Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

26 de julho de 2024

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Polícia Civil do Acre conclui curso de Conciliação e Mediação de Conflitos para 23 novos conciliadores

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Academia de Polícia (Acadepol), finalizou nesta sexta-feira, 26, o Curso de Conciliação e Mediação de Conflitos (Pacificar). Destinado a 23 conciliadores, o curso capacitou esses profissionais para realizarem audiências de conciliação em pequenos conflitos nas unidades de polícia. A missão do projeto “Pacificar” é evitar que questões menores se transformem em processos judiciais dispendiosos e demorados, oferecendo uma alternativa eficaz e rápida para a resolução de litígios. “Estamos orgulhosos de apoiar e investir no programa Pacificar, que é essencial para a nossa população. A conclusão do Curso de Conciliação e Mediação de Conflitos é um marco significativo para a Polícia Civil do Acre. Este programa não apenas capacita nossos profissionais para lidarem de maneira mais eficaz com pequenos conflitos, mas também oferece uma alternativa rápida e eficiente para a resolução de litígios. Ao promover a mediação e a conciliação, reforçamos nosso compromisso com a paz social e a harmonia comunitária”, disse o Delegado-Geral da PCAC, Henrique Maciel. A capacitação teve duração de três dias e culminou na entrega de certificados aos participantes. O Diretor da Acadepol, Dr. Fabrizzio Sobreira, destacou a importância do curso e os benefícios que ele trará para a comunidade e a justiça. “Estamos extremamente satisfeitos com a conclusão deste curso e com a formação de novos conciliadores. A iniciativa ‘Pacificar’ visa proporcionar uma solução mais ágil e menos onerosa para pequenos conflitos, evitando que eles se transformem em processos judiciais longos e dispendiosos. A capacitação desses profissionais permitirá uma mediação mais eficiente e eficaz dentro das nossas unidades policiais, beneficiando tanto a população quanto o sistema judicial como um todo. Nosso objetivo é promover a paz social e a harmonia comunitária através de métodos alternativos de resolução de conflitos”, afirmou Fabrizzio Sobreira.

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Polícia Civil do Acre celebra 8 Anos da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP)

Nesta sexta-feira, 26, a Polícia Civil do Acre (PCAC) celebrou oito anos de criação da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) no estado. Em uma breve celebração, o Delegado-Geral, Henrique Maciel, e o delegado titular da DHPP, Alcino Ferreira Júnior, realizaram um café da manhã para marcar a importância dessa delegacia, que presta serviços essenciais à sociedade acreana. A DHPP é uma unidade especializada da Polícia Civil dedicada a investigar crimes de homicídio e proteger a vida das pessoas. Suas principais finalidades incluem investigar homicídios, elucidar crimes, proteger pessoas, realizar ações de prevenção, colaborar com outras instituições e oferecer apoio às famílias das vítimas. Essas funções são fundamentais para a manutenção da ordem pública e para garantir que os responsáveis por crimes violentos sejam devidamente responsabilizados. Atualmente, a DHPP conta com quatro delegados, 22 agentes de polícia e oito agentes de pronto emprego (que atua diretamente em locais onde ocorreu o crime). Em 2023, a especializada concluiu e remeteu ao Judiciário cerca de 132 inquéritos, realizou 86 prisões e cumpriu 78 mandados de busca e apreensão. Em 2024, dados do Atlas da Violência demonstraram que o Acre apresentou a maior redução do país na taxa de homicídios estimados por 100 mil habitantes. O estado, que chegou a ter o maior índice de mortes violentas em 2017, reduziu essa taxa para 26,4 em 2022. Em termos absolutos, o número de mortes caiu significativamente, de 516 para 238, representando uma redução de 53,9%. Compromisso com a Efetividade das Investigações O Delegado-Geral, Dr. Henrique Maciel destacou a prioridade da PCAC nos crimes contra a vida, especialmente nas investigações de homicídios. “Os crimes contra a vida, especialmente as investigações voltadas ao crime de homicídio, são uma prioridade. Para atingir maior efetividade, as investigações têm buscado alcançar, identificar e colocar à disposição da justiça não somente os executores, mas, sobretudo, os mandantes e lideranças de organizações criminosas que tenham atuado, mesmo que indiretamente, para a ocorrência dos delitos”, afirmou Maciel. Impacto positivo nas taxas de elucidação e redução de mortes violentas O delegado da DHPP, Dr. Alcino Ferreira Júnior, ressaltou a importância da unidade especializada e a maturidade investigativa da equipe. “A Polícia Civil conta com sua unidade especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, criada no ano de 2016, além das Delegacias Regionais, no interior do Estado, que realizam as investigações desta natureza. A maturidade investigativa da DHPP, aliada à intensa troca de informações entre as unidades de combate ao crime organizado e narcóticos (DRACO/DENARC), foram fundamentais e impactaram positivamente nos resultados, tanto no aumento significativo das taxas de elucidação de homicídios (tentados e consumados) quanto na queda dos números de mortes violentas intencionais – MVI’s”, destacou Ferreira Júnior. Alcino ressalta ainda que nesse processo, muitos autores foram identificados, indiciados e colocados à disposição da Justiça, demonstrando a eficácia e o comprometimento da DHPP na luta contra o crime no Acre.

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Polícia Civil do Acre cumpre mandados de prisão em Cruzeiro do Sul e Guajará

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher e Proteção à Criança e ao Adolescente (DEMPCA), em Cruzeiro do Sul, cumpriu dois mandados de prisão, um em Guajará, no Amazonas, e o outro em Cruzeiro do Sul, no Acre. Durante uma diligência no município de Guajará, no Amazonas, uma equipe da DEMPCA de Cruzeiro do Sul, com o apoio da Polícia Militar amazonense, efetuou a prisão de F.G.N.R., de 40 anos. O suspeito tinha contra si um mandado de prisão por quebra de medida protetiva de urgência. F.G.N.R. foi abordado enquanto trafegava de moto e preso. Posteriormente, ele foi conduzido ao município de Cruzeiro do Sul, no Acre, onde foi entregue ao presídio e está à disposição da justiça. Em Cruzeiro do Sul, a DEMPCA cumpriu um mandado de prisão contra R.N.C.S. Durante as investigações, constatou-se que o indivíduo já estava preso por outro processo. A equipe se deslocou até a Penitenciária de Cruzeiro do Sul, na Unidade Prisional Manoel Neri. O mandado era decorrente de uma ordem da Vara de Proteção à Mulher, em virtude de um delito cometido no contexto de violência doméstica contra sua companheira. A Polícia Civil do Acre continua seu trabalho para proteger as mulheres e crianças, assegurando que as medidas protetivas e mandados de prisão sejam devidamente cumpridos.

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Polícia Civil do Acre captura suspeito de tráfico de drogas em Cruzeiro do Sul

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado em Investigação Criminal de Cruzeiro do Sul, capturou nesta sexta-feira, 26, A.C.R., conhecido como “Pisca”, de 26 anos, suspeito de tráfico de drogas. Os agentes vinham monitorando o suspeito há algum tempo e conseguiram apreender cerca de cinco quilos de entorpecentes na residência de A.C.R. Contudo, ele havia fugido do local antes de ser capturado. As investigações prosseguiram e, com a apresentação de provas ao Poder Judiciário, foi concedido um Mandado de Busca, Apreensão e Prisão contra o suspeito. A prisão ocorreu na região da Baixa Favela Juca, em cruzeiro do Sul. Com o cumprimento do mandado pela PCAC, A.C.R. agora está à disposição da Justiça para os procedimentos legais. O delegado Herverton Carvalho ressaltou que a PCAC trabalha continuamente para coibir qualquer prática de tráfico de entorpecentes em Cruzeiro do Sul.

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Delegado-Geral do Acre apresenta o funcionamento da DEIC ao Delegado-Geral da Paraíba

Em uma visita de intercâmbio de conhecimentos e experiências, o Delegado-Geral da Paraíba, Dr. André Luiz Rabelo, conheceu nesta quinta-feira, 25, as instalações e o funcionamento da Divisão Especializada de Investigações Criminais Especiais (DEIC) da Polícia Civil do Acre. O encontro aconteceu na capital do estado, Rio Branco, e faz parte de uma série de visitas institucionais entre as polícias civis dos estados. Acompanhado pelo Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre (PCAC), Dr. Henrique Maciel, Dr. Rabelo teve a oportunidade de conhecer as dependências da DEIC, que abriga várias delegacias especializadas. A unidade desempenha um papel crucial no combate à criminalidade tanto na capital quanto no interior do estado. Durante a visita, as autoridades dialogaram com os delegados das especializadas, discutindo as estratégias e métodos utilizados no enfrentamento de diversos crimes. O objetivo da visita foi proporcionar um intercâmbio de informações e práticas entre as instituições, visando aprimorar as técnicas de investigação e combate ao crime. Dr. Henrique Maciel destacou a importância dessas trocas para fortalecer a segurança pública: “Receber o Dr. Rabelo é uma honra e uma oportunidade valiosa para compartilhar nossas experiências e aprender novas abordagens que podem ser implementadas em nosso estado”, enfatizou.

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Polícia Civil do Acre realiza operação contra crimes fazendários e sonegação de impostos

Na última quinta-feira, 26, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Fazendários (Defaz), conduziu uma operação policial com duas frentes de atuação. A primeira parte da operação foi um desdobramento da Operação Jackpot, originada a partir da análise do celular de um dos influenciadores investigados. Esta fase buscava concluir investigações previamente iniciadas, resultando no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e no sequestro de bens em Rio Branco. Os alvos eram administradores de grupos de WhatsApp que continuaram a exploração mesmo após a justiça ter proibido os influenciadores de realizarem divulgações. A segunda parte da operação da Defaz focou na sonegação de impostos que superam R$ 7 milhões, contando com o apoio do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira). Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, três em Rio Branco e um em Curitiba. Em Rio Branco, os mandados foram cumpridos em duas residências de sócios da empresa e em um escritório de contabilidade. Em Curitiba, o cumprimento ocorreu na residência do sócio responsável pela empresa na época dos fatos. As investigações da polícia judiciária revelaram que uma empresa do ramo de postos de combustíveis adquiriu combustível sem a devida documentação fiscal e sem o recolhimento do ICMS-ST. Durante o procedimento fiscal, foram identificados documentos, Livro de Movimentação de Combustível (LMC), que indicavam crime contra a ordem tributária. Os registros de informações nos livros físicos (LMC) mostraram inconsistências significativas nos lançamentos, com o objetivo de ocultar estoques negativos.

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