Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

3 de julho de 2025

Notícias

Suspeito de matar mulher e queimar corpo é preso pela Polícia Civil em Rio Branco

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu nesta quinta-feira, 3, o homem identificado pelas iniciais J.S.L., conhecido como “Chocolate”. Ele é suspeito de ter assassinado Marilene Chagas de Souza, crime ocorrido em julho de 2024, em Rio Branco. Marilene foi encontrada morta com o corpo parcialmente queimado, enrolado em uma lona, na Rua Três Irmãos, no bairro Canaã. Segundo as investigações, a vítima era usuária de drogas. Após meses de investigação e diligências realizadas pela equipe da DHPP, os policiais localizaram “Chocolate” na Rua Paraná, no Beco Paraná, região do bairro Belo Jardim I, na capital acreana. Ele foi capturado e está à disposição da Justiça. A prisão representa mais um avanço no esclarecimento de crimes violentos em Rio Branco, especialmente os ligados a possíveis execuções e conflitos relacionados ao tráfico de drogas.  A Polícia Civil segue trabalhando para elucidar casos e responsabilizar os autores.

Notícias

Polícia Civil do Acre esclarece investigação sobre denúncia de estupro feita por turista chilena em aldeia indígena de Feijó

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, informa que está conduzindo com prioridade e responsabilidade a investigação sobre a denúncia de estupro feita pela turista chilena Loreto Belen. A jovem registrou boletim de ocorrência relatando ter sido vítima de violência sexual durante uma vivência cultural na Aldeia Me Nia Ibu (São Francisco), do povo Huni Kuî, no município de Feijó. De acordo com o delegado titular da unidade, Dione Lucas, após o registro do boletim de ocorrência e apresentação de provas, como vídeo do suposto ritual, registros de pagamento e sinais evidentes de lesões, a Polícia Civil representou de imediato pela prisão preventiva do suspeito, o líder indígena Isaka Ruy. O mandado de prisão foi deferido pelo Poder Judiciário e está em vigor. “Assim que tivemos elementos suficientes e consistentes apresentados pela vítima, solicitamos a prisão preventiva do investigado, que foi prontamente acatada pela Justiça. No entanto, enquanto aguardávamos a formalização do mandado, o suspeito fugiu do local. Nossas equipes estão empenhadas em localizá-lo e efetuar a prisão. Esperamos concluir a investigação até a próxima quarta-feira”, explicou o delegado Dione Lucas. A Polícia Civil destaca que já vinha monitorando os passos do investigado e estava próxima de efetuar a prisão, mas a divulgação pública do caso por parte da vítima, compreensível sob o ponto de vista emocional, acabou por prejudicar momentaneamente a ação policial, permitindo que o suspeito escapasse antes da efetivação do mandado. Loreto Belen relatou que contratou e pagou por uma imersão cultural na comunidade indígena. Durante a vivência, foi levada pelo suspeito para a mata sob o pretexto de realizar um ritual específico, onde o abuso sexual teria ocorrido. Parte da ação foi registrada por ela em vídeo, antes de ter o celular tomado e de ser agredida e expulsa da aldeia. Com o apoio da Assistência Municipal para Mulheres, ela procurou a delegacia e entregou os registros que embasaram o pedido de prisão. A PCAC reforça seu compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e com a responsabilização de eventuais autores de crimes, assegurando que a investigação segue em curso com prioridade e absoluto respeito à vítima, aos trâmites legais e aos direitos de todos os envolvidos.

Notícias

Condenada por tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Plácido de Castro

Na última quarta-feira, 2, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Plácido de Castro, prendeu uma mulher identificada pelas iniciais I. dos S. C., condenada a nove anos de reclusão pelo crime de tráfico de drogas. A ação foi realizada após o trânsito em julgado da sentença condenatória, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso por parte da defesa. Após a prisão, a detida foi imediatamente encaminhada ao Fórum da Comarca de Plácido de Castro, onde passou por audiência de custódia. A Justiça manteve a decisão de prisão, determinando sua transferência para o Presídio Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco. Ela cumprirá pena em regime fechado, conforme previsto na legislação penal. O delegado Leandro Lucas Barreto, responsável pela ação, destacou a relevância da prisão. “Esta prisão representa mais uma vitória no combate ao narcotráfico em nossa região. O trabalho investigativo minucioso, aliado à atuação integrada com outras forças de segurança, tem sido fundamental para retirar criminosos de circulação e garantir a segurança pública”, afirmou. O caso está enquadrado no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, que trata do tráfico de drogas e prevê penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão, a depender das circunstâncias específicas de cada caso. A condenada ainda poderá, conforme determina a legislação, progredir de regime ao longo do cumprimento da pena, desde que cumpra os requisitos legais e tenha bom comportamento carcerário.

Rolar para cima