manutenção da vida de todas as mulheres brasileiras. Completando 18 anos de criação, constitui um trunfo obtido a partir da coragem de uma cidadã que transformou sua tragédia pessoal em uma poderosa ferramenta de justiça, resultando na criação da Lei Federal nº 11.340/2006, um dos códigos penais mais importantes no combate à violência contra a mulher no país. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) celebra, com as unidades da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), instituições da Polícia Civil do Estado (PCAC), e a Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar (PMAC), o estabelecimento das medidas protetivas de urgência, do aplicativo Mulher Segura e de operações de redução de homicídios contra a mulheres no estado. O Estado estabeleceu uma Deam em Rio Branco e outra em Cruzeiro do Sul, que atuam 24 horas no atendimento humanizado à mulher. E conta com ações preventivas e repreensivas da Patrulha Maria da Penha, que vai a qualquer momento e lugar, ao ser acionada por medida protetiva de urgência, recurso judicial de proteção imediata às vítimas. Patrulha Maria da Penha dirige-se a qualquer momento e lugar, ao ser acionada por medida protetiva de urgência. Foto: Dhárcules Pinheiro/SejuspA medida se mostrou eficaz na promoção de políticas públicas de prevenção à violência contra a mulher, segundo o Observatório de Análises Criminais, do Núcleo de Apoio do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em um comparativo de 2018 a 2023 das tentativas de feminicídios, em que, das 110 vítimas da violência, 73% não estavam amparadas por medidas protetivas de urgência. Segundo a coordenadora da Patrulha Maria da Penha, capitã Priscila Siqueira, “quase 80% das mulheres que perderam a vida no feminicídio não tinham medida protetiva de urgência, um mecanismo de salvação. Isso evidencia que as medidas protetivas de urgência salvam vidas. Das que morreram tendo medida protetiva, 15% não tinham a medida fiscalizada pela Patrulha Maria da Penha [a vítima precisa informar à Patrulha sobre a necessidade de acompanhamento do programa], ou seja, em cinco anos de atuação da patrulha, todas as mulheres com medidas protetivas fiscalizadas se mantêm vivas”, explica a coordenadora da Patrulha Maria da Polícia Militar, capitã Priscila Siqueira. Como apoio ao trabalho das forças, o Estado oferece o aplicativo Mulher Segura, uma ferramenta de proteção para aquelas que vão registrar o boletim de ocorrência devido a agressões feitas por seus parceiros, ou por qualquer indivíduo. O aplicativo serve de apoio às ações da Deam e ampara mulheres inseridas nas medidas previstas pela Lei Maria da Penha. Para estar no banco de dados do aplicativo, basta que a vítima registre uma ocorrência de violência e solicite medida protetiva. O que falam os números Em um objetivo único e integrado, as forças de segurança do Estado reduziram 37,50% dos números de mulheres vítimas de homicídio e feminicídio, em uma comparação entre os anos de 2022 e 2023, realizada pela Diretoria de Inteligência e Análise Criminal da Sejusp. No levantamento, o número de mulheres vítimas de homicídio e feminicídio em 2019 era de 34, e no ano seguinte, de 31, quando houve uma redução de 8,82% dos casos, que é ainda mais significativa se comparada aos anos de 2021 e 2022, que apresentam uma diminuição de 27,27%. A redução se dá no mesmo ano em que as denúncias da lei Maria da Penha apresentaram um alto crescimento, sendo classificadas 6.466 denúncias, número que em 2022 era de 6.117, apresentando um aumento de 5,71% dos registros da lei. O secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, destaca que as medidas específicas de combate à violência doméstica implantadas no Estado são um instrumento fundamental para a proteção das mulheres, e que as forças policiais se mantêm empenhadas nas medidas preventivas e repressivas de violência doméstica. “A Lei Maria da Penha é um modelo para outros países na elaboração de suas próprias legislações sobre violência doméstica. Dados indicam a eficácia da lei na promoção de combate ao crime, resultando no aumento significativo do número de denúncias em todo o estado, o que é resultado de um trabalho intenso durante todo o ano, intensificado com operações pontuais como a Operação Átria, uma ação federal que acontece em março, em alusão ao Dia da Mulher, e a Operação Shamar, que começa em agosto, nos 18 anos da Lei Maria da Penha. Ambas visam ao combate à violência contra a mulher em razão do gênero”, explica o gestor. O dia D da Operação Shamar deste ano é comemorado nesta quarta-feira, 7, data de aniversário da Lei Maria da Penha, e marca o início dos trabalhos. “Vamos realizar a operação de combate à violência contra a mulher, e nesse tocante a Polícia Civil vai reforçar o efetivo em unidades policiais especializadas, como é o caso de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, e em municípios que apuram crimes no âmbito da violência doméstica familiar contra a mulher, assim como também aumentar os esforços para cumprimento de mandados judiciais, como mandados de prisão preventiva, busca e a apreensão”, relata a delegada da Polícia Civil, Juliana de Angelis. Ano passado a operação realizou 67 prisões em flagrante e foi dado cumprimento a 30 mandados de prisão no período de abrangência da operação. A mulher por trás da lei que transformou o combate à violência doméstica no BrasilA cearense Maria da Penha Maia Fernandes, atualmente com 79 anos, é um ícone na luta contra a violência doméstica no Brasil, ao transformar sua dor e seu nome em sinônimo de resistência, após sobreviver, em 1983, a duas tentativas de homicídio cometidas por seu então marido. Na primeira tentativa, ele atirou em suas costas enquanto ela dormia, deixando-a paraplégica. Após seu retorno do hospital, ele tentou eletrocutá-la e afogá-la. Após a violência, Maria da Penha iniciou uma longa batalha judicial contra seu agressor, que se estendeu por duas décadas, passando por

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Polícia Civil do Acre recebe doação de tecnologia da ONG The Exodus e apresentação de policiais norte-americanos

Nesta terça-feira, 6 de agosto, enquanto o Acre celebrou mais um aniversário de início da Revolução Acreana, a Polícia Civil do Estado (PCAC) firmou uma data significativa para a instituição. Em uma cerimônia especial, a organização não governamental (ONG) e internacional The Exodus Road entregou uma solução tecnológica inovadora, destinada a fortalecer o combate ao tráfico de pessoas e à exploração sexual infantil. O evento contou com a presença de autoridades e especialistas, incluindo policiais norte-americanos da Homeland Security Investigations, Customs & Border Protection e do Serviço de Segurança Diplomática (DSS), que ministraram palestras elucidativas sobre o tráfico de pessoas e o contrabando de seres humanos, destacando as distinções entre esses crimes. O tráfico de pessoas envolve a exploração de indivíduos para trabalho forçado, exploração sexual ou outras formas de servidão, muitas vezes envolvendo o uso de coerção ou engano. Já o contrabando de pessoas refere-se ao ato de facilitar a entrada ilegal de indivíduos em um país, normalmente mediante pagamento, sem a intenção de exploração contínua. Essa solução tecnológica inovadora desenvolvida pela organização The Exodus Road visa combater o tráfico de pessoas, focando na coleta de evidências, identificação de vítimas e apoio a operações de resgate. A organização utiliza uma combinação de treinamentos para investigadores locais, análise cibernética, tecnologia de investigação forense e programas de intervenção para encontrar e libertar pessoas presas em redes de tráfico humano. Durante o evento, foi assinado um termo de cooperação entre a Polícia Civil do Acre e a ONG. Em sua fala, o delegado-geral da PCAC, Henrique Maciel, homenageou a CEO da organização, Cíntia Meirelles, por sua colaboração. O termo de cooperação entre a Polícia Civil do Acre e a The Exodus Road permitirá um avanço significativo no combate ao tráfico de pessoas na região. Este acordo possibilitará o treinamento de agentes e delegados em técnicas específicas para enfrentar este crime, incluindo a identificação de vítimas e procedimentos legais necessários para a efetiva aplicação da justiça. O treinamento oferecido pela The Exodus Road incluirá o uso de tecnologias avançadas, como as fornecidas pela Cellebrite. Essas ferramentas tecnológicas são essenciais para a coleta de provas digitais e o mapeamento de redes de tráfico. A capacidade de coletar e analisar dados digitais permite construir casos mais robustos contra os traficantes e facilita a realização de intervenções mais seguras e eficazes. Este tipo de tecnologia é crucial para detectar e desmantelar redes de tráfico de pessoas, garantindo que as vítimas sejam resgatadas e os criminosos sejam devidamente processados​. “Hoje é um dia histórico para nossa instituição. Com a presença dos colegas norte-americanos, tivemos um intercâmbio valioso, com troca de experiências nos serviços de investigações. Quero agradecer especialmente à senhora Cíntia Meirelles, que veio de Brasília ao Acre para firmar essa parceria com a PCAC e a The Exodus Road. Acredito que essa ferramenta será fundamental para nos auxiliar na identificação dessas pessoas que são aliciadas e, consequentemente, caem nas mãos do crime para serem traficadas”, destacou Henrique Maciel. Cíntia Meirelles, CEO da The Exodus Road, também falou sobre o funcionamento da organização, que atua em seis países. “A The Exodus Road é uma organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, nosso trabalho é dar suporte às polícias, capacitando os policiais com treinamento e equipamentos de tecnologia de ponta. Temos uma parceria com a Cellebrite, uma empresa de tecnologia cibernética que nos doa equipamentos, os quais são entregues aos investigadores. Os policiais civis do Acre estão recebendo um treinamento online e um equipamento tecnológico para agilizar e tornar mais eficaz o processo investigativo”, enfatizou. O delegado e diretor do departamento de inteligência, Nilton Boscaro, ressaltou a importância dessa colaboração internacional. “Graças aos trabalhos integrados do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia e dos comitês de inteligência das polícias civis de todo o Brasil, foi possível esse contato com a ONG The Exodus Road. Juntamente com as polícias americanas, estamos iniciando um trabalho crucial no combate à criminalidade, principalmente envolvendo o tráfico de pessoas nesta região do Acre. É o início de uma parceria promissora com as autoridades americanas.” Tráfico de Pessoas O tráfico de pessoas é a terceira modalidade criminosa mais lucrativa do mundo, movimentando cerca de 32 bilhões de dólares por ano. Com a crescente virtualização dessas práticas criminosas, esse número pode alcançar até 3 trilhões de dólares anualmente. As vítimas, em sua maioria, são mulheres e homens em busca de melhores condições de vida, frequentemente sem perceber que estão sendo exploradas. Do total de vítimas, 71% são mulheres, das quais 99% são exploradas sexualmente. Estima-se que 75 mil mulheres brasileiras estejam sendo exploradas sexualmente em todo o mundo. Além disso, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 175 milhões de pessoas estejam sujeitas a condições de trabalho análogas à escravidão. Muitos dos responsáveis por esses crimes são pessoas próximas às vítimas, que muitas vezes alegam estar ajudando, ao invés de reconhecê-las como vítimas de exploração. A nova parceria e as tecnologias adquiridas pela Polícia Civil do Acre prometem enfrentar esses desafios de maneira mais eficiente e humana, trazendo esperança para as vítimas e justiça para os criminosos.

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Polícia Civil do Acre realiza prisões em Xapuri e reforça o combate ao crime e à violência contra a mulher

Na última semana, a Polícia Civil do Acre (PCAC), que atua em Xapuri, realizou uma operação intensa na cidade resultando na prisão de três indivíduos. As detenções ocorreram por força de mandados de prisão, reforçando o compromisso da polícia com a segurança pública e o combate ao crime. Entre os presos está J. C. L., que cumpria pena em regime semiaberto pelos crimes de tráfico de drogas, roubo e furto. J. C. L. havia rompido a tornozeleira eletrônica, o que levou à regressão de seu regime para fechado e a consequente determinação de sua prisão. Outro detido foi A. S. da S., condenado em regime inicial fechado por participação em organização criminosa. Por fim, I. B. de S. foi preso preventivamente por violência doméstica, como parte da Operação Shamar, uma iniciativa do Ministério da Justiça em alusão ao Agosto Lilás, que visa combater a violência contra a mulher. Todos os presos foram encaminhados ao Complexo Penitenciário Francisco D’Oliveira Conde e estão à disposição da Justiça. A Delegada de Polícia Michelle Boscaro comentou sobre a operação: “Esta força-tarefa realizada pela Polícia Civil em Xapuri tem como objetivo retirar de circulação pessoas envolvidas com crime, para garantir a paz e a segurança da população xapuriense. Continuaremos trabalhando para garantir a segurança no município.” A operação reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre em promover a justiça e assegurar a proteção da população, especialmente no que tange à segurança das mulheres e ao combate a organizações criminosas.

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Polícia Civil do Acre participa do I Seminário Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas em Mato Grosso do Sul

A Polícia Civil do Acre (PCAC) esteve presente no 1º Seminário Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, realizado em Campo Grande (MS), na última terça-feira, 30. O evento teve como objetivo discutir e aprimorar estratégias para combater o tráfico humano, crime que afeta milhares de pessoas no Brasil e no mundo, constituindo grave violação dos direitos humanos, ao recrutar e explorar indivíduos por meio de coerção e engano. As formas de manifestação incluem abuso sexual, trabalho forçado e até remoção de órgãos. O tráfico de pessoas é uma grave violação dos direitos humanos, caracterizado pelo recrutamento e exploração de indivíduos através de coerção e engano. As formas de manifestação incluem abuso sexual, trabalho forçado e até remoção de órgãos. Representando a PCAC, o delegado e diretor do Departamento de Inteligência do órgão, Nilton Boscaro, destacou a importância do evento. “O seminário, promovido pelo governo e Ministério Público de Campo Grande (MS), foi uma oportunidade para a troca de experiências de casos práticos”, disse. Boscaro ressalta ainbda que, no Mato Grosso está sendo concluída a Rodovia Bioceânica, que ligará os oceanos Atlântico ao Pacífico, através da cidade de Porto Murtinho/MS na fronteira com o Paraguai, realidade vivenciada no Acre desde 2010, quando a Estrada do Pacífico começou a funcionar plenamente com as conclusões da obra do lado peruano, estas situações podem ser propicias a rotas de tráfico de pessoas, possibilitando assim que criminosos utilizem destas rotas, mas é importante esse intercâmbio entre as polícias judiciárias visando coibir esses crimes envonvendo o tráfico humano”, enfatizou. Além de participar como palestrante, Dr. Boscaro ressaltou a importância de discussões como essa para o enfrentamento do tráfico de pessoas, destacando o papel da inteligência policial na identificação e combate a essas práticas criminosas. A organização do evento também promoveu uma ação de sensibilização com uma apresentação simbólica, onde pessoas seguravam cartazes e estavam acorrentadas, representando a gravidade do tráfico humano. Essa atividade teve como objetivo chamar a atenção do público presente para a importância do tema e a necessidade de ações concretas para combatê-lo. O seminário também teve como objetivo sensibilizar a população e fortalecer a rede de combate ao tráfico de pessoas. Além das palestras e debates com especialistas e representantes de diversas instituições e órgãos governamentais, foram discutidas boas práticas e estratégias para melhorar a identificação e o enfrentamento desse crime. O evento proporcionou um espaço de troca de conhecimentos e experiências, reforçando o compromisso de todos os envolvidos na luta contra o tráfico de pessoas.

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Polícia Civil do Acre participa do 3º Seminário Integrado dos Operadores do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente

Na última quarta-feira, 31, a Polícia Civil do Acre (PCAC) marcou presença no 3º Seminário Integrado dos Operadores do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA ACRE 2024). Com o tema “34 anos do ECA: avanços, limites e políticas de atendimento dos direitos humanos de crianças e adolescentes”, o evento foi realizado nos dias 30 e 31 de julho, no teatro da Universidade Federal do Acre (UFAC). A delegada titular da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (DECAV), Dra. Carla Fabíola, participou do painel integrado “Desafios quanto à rede de cuidados e de proteção social das crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência no Acre: Lei nº13.431/2017”. Durante sua apresentação, a delegada abordou de forma abrangente as funções desempenhadas pela DECAV, explicando detalhadamente o fluxograma de atendimento às vítimas de violência e abuso sexual. Destacou a importância do processo inicial de atendimento na delegacia como uma etapa crucial para a promoção da justiça e apoio às vítimas, tanto na capital quanto no interior do estado. “É essencial compreendermos o papel primordial da DECAV no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Nosso trabalho vai além da investigação, estamos aqui para proporcionar um atendimento humanizado e acolhedor desde o primeiro momento. O fluxo de atendimento que seguimos é desenhado para minimizar o trauma das vítimas e garantir que recebam o suporte necessário. Destaco, ainda, a importância da sociedade em nos ajudar nesse combate, realizando denúncias e confiando nas autoridades competentes para a proteção de nossos jovens”, disse a autoridade policial. A psicóloga Fernanda Fernandes Mesquita, membro da equipe multidisciplinar da Polícia Civil, também contribuiu para o painel, detalhando o papel da escuta especializada durante o atendimento inicial na delegacia. “A escuta especializada é um componente crucial no processo de atendimento às vítimas de violência. Ela nos permite compreender as necessidades e experiências das crianças e adolescentes de maneira sensível e empática. Nosso objetivo é oferecer um espaço seguro onde eles possam expressar seus sentimentos e relatar o ocorrido sem medo. Cada detalhe revelado durante a escuta é fundamental para a investigação e para o cuidado psicológico e social subsequente. É nosso dever garantir que, além da justiça, essas vítimas recebam o apoio necessário para sua recuperação e bem-estar”, enfatizou a psicóloga. O painel contou ainda com a presença de outras autoridades, incluindo a juíza de direito Andréa da Silva Brito, a juíza Isabelle Sacramento, o promotor de justiça Francisco Maia e o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Cláudio Vieira. O evento proporcionou uma plataforma de discussão e troca de conhecimentos sobre os desafios e avanços na proteção dos direitos das crianças e adolescentes no estado do Acre.

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Polícia Civil prende foragido de Justiça por estupro de vulnerável após 10 Anos

Nesta quarta-feira, 31, um trabalho conjunto entre as Polícias Civis do Acre e do Mato Grosso resultou na prisão de um homem de 36 anos, foragido da Justiça, acusado de cometer um crime de estupro e vulnerável a uma criança de 9 anos, o acusado foi preso no bairro Waldemar Maciel, em Rio Branco. A operação contou com o apoio da Delegacia de Polícia Interestadual (POLINTER/AC), de agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP/AC) e Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (DECAV). O crime ocorreu há mais de 10 anos na cidade de Tangará da Serra, em Mato Grosso, quando o acusado, então estudante de direito, estuprou uma criança. Logo após o crime, ele fugiu para Rio Branco, acompanhado de sua esposa. Graças à troca de informações entre as equipes, a polícia conseguiu localizar e prender o estuprador. O delegado titular da POLINTER, Roberth Alencar, comentou sobre a operação. “Graças a um trabalho minucioso com os colegas de Mato Grosso, logramos êxito na captura de mais um estuprador. Reiteramos que, independentemente da tipificação dos crimes, os acusados serão capturados pela equipe e colocados à disposição da Justiça.” Além do crime de estupro, o acusado estava vivendo em Rio Branco com uma identidade falsa, o que permitiu que ele permanecesse escondido por anos. A falsificação foi descoberta imediatamente após sua captura pela Polícia Civil do Acre. Após a prisão, o acusado passou pelos procedimentos de praxe e está agora à disposição da Justiça. Ele será recambiado ao estado onde cometeu o crime, para responder por seus atos.

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Polícia Civil do Acre alerta para retirada de cinco mil Carteiras de Identificação Nacional na OCA

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio de seu Instituto de Identificação, informa que cerca de cinco mil Carteiras de Identificação Nacional (CIN), anteriormente conhecidas como Registro Geral (RG), estão aguardando retirada na Organização em Centrais de Atendimento (OCA) em Rio Branco. Os documentos foram emitidos, mas ainda não foram recolhidos por seus respectivos titulares. O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César da Silva, ressaltou a importância da retirada desses documentos. “Esse volume de documentos está sendo represado, e é fundamental que as pessoas procurem a OCA para retirar suas Carteiras de Identificação Nacional. A PCAC e o governo do Acre estão fazendo todo o possível para atender a população e garantir o exercício da cidadania, que inclui o direito de possuir um documento de identificação válido”, afirmou o diretor. A CIN é um documento essencial para a identificação dos cidadãos e o exercício de diversos direitos civis, como acesso a serviços públicos e privados. Por isso, a Polícia Civil do Acre reforça o apelo para que os cidadãos que solicitaram o documento compareçam à OCA para efetuar a retirada. A medida é fundamental para evitar o acúmulo de documentos e garantir que todos tenham acesso a um direito básico e indispensável.

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Forças de Segurança captura líderes de organização criminosa em Porto Walter

Nesta quarta-feira, 31, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio dos agentes de polícia civil de Porto Walter, em parceria com a Polícia Militar, realizou uma ação exitosa que resultou na prisão de dois homens integrantes de uma organização criminosa. A operação visou desmantelar uma rede de tráfico de drogas que atua no município. Os detidos são apontados como responsáveis pela gerência e operação do tráfico de drogas na região, sendo encarregados pelo fornecimento e distribuição de entorpecentes. A ação, que envolveu um trabalho conjunto de investigação e inteligência das forças de segurança, culminou no cumprimento do Mandado de Prisão emitido pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco. O delegado, Dr. José Obetânio, que presidiu as investigações destacou a importância da operação para a segurança da comunidade. “Essa prisão é um marco na luta contra o tráfico de drogas em Porto Walter. Conseguimos desarticular uma rede que vinha causando muitos danos à nossa população. A ação conjunta com a Polícia Militar foi fundamental para o sucesso da operação, e continuaremos trabalhando para manter a ordem e a segurança em nosso município”, afirmou o delegado. A operação é um importante passo na luta contra o crime organizado no Acre, evidenciando o empenho das forças policiais em proteger as comunidades locais. As autoridades ressaltam a importância da cooperação entre as diferentes instituições de segurança pública para o êxito de operações como esta.

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