Polícia Civil do Estado do Acre – PCAC

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Trabalho de inteligência da Polícia Civil do Acre resulta na prisão de foragido no Paraná

A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu, na manhã desta quinta-feira, 29, um foragido da Justiça acreana durante uma ação integrada com a Polícia Civil do Paraná. A prisão é resultado de um trabalho de inteligência e da troca de informações entre as forças policiais dos dois estados. O homem identificado como G.B.P., de 33 anos, natural do município de Feijó, interior do Acre, era considerado foragido da Justiça e possuía mandado de prisão em aberto pelos crimes de roubo e receptação. Após diligências investigativas, o homem foi localizado e capturado no município de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no estado do Paraná. A operação evidencia a efetividade da cooperação interestadual entre as polícias civis, que tem possibilitado a localização e prisão de criminosos que tentam se evadir da responsabilização penal ao deixar seus estados de origem. A Polícia Civil do Acre reforça que não dará trégua a foragidos da Justiça, mesmo àqueles que buscam se esconder em outros estados brasileiros. A instituição destaca que seguirá atuando de forma integrada, estratégica e incansável para garantir o cumprimento das decisões judiciais e o enfrentamento à criminalidade, assegurando mais segurança à sociedade acreana.

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Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável em Xapuri

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de oficiais investigadores da Delegacia-Geral de Xapuri, cumpriu na manhã desta quinta-feira, 29, um mandado de prisão contra C. P. da S., condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu no bairro Braga Sobrinho, no município de Xapuri. De acordo com a Polícia Civil, o condenado foi localizado em sua residência, que também funciona como um comércio de mercadorias do gênero alimentício. No local, os investigadores deram cumprimento ao mandado de prisão expedido pela Justiça. Após a captura, o homem foi conduzido à Unidade Policial e, em seguida, encaminhado ao hospital do município para a realização do exame de corpo de delito. Posteriormente, ele retornou à Delegacia-Geral de Xapuri, onde permanece recolhido e à disposição da Justiça, aguardando os procedimentos legais. O crime ocorreu em 2021, no seringal Nazaré, zona rural de Xapuri. Na ocasião, C. P. da S. teria cometido o estupro contra uma criança de 10 anos de idade. Após a conclusão do processo judicial, o réu foi condenado a uma pena de 11 anos e 8 meses de prisão.

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Investigação da Polícia Civil resulta em prisões por roubo e crime organizado em Mâncio Lima

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Mâncio Lima, cumpriu, nesta semana, dois mandados de prisão relacionados a crimes graves ocorridos no município. Em uma das ações, os policiais civis deram cumprimento a um mandado de prisão contra um homem acusado de participação em um roubo ocorrido em julho do ano passado, em uma chácara de Mâncio Lima. Na ocasião, cinco indivíduos armados invadiram a residência de um professor e chegaram a trocar tiros com a vítima, que conseguiu se esconder em um dos banheiros do imóvel. Ainda na época do crime, um dos suspeitos foi preso após ser baleado, e posteriormente outros dois envolvidos também foram capturados. Com a prisão realizada agora, já são quatro os envolvidos detidos. De acordo com o delegado Marcílio Laurentino, as investigações apontam que o crime contou com a participação de seis pessoas, sendo que dois suspeitos ainda estão foragidos. “Esses dois indivíduos que faltam ser localizados atuaram dando apoio à ação criminosa e possuem mandados de prisão em aberto pelo crime de tentativa de latrocínio”, explicou o delegado. Em outra ocorrência, a Polícia Civil cumpriu, na manhã da última quarta-feira, 28, um mandado de prisão contra uma mulher envolvida com organização criminosa. Ela foi investigada em 2020 pela Polícia Civil, juntamente com o companheiro e outros indivíduos, tendo sido julgada e condenada pela Justiça. O companheiro da mulher foi preso na tarde de terça-feira, 27, pela Polícia Militar em Mâncio Lima. Já na manhã seguinte, os policiais civis receberam informações sobre o paradeiro da foragida e se deslocaram rapidamente até o local indicado, onde efetuaram a prisão.    

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Polícia Civil participa da renovação do termo de cooperação da FICCO no Acre

Na manhã desta quarta-feira, 28, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, na sede da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), da assinatura do termo de cooperação técnica entre as forças de segurança, garantindo a continuidade dos trabalhos da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) no estado. A FICCO é uma força-tarefa composta pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar, Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuam de forma integrada, estratégica e coordenada no combate ao crime organizado, com foco na repressão qualificada e na troca de informações. O acordo de cooperação é formalizado periodicamente junto à Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e ao Ministério da Justiça, assegurando respaldo legal, administrativo e operacional para o desenvolvimento das ações conjuntas entre as instituições participantes. A renovação do termo reforça o compromisso das forças de segurança com a integração institucional, a inteligência policial e a execução de operações coordenadas, consideradas fundamentais para ampliar a eficiência das investigações e das ações de repressão ao crime organizado no Acre. Durante a assinatura, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da FICCO para a segurança pública do estado. “A Força Integrada representa um modelo eficiente de atuação conjunta, no qual cada instituição contribui com sua expertise. Essa cooperação fortalece as investigações, amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e garante ações mais efetivas no combate ao crime organizado”, afirmou.

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Ação rápida da Polícia Civil liberta motorista refém e recupera produtos furtados em Cruzeiro do Sul

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, realizou uma ação rápida na madrugada de terça-feira, 28, que resultou na libertação de um motorista de aplicativo mantido como refém, além da recuperação integral de diversos produtos furtados de um estabelecimento comercial no município. Diante da situação flagrancial, um oficial investigador de polícia realizou intervenção imediata e tentou abordar os suspeitos. Ao perceberem a presença policial, os criminosos empreenderam fuga utilizando um veículo, dando início a um acompanhamento tático por parte da equipe, seguindo rigorosamente os protocolos operacionais para cessar a ação criminosa. Durante a fuga, os suspeitos perderam o controle do veículo e colidiram contra um muro nas proximidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Avenida Boulevard Thaumaturgo. Ainda na tentativa de evasão, um dos criminosos, armado, efetuou um disparo de arma de fogo, ocasião em que o policial civil revidou a injusta agressão, agindo dentro dos limites da legalidade e da legítima defesa. Apesar da resistência armada, os criminosos conseguiram fugir antes da chegada das demais equipes. No local, os policiais recuperaram todos os produtos subtraídos do estabelecimento comercial, bem como o veículo pertencente à vítima, além de confirmar a libertação do motorista de aplicativo, que foi localizado em segurança. A ocorrência contou ainda com a apreensão das armas utilizadas no crime, incluindo arma de fogo, arma branca e outros instrumentos empregados na ação delituosa. A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio, e todo o material foi encaminhado à Delegacia-Geral de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para identificação e responsabilização dos envolvidos.

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Polícia Civil do Acre realiza duas prisões em operações de combate a facções criminosas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou duas prisões importantes no início desta semana durante ações distintas de enfrentamento às organizações criminosas que atuam no estado. As prisões ocorreram no âmbito das operações “Cartório Central” e “Casa Maior”, ambas voltadas ao combate de crimes como extorsão, tráfico de drogas e arrecadação ilícita de recursos. No primeiro caso, a PCAC, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deu cumprimento a dois mandados de prisão que integram a megaoperação “Cartório Central”, deflagrada simultaneamente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Acre e São Paulo. No Acre, os alvos foram localizados e presos em cumprimento às ordens judiciais expedidas no curso da investigação. A operação “Cartório Central” tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que mantinha um sistema próprio de arrecadação e repasse financeiro, incluindo cobrança de dívidas ilícitas, comércio de drogas e imposição de regras internas aos integrantes. “Essas organizações criam estruturas paralelas para controlar territórios e movimentar grandes volumes de dinheiro ilícito, e nosso trabalho é justamente quebrar essa engrenagem financeira e operacional”, destacou o coordenador da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), Pedro Paulo Buzolin. Já a segunda ação integra a operação “Casa Maior”, na qual a Polícia Civil com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) cumpriu um mandado de prisão e dois mandados de busca e apreensão, todos em Rio Branco. O preso é investigado por extorquir comerciantes do bairro Estação Experimental, exigindo pagamentos ilegais para permitir o funcionamento dos estabelecimentos. Durante as buscas, os policiais apreenderam materiais com anotações financeiras e panfletos relacionados a empréstimos de dinheiro a juros. Segundo Buzolin, as investigações seguem em andamento. “Estamos aprofundando a análise do material apreendido para identificar o fluxo financeiro, outros envolvidos e ampliar a responsabilização criminal, com previsão de novas fases da operação”, concluiu.

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Investigação da Polícia Civil leva à prisão de suspeito de impor torturas a mando de facção

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, com apoio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na última terça-feira, 27, um homem identificado pelas iniciais G. S. S., apontado como braço executor de extrema periculosidade de uma organização criminosa. A prisão ocorreu no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Segundo as investigações, o suspeito atuava a mando de uma facção criminosa atuante no estado, sendo responsável por aplicar torturas físicas e psicológicas com o objetivo de “disciplinar” pessoas, punir desafetos e cobrar dívidas relacionadas ao tráfico de drogas. A atuação violenta fez com que ele se tornasse alvo prioritário das forças de segurança. G. S. S., tentou se esconder adotando uma rotina discreta na construção civil. Ele foi localizado enquanto trabalhava como operário em uma obra na residência de uma conhecida influenciadora digital da região, situada na Avenida Ascanio, no bairro Bom Sucesso. O criminoso se passava por um trabalhador comum, atuando sob a supervisão de um mestre de obras e evitando qualquer comportamento que pudesse levantar suspeitas entre colegas de trabalho ou da proprietária do imóvel. A prisão é resultado de uma operação conjunta que mobilizou investigadores experientes e reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre no combate às organizações criminosas, especialmente aquelas envolvidas em crimes violentos e na imposição do terror em comunidades.

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Polícia Civil deflagra segunda fase da Operação Olho de Hórus e prende suspeito em Senador Guiomard

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, deflagrou na manhã desta terça-feira, 27, a segunda fase da Operação Olho de Hórus, que tem como objetivo coibir crimes praticados contra estabelecimentos bancários no município de Senador Guiomard, Sena Madureira e em outras localidades do estado. Durante o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, a equipe de investigação da delegacia local prendeu em Rio Branco, por força de mandado judicial, J.M.R., de 30 anos. Na mesma ação, os policiais apreenderam uma arma de fogo e uma camionete que, segundo as investigações, era utilizada pelo suspeito na prática dos crimes investigados. De acordo com o delegado Rômulo Barros, responsável pela condução da operação, a ação é resultado de um trabalho investigativo aprofundado. “Essa segunda fase da Operação Olho de Hórus é fruto de um trabalho criterioso e contínuo, voltado a identificar e responsabilizar autores de crimes contra estabelecimentos bancários na região. A prisão e as apreensões realizadas hoje representam um avanço significativo na investigação e demonstram o compromisso da Polícia Civil em desarticular esse tipo de crime e garantir mais segurança à população”, destacou. A operação é o desdobramento de investigações que apuram ataques e delitos contra instituições bancárias ocorridos nos últimos meses, reunindo informações e elementos técnicos que possibilitaram o avanço das apurações e o cumprimento das medidas judiciais. Após os procedimentos legais cabíveis, o suspeito será encaminhado à audiência de custódia, permanecendo à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil do Acre reforça que as investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar outros envolvidos e prevenir novas ações criminosas.

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Polícia Civil prende suspeito apontado como peça-chave em atentado ocorrido no ano passado em Brasiléia

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, cumpriu nesta terça-feira, 27, um mandado de prisão preventiva contra J.V.M., apontado como peça-chave em um atentado registrado no final de 2025. A ação policial teve início no local de trabalho do investigado e se estendeu até sua residência, resultando na apreensão de diversas armas de fogo e munições mantidas de forma ilegal. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi localizado e detido inicialmente em seu ambiente de trabalho, em uma abordagem distinta das prisões convencionais. Durante a oficialização da prisão, J.V.M. apresentou forte resistência à ordem policial, demonstrando comportamento agressivo e hostil diante da equipe. Conforme relatado pelos agentes, o investigado se recusou a entregar seu aparelho celular e tentou danificá-lo, com o claro objetivo de impedir o acesso a possíveis provas telemáticas relevantes para a investigação. Diante da resistência, da agressividade apresentada e do risco iminente de destruição de evidências, foi necessário o uso progressivo da força e de algemas para garantir a segurança da operação e a preservação das provas. Após ser contido, o suspeito foi conduzido até sua residência para acompanhamento do cumprimento do mandado de busca e apreensão. No local, os policiais encontraram um verdadeiro arsenal ilegal, composto por duas armas de fogo calibre .38, um revólver adaptado para munição calibre .22, contendo uma munição intacta e outra já deflagrada, além de 48 munições calibre .38 intactas, que estavam escondidas dentro de uma meia. A prisão é resultado de investigação que apura uma tentativa de homicídio qualificado ocorrida na noite de 19 de novembro de 2025, no bairro Marcos Galvão II, quando a vítima, Edvaldo da Silva Brito, foi emboscada e alvejada pelas costas enquanto se deslocava em um veículo de aplicativo. A partir do cruzamento de depoimentos e análises técnicas, a Polícia Civil identificou o veículo utilizado no crime como pertencente a J.V.M., cujas versões apresentadas à polícia continham contradições e indícios de ocultação de provas. O investigado permanece à disposição do Poder Judiciário e deverá responder por tentativa de homicídio, resistência e posse ilegal de arma de fogo e munições.

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